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Archive for dezembro, 2011

Novo jogo do site Escola Games ensina o uso do calendário.

Estamos diante do Calendário Mágico e precisamos aprender a utilizá-lo para
desfrutar de seus poderes.
Após responder todas as perguntas você poderá usar magia para voltar ao
passado e viver uma grande aventura na época dos dinossauros.

Jogo Educativo sobre como usar um calendário.

12/12/2011 – 07h44

ALEXANDRE ORRICO
DE SÃO PAULO

Folha de São Paulo – Folha.com

Link da reportagem: http://www1.folha.uol.com.br/saber/1019946-professores-avaliam-uso-de-games-em-aulas.shtml

Games ambientados no Oriente Médio para ensinar geografia e história ou um jogo onde você controla a construção de uma cidade para entender o conceito de desenvolvimento sustentável.

Esses são alguns dos exemplos de jogos citados no Games for Change (G4C), que acabou ontem em São Paulo(11/12/11).

Andre Hashimoto, 32, desenvolvedor de jogos na oficina "Brincriação" do Games for Change

“O G4C defende que jogos eletrônicos podem ser fortes ferramentas de educação e conscientização social”, afirma Gilson Schwartz, coordenador do G4C Brasil.

Thomas Rodrigues, 26, professor concursado da prefeitura de Itu, era um dos interessados na oficina “Brincriação -a imaginação dos jovens e o poder criativo dos games”, que aconteceu ontem no MIS (Museu da Imagem e do Som), na zona oeste.

Rodrigues gosta de dar aulas de inglês com ajuda dos videogames. “Não tem ferramenta mais eficaz. Uso jogos de dança e de aventura, onde digo em inglês o que quero que as crianças façam. Elas aprendem muito rápido”.

Lucia Santaella, pesquisadora e professora doutora da PUC-SP, disse no evento que “a escola precisa acordar e utilizar a lógica dos games nas aulas. Eles têm tudo o que é necessário para os estudantes se engajarem”.

Apaixonados por games, programadores e interessados por tecnologia se reuniram com pesquisadores acadêmicos e gestores públicos nos quatro dias de evento na USP, no Mackenzie e no MIS.

“Esse foi apenas o primeiro G4C no Brasil. Esperamos que o evento ajude a firmar a ideia de games como instrumento de ensino no Brasil”, afirma Schwartz.

 

 

Foi validada nesta quinta-feira (8) a Portaria nº 116, que inclui jogos eletrônicos na Lei nº 8.313, a Lei de Incentivo à Cultura, conhecida também como Lei Rouanet.

Em linhas gerais, a lei permite que pessoas físicas e empresas captem dinheiro que seria pago ao Imposto de Renda para investir em produções culturais. Ou seja, permite que empresas redirecionem parte de seus impostos para pessoas ou outras empresas que estejam produzindo obras culturais.

Apesar da Portaria que inclui os jogos na lei já ser válida, só a partir de 2012 que serão publicadas as Portarias que permitirão a captação de verba para jogos eletrônicos.

Reportagem do Uol Jogos.

08/12/2011 – 14h46

da Redação.

Link: http://jogos.uol.com.br/ultimas-noticias/2011/12/08/jogos-eletronicos-sao-incluidos-como-area-cultural-para-lei-rouanet.htm

 

Game ajuda jovens e adolescentes a decidir vocação.

publicado por Publiminas

Link: http://www.publiminas.com/2011/12/jchebly-desenvolve-game-vocacional-para-faculdade-pitagoras/

JCHEBLY desenvolve game vocacional para Faculdade Pitágoras

Que os adolescentes gostam de jogos, isso ninguém duvida. Agora, que eles podem ser uma ferramenta para auxiliá-los na escolha do futuro acadêmico, nem todo mundo sabia. Essa é a ideia do game vocacional criado pela JCHEBLY em parceria com a Faculdade Pitágoras. Intitulado Desafio Pitágoras 3D, o jogo foi apresentado na última sexta-feira (26) durante uma feira de profissões realizada no auditório da Cidade Acadêmica da Faculdade.

Criado numa plataforma lúdica em realidade virtual, o game faz uma releitura dos testes vocacionais tradicionais permitindo ao aluno do Ensino Médio descobrir qual área escolher para cursar uma faculdade. O Desafio Pitágoras 3D se baseia numa experiência de realidade aumentada através de um Kinect, que permite detectar os movimentos do jogador, proporcionando a interação com o jogo por meio de gestos, sem a utilização de controle remoto.

Para jogar, o aluno deve se posicionar em frente ao kinect e seguir as instruções de posição corporal para “pilotar” o seu MIT Virtual – máquina individual de transporte – que o conduz aos diversos universos acadêmicos e ícones relacionados à sua área de interesse. Após escolher as opções que melhor condizem com o seu perfil, o jogador recebe a sugestão de qual curso escolher para a faculdade. O aluno pode ainda enviar o resultado do game em tempo real para sua página do Facebook.

Thais Cecília, de 17 anos, experimentou o jogo e conferiu o resultado. “Eu estava muito confusa, mas além da palestra de orientação, o jogo me ajudou muito a decidir o curso que quero fazer”. Logo após a conclusão do game vocacional ela afirma: “Vou fazer Engenharia Ambiental”.

