Portal de notícias, artigos e informações. Criação e desenvolvimento de jogos e aplicativos digitais educativos.

Posts Tagged ‘games’

02/03/2015 – 10h12
Veja 5 jogos que vão deixar você mais inteligente
Théo Azevedo
Do UOL, em São Paulo

Link da reportagem

“Jogar videogame faz bem. De acordo com um estudo da Academia Americana de Pediatria, crianças que jogam até uma hora por dia costumam ser mais sociáveis do que aqueles que não cultivam tal hábito, o que contraria o discurso de que se divertir com videogame é um hábito antissocial. (…)” Reportagem no UOL

Aumento na flexibilidade cognitiva, que está ligada à capacidade de encontrar soluções criativas para problemas e conciliar diferentes conceitos simultaneamente, aprender sobre civilizações e descobertas tecnológicas, aprimorar as ondas cerebrais envolvidas na atenção visual e aprender novas habilidades motoras, aprender a lidar com recursos limitados e com as consequências de decisões complexas além de aprender noção espacial, construção e compreensão do planejamento…

São apenas exemplos de alguns dos benefícios que alguns games podem trazer para crianças, jovens e adolescentes (até mesmo adultos). Se os games fossem vistos com outros olhos, como acontece em algumas escolas e universidades dos EUA, a gama de benefícios pode ainda ser maior.

Veja os games que foram selecionados pela reportagem do UOL que podem trazer esses e outros benefícios.

Veja 5 jogos que vão deixar você mais inteligente

Maria Laura Albuquerque
Do UOL, em São Paulo
Link: http://mulher.uol.com.br/gravidez-e-filhos/noticias/redacao/2014/08/25/aulas-de-tecnologia-ganham-espaco-e-importancia-nas-escolas.htm

07h15

Cada vez mais instituições de ensino têm demonstrado abertura para a inserção, em sua grade de aulas, de matérias ligadas à tecnologia. Usar a tecnologia a favor do ensino é uma excelente saída. Já comentamos em outras ocasiões o uso da tecnologia na educação. Segundo a reportagem do UOL, parece que essa realidade está cada vez mais presente em nosso cotidiano; falta educar os pais. Confira um trecho da reportagem:

No próximo ano, em nove estados norte-americanos, a ciência da computação deixará de ser uma matéria eletiva e terá o mesmo valor de matemática e ciências. O que significa que 30 distritos escolares dos Estados Unidos terão aulas de codificação de computadores para turmas de ensino médio e fundamental.

No Brasil, a onda tecnológica também está adentrando as escolas com força. É cada vez maior o número de salas de aula com computadores dividindo espaço com cadernos e livros, e crescente a oferta de cursos extracurriculares. Ao mesmo tempo, muitos pais se sentem perdidos em meio a tanta informação nova e têm dúvidas sobre a real validade desse tipo de conhecimento.

Será modismo ou realmente as crianças nascidas nesse início do século 21 precisam aprender a lidar cada vez mais com computadores, não só como usuárias, como também no papel de desenvolvedoras de conteúdo?

As famílias também temem que o mundo high-tech engula as crianças e os jovens a ponto de eles não se interessarem mais por outros assuntos, como esportes. E mais: quem não fica com um pé atrás quando o filho passa horas navegando na internet: será que ele está seguro ou corre o risco de entrar em contato com pessoas más intencionadas?

Atentas às novas tendências e, ao mesmo tempo, alinhadas às questões apresentadas pelos pais, diversas instituições de ensino estão oferecendo cursos que ensinam a garotada a criar aplicativos e games, por exemplo. (…)

Leia mais…

O Governo Brasileiro, por meio do Ministério das Comunicações, lançou, na terça-feira dia 05 de agosto, um edital específico para a área de desenvolvimento de games e aplicativos.
Batizado de INOVApps, o projeto visa incentivar pequenos desenvolvedores (Pessoas Físicas e Jurídicas) do setor.

O concurso premiará 25 projetos de aplicativos inéditos e originais, no valor de R$80.000,00 e 25 jogos sérios, no valor de R$100.000,00, que seguirem os seguintes temas:

1. Direitos e Defesa do consumidor

2. Educação / Ensino

3. Saúde

4. Mobilidade Urbana

5. Segurança Pública

6. Turismo e Grandes Eventos

7. Gestão colaborativa de utilidade pública

8. Tratamento de indicadores de políticas públicas (dados abertos)

9. Difusão de campanhas de utilidade pública

Os apps e os jogos podem ser desenvolvidos para Android, iOS, HTML 5, Windows Phone, BlackBerry e Ginga.

