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Reportagem do UOL Educação aborda o uso de games na educação.

 

03/12/201218h11

Do Porvir

Um grupo de cientistas precisa de ajuda para montar um gerador nuclear. Eles buscam um operador novato que crie átomos corretamente, a partir de respostas a equações algébricas que, no início, são até fáceis, mas vão ficando cada vez mais complexas na medida em que o ajudante avança nos seus desafios. Parece complicado, mas diante de situações como a descrita acima e de outras também transformadas em games de matemática, cerca de 7.000 alunos do sistema Sesi e de algumas escolas estaduais do Rio têm visto suas notas e seu interesse pela disciplina aumentarem.

Há um ano eles têm usado os jogos Manga High, que propõe exercícios lúdicos, boa parte deles com o famoso traço japonês, para alunos do ensino fundamental ao médio, exigindo desde conceitos simples, como adição, até mais complexos, como fatoração quadrática. Até 2015, o número de estudantes com acesso aos jogos deve saltar para 500 mil.

“Identificamos que a matemática é uma grande carência no ensino médio e que, por consequência, afeta diretamente a qualificação dos empregados na indústria”, afirmou Bruno Gomes, assessor de tecnologias educacionais do Sistema Firjan, do qual as escolas Sesi fazem parte. A partir desse diagnóstico, o sistema foi buscar tecnologias que apresentassem uma possível solução ao problema. Foi então que eles conheceram de perto a empresa inglesa Manga High, que já vinha desenvolvendo games para a área de matemática.

“Passamos um ano traduzindo a plataforma e adaptando ao currículo nacional, que é bem diferente do currículo inglês”, diz Gomes. Hoje, um site em português reúne todos os jogos disponíveis. O dos cientistas, voltado para equações lineares, é um deles, mas a gama de opções tem mais de uma dezena de games, que passam por trigonometria, áreas e perímetros, reflexões, rotações, fatoração em números primos e outras áreas. Para aprenderem formas de incluir esses jogos em sua rotina, os professores passaram por capacitações. (…)

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