Clique aqui e confira mais detalhes do concurso!

Matéria veiculada no portal Play’n’Biz – Entretenimento & Negócios, destaca a iniciativa do Governo Federal no fomento à produção audiovisual no Brasil; em especial, incentivos para a produção e desenvolvimento de games.


Programa de Apoio ao Desenvolvimento da Indústria Audiovisual, o Prodav, oferece oportunidades para novos projetos voltados a programas televisivos e mídia interativa, como ‘websódios’. A Abragames, convidada para o pronunciamento oficial, quer garantir o fomento do programa à produção nacional de games – Por Kao Tokio

O Programa de Apoio ao Desenvolvimento da Indústria Audiovisual, PRODAV, é uma iniciativa do governo federal voltada ao incentivo projetos audiovisuais independentes em formatos variados. Em comunicado institucional, a Abragames informou que participará oficialmente do lançamento do projeto. “Importante mencionar que a Abragames foi convidada a participar como representante do setor de Games no Conselho Superior do Audiovisual”, escreveu em informativo nas redes sociais Eliana Russi, Gerente Executiva do Projeto Setorial de Exportação Brazilian Game Developers, projeto da Abragames com a Apex-Brasil, Agência Brasileira de Promoção a Exportações e Investimentos. “Nosso pleito é para que Games passem a ser considerados como Audiovisual Interativo e sejamos beneficiados pela Lei do Audiovisual, que, inclusive nos abrirá portas para acessar fundos importantes de financiamento como Fundo Setorial do Audiovisual”, afirmou no comunicado.(…)

Confira a reportagem completa aqui!


A start up independente, UaiSô Games (www.uaisogames.com.br), desenvolveu, em parceria com a Fundação de Parques Municipais da Prefeitura de Belo Horizonte, um game educativo, em 3D, onde o cenário é o próprio lugar o mesmo está disponível para o público: o Parque Municipal das Mangabeiras (Parque das Mangabeiras).

A direção do parque reformou o quiosque de informações, logo na entrada principal, e disponibilizou um computador com uma tela de 32 polegadas para quem quiser experimentar o game. Além do pc, está em instalação um tablet de 21,5 polegadas, que utiliza o sistema Android, que também conterá o game e ficará disponível para o público. A previsão é que até amanhã, terça-feira, dia 01 de julho, tudo esteja funcionando 100%.

A instalação dos equipamentos e do game, tiveram início na terça-feira da semana passada (24 de junho), e, desde que foi instalado, várias crianças se encantaram com o game.


O Jogo do Quati

Apelidado de “O Jogo do Quati: uma aventura no parque”, o objetivo é encontrar 10 animais que estão espalhados pelo cenário, que é o próprio parque modelado em 3 dimensões. São cinco aves e cinco mamíferos. O personagem principal, o Quati, mascote do parque, anda, corre e pula obstáculos para poder encontrar os animais.
Ao encontrar um animal, ao se aproximar, é possível ouvir o som característico emitido pelo mesmo além de, ao pressionar o ‘x’ do joystick, visualizar uma tela com um desenho, o nome científico e uma breve descrição.
Saiba mais sobre o game aqui!

Banner divulgação.

Aritana

Dois games brasileiros, um em produção e outro recém lançado, valorizam, de forma criativa, a cultura indígena brasileira.

Tratam-se de “Aritana e a Pena da Harpia”, jogo de plataforma 3D, com um design inovador para os padrões brasileiros de produção de games, onde Aritana, um bravo guerreiro com o Cajado do Pajé, deverá superar obstáculos e combater os Espíritos da Floresta em um estilo de mecânica rápida, intuitiva e divertida. Além disso, o jogador é perseguido constantemente pelo Mapinguari, personagem folclórico da floresta Amazônica.
O game está disponível para venda no site Splitplay.

O outro game, merece destaque por ter conseguido, recentemente, ser selecionado para apoio do Rumos Itaú Cultural. O game ainda está em desenvolvimento, mas é possível dar uma espiada em como será o game em seu site oficial aqui.
Com o nome “Huni Kuin: Os Caminhos da Jibóia”, o game pretende trazer para o público algumas histórias da tribo Huni Kuin, originária da Amazônia. Pelos depoimentos e imagens, vem coisa boa por aí.

No dia 4 de abril, foi dada entrada em uma audiência pública para o setor de jogos digitais, que visa discutir melhorias e melhores condições para que o mercado brasileiro de games possa crescer, dado o fato que o país é o 4º maior mercado de jogos digitais do mundo!

A petição convida para a audiência o Ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, o Senhor Clélio Campolina Diniz; O Secretário de Economia Criativa do Ministério da Cultura, o Senhor Marcos André Rodrigues de Carvalho; O Diretor do Departamento de Indústria, Ciência e Tecnologia da Secretaria de Telecomunicações, do Ministério das Comunicações, o Senhor José Gustavo Gontijo; O Presidente da ACIGAMES (Associação Comercial, Industrial e Cultural de Games) e membro do Conselho Consultivo da Frente Parlamentar Mista em defesa da Cultura, o Senhor Moacyr Alves Junior; Os Criadores do Game da Galinha Pintadinha, o Senhor Marco Luporini e o Senhor Juliano Prado; O Presidente do Porto Digital, Parque Tecnológico de Tecnologia da Informação e Comunicação e Economia Criativa, o Senhor Francisco Saboya; O Representante da Google Play, Loja de Aplicativos para o Sistema Android e a Diretora Geral da Divisão Brasileira Apple, a Senhora Paula Bellizia.

A petição tem como justificativa, o alto índice de vendas de jogos digitais, que levaram o Brasil a ficar à frente de mercados de alto rendimento, como Reino Unido, Alemanha e Espanha, como relata a consultoria GFK. Apenas em 2012, o mercado de games digitais no país, movimentou 5.3 bilhões e espera-se um crescimento ainda maior para 2013 (quando o ano fiscal for encerrado). Realmente são números significativos e que devem pesar na decisão do plenário. (fonte: Combo Infinito)

Leia a reportagem completa aqui!

Leia mais: Os Games como ferramenta educativa e de fortalecimento da cultura popular

Jogo está no Steam Greenlight e deve ser lançado no primeiro semestre de 2014

Marcelo Faria – Portal Uai
Publicação:06/03/2014 10:50
Link: http://divirta-se.uai.com.br/app/noticia/games/2014/03/06/noticia-games,152219/versao-alpha-gratuita-de-mini-metro-e-disponibilizada.shtml

Simples e fácil de jogar, Mini Metro é um jogo sobre gerenciar um sistema de metrô de uma cidade que não para de crescer. O jogo, desenvolvido pela Dinosaur Polo Club, está em fase alpha e pode ser jogado gratuitamente no site oficial do estúdio.

Mini Metro é minimalista tanto no seu visual quanto na jogabilidade. Ele se apresenta como um típico mapa de metrô das grandes cidades, com um fundo branco e linhas de cores diferentes representando os percursos do sistema de transporte público. No jogo, as estações ‘brotam’ automaticamente e tudo que o jogador precisa fazer é arrastar as linhas com o mouse para conectá-las. O desafio está em tentar manter o sistema rápido e coerente o bastante para que seus usuários esperem o mínimo de tempo possível – caso um número grande de passageiros fique tempo demais em uma estação, o jogador perde.

Na verdade, Mini Metro é mais fácil de aprender na prática que com explicações. Para jogar, basta visitar o site e, caso ainda não tenha, instalar o plugin da Unit.

Mini Metro deve ser oficialmente lançado no primeiro semestre de 2014, para PC, Mac, Linux, iOS e Android. Ele já está no Steam Greenlight, o sistema da Valve em que os jogos podem receber votos para serem lançados na plataforma de distribuição digital.

Trailer:

Vídeo da série do canal Olhar Digital sobre o uso de tecnologias na educação. Nesse capítulo, o uso de games.

 

Reportagem veiculada no site “Area H”, do portal UAI (www.uai.com.br), mostra pesquisa realizada nos EUA que quem joga videogame tem vantagem de 14% no ambiente de trabalho sobre quem não joga.

Por redação AreaH
Link da reportagem: http://www.areah.com.br/vibe/carreira/materia/61535/2/pagina_1/gamemaniacos-tem-melhor-rendimento-no-trabalho.aspx

Leia a reportagem na íntegra:

gamesVisto com maus olhos por muitos e considerado apenas uma forma de entretenimento que não adiciona em nada, os videogames trazem benefícios que você nem imaginava – um estudoconduzido pela Universidade de Denver, no Colorado (EUA) concluiu que quem joga videogame rende mais no trabalho. Agora você já tem a desculpa perfeita quando sua namorada te encher o saco por estar jogando demais.
A pesquisa foi feita com 6.476 estagiários, e aqueles que jogam videogames como PS3 e Xbox 360 possuem uma vantagem de 14% em habilidades gerais em relação aos que não jogam. Além disso, o grau de conhecimento geral dos gamers foi 11% superior aos outros, e a retenção de informação foi 9% maior.
Traci Sitzmann, PhD e professora assistente do núcleo que desenvolveu o estudo, diz que os jogos têm maior efeito quando promovem interações com o usuário, ao invés de apenas instruí-los passivamente. “Algumas empresas projetam jogos para seus funcionários há anos, mas até agora era tudo palpite, eles suspeitavam que os jogos ajudavam, mas não era provado”.
Os games são fontes de estímulo a criatividade e incentivam a resolução de problemas e a pro-atividade, pois a todo momento você deve concluir um objetivo, e para isso, deve elaborar estratégias e pensar na melhor forma de resolver os problemas. Essa experiência é facilmente aplicada ao dia-a-dia no ambiente de trabalho.
Mas não pense que se algo de errado acontecer você vai poder simplesmente apertar o “restart” e vai ficar tudo bem – essa possibilidade nos jogos pode criar o comportamento de que falhas e tropeços podem ser esquecidos ou perdoados, e isso não é verdade. É preciso ficar atento.
De qualquer forma, as jogatinas da madrugada agora tem valor para o seu futuro profissional!


02/10/2013 às 15h58

Do site Tecnoblog – diário tecnológico

 

Notícia veiculada no site Tecnoblog fala sobre o encerramento das atividades da empresa de games carioca Critical. Uma pena…

 

O estúdio de games carioca Critical anunciou oficialmente nesta tarde que vai mesmo fechar as portas no dia 7. Eles ficaram conhecidos por Dungeonland, um hack and slash co-op que foi distribuído pela Paradox e lançado em janeiro deste ano e recebeu críticas extremamente positivas da mídia especializada internacional.

Em um comunicado no site, o estúdio fala sobre os motivos que levaram à decisão de encerrar as atividades. Depois do sucesso de Dungeonland, dois novos projetos acabaram sendo cancelados e um terceiro, ainda mais ambicioso que o game que tornou o estúdio conhecido, encontrou muitos obstáculos para ser produzido, ainda mais com a dificuldade de conseguir incentivo financeiro no Brasil – o modelo a seguir, segundo o texto, seria procurar uma publisher, como ocorreu com Dungeonland.

Apesar do fim do estúdio, fica a promessa de que os trabalhos continuam: “em grupo ou individualmente, vamos continuar criando, empreendendo e ousando”.

Aproveitando a publicação, eles também anunciaram que estão organizando o Super BR Jam, um evento “de despedida” em parceria com a Nuuvem, Unity e Paradox Interactive, que deve acontecer em novembro e reunir vários estúdios brasileiros para criar games novos em 48 horas. E olha que legal: toda a grana obtida com a venda desses jogos vai para a uma escola voltada a crianças de comunidades carentes do Rio de Janeiro chamada Solar Meninos de Luz.

27/08/2013 09h34

do BOL, em São Paulo

Leia mais em: http://zip.net/bjkLw4

O programador de games norte-americano Ryan Green decidiu criar um jogo para lidar com o sofrimento causado pelo câncer terminal descoberto em seu filho Joel, de quatro anos. Portador de tumor teratóide rabdóide atípico, Joel motivou o game independente “That Dragon, Cancer”, um jogo do gênero adventure que permite um vislumbre da vida de uma criança doente.

Segundo reportagem do site “Mashable”, um trecho do jogo foi apresentado neste ano na feira de entretenimento eletrônico E3, em junho deste ano. O personagem Green – uma versão virtual do próprio Ryan Green – tem como objetivo acalmar o pequeno Joel, que grita de dor. Algumas das ações do jogador são “rezar”, o que dá ideia da natureza angustiante de se estar no papel do pai de um menino com câncer. Na vida real, Joel vem se tratando desde o primeiro ano de vida e já recebeu diagnóstico de nove tumores.

Para ajudar no financiamento do game, Green e sua esposa Amy escreveram um livro, “He’s Not Dead Yet” (“Ele não está morto ainda”), escrito a partir da perspectiva de um dos irmãos mais velhos de Joel – o casal tem outros três filhos.

(Com informações do “Mashable” e do “Huffington Post”)

Leia mais em: http://zip.net/bjkLw4

Estatísticas de Acesso:
  • 10 de agosto de 2010Desde:
  • 28Visitas hoje:
  • 151583Total de visitas:
  • 286184Visualizações:
  • 0Online:
Nuvem de Tags