Eduardo Teixeira, analista de projetos do Grupo de Inovação do Pitágoras, comenta o impacto positivo do game. “Alcançamos os resultados propostos pelos testes convencionais por meio de um formato divertido e diferenciado. Além disso, o projeto contribui para que a instituição seja vista como uma marca referência em inovação e tecnologia” destaca.

 

Objetivo é implementar jogos nas escolas e focar em criatividade, cultura, política, economia e cidadania.

Reportagem foi veiculada em maio deste ano e re-publicada em outubro. Ou seja, muita coisa já rolou de lá pra cá. E a tendência é que continue rolando mais e mais…

Arquivo Arena, Henrique Sampaio 18/10/2011 20:08

Matéria originalmente publicada em 03/05/2011

Link da reportagem: http://arena.ig.com.br/jogos-devem-ser-implementados-nas-escolas-diz-professor-da-usp/n1597292758632.html

Jogos devem ser implementados nas escolas, diz professor da USP

Games for Change promove jogos como catalizadores sociais

O nome já diz tudo: Games for Change (ou Jogos pela Mudança) é um movimento que desde 2004 propõe a criação de jogos que abordem problemas sociais, políticos e econômicos do mundo contemporâneo, com o objetivo de conscientizar, informar e educar tanto quanto entreter. Desde a primeira edição do evento, em 2004, o Games for Change vem conquistando o apoio de desenvolvedores, acadêmicos, fundações e ONGs, principalmente nos EUA.

O projeto deu origem a dezenas de jogos baseados em problemas do mundo moderno, como o premiado Global Conflict (Conflitos Globais, na edição em português), que faz o jogador refletir sobre temas como democracia e meio ambiente, ou ICED – I Can End Deportation, que aborda o drama da imigração ilegal e questões de direitos humanos. Todos os jogos produzidos com o apoio do Games for Change, incluindo o puzzle brasileiro sobre sustentabilidade City Rain, ficam disponíveis nosite oficial do movimento.

Gilson Schwartz, professor da USP, é o curador do Games for Change no Brasil

A partir deste ano o Games for Change assume um caráter internacional, e ganha edição brasileira em parceria com o SBGames, com curadoria de Gilson Schwartz, professor do Departamento de Cinema, Rádio e TV da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo e criador do grupo de pesquisa Cidade do Conhecimento, que deu ao Arena mais detalhes sobre o projeto e falou sobre a importância da utilização de games no ambiente escolar.

Parte do Games for Change consiste no evento, que acontecerá simultaneamente ao SBGames, entre os dias 7 e 9 de novembro, em Salvador, na Bahia. No entanto, ao longo do ano, o projeto prevê uma série de cursos, oficinas e concursos em diversas cidades brasileiras.

“Vamos seguir de perto a edição americana”, disse Schwartz, que acontecerá entre os dias 20 e 22 de junho, em Nova York, trazendo como um dos conferencistas o ex-Vice Presidente dos EUA, Al Gore. “Queremos o mesmo nível de importância e impacto político no Brasil. O mercado de games passa por uma transformação qualitativa, fala-se cada vez mais em ‘gamificação’ do mundo, da educação, do trabalho e da cultura. O Games for Change reflete essa importância e representa uma oportunidade para os brasileiros participarem ativamente dessa nova convergência cultural.”

Leia a entrevista completa:

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Evento traz mais de 30 horas de palestras, debates e oficinas em diferentes locais da capital paulista

Redação Arena 29/11/2011 11:53

Link da reportagem: http://arena.ig.com.br/festival-games-for-change-une-videogame-e-transformacao-social/n1597388385906.html

Festival Games for Change une videogame e transformação social

Evento traz mais de 30 horas de palestras, debates e oficinas em diferentes locais da capital paulista

Al Gore dá palestra no Games for Change em Nova Iorque

Acontece em São Paulo entre o dia 8 e 11 de dezembro a primeira edição do Festival Games For Change, um movimento criado nos EUA que propõe a criação de jogos como catalizadores sociais, e que ganhou sua primeira edição brasileira neste ano. O festival dá continuidade a uma série de eventos que já aconteceram em diferentes regiões do Brasil, trazendo mesas redondas, fóruns e oficinas sobre jogos e sua capacidade de transformação da sociedade, educação, economia, meio ambiente e cultura.

Depois de passar por Salvador, na Bahia, dentro do SB Games 2011, evento focado na indústria, mercado e academia, o Games for Change retorna a São Paulo, onde trará mais de 30 horas de atividades distribuídas entre a Cidade Universitária da Universidade de São Paulo, o Paço das Artes, o Museu da Imagem e do Som (MIS) e a Universidade Mackenzie, na Consolação, com entrada gratuita e transmissão ao vivo pela internet.

“Vamos seguir de perto a edição americana”, disse Gilson Schwartz ao Arena, curador do evento e professor do Departamento de Cinema, Radio e TV da Escola de Comunicações e Artes da USP. “Queremos o mesmo nível de importância e impacto político no Brasil. O mercado de games passa por uma transformação qualitativa, fala-se cada vez mais em ‘gamificação’ do mundo, da educação, do trabalho e da cultura. O Games for Change reflete essa importância e representa uma oportunidade para os brasileiros participarem ativamente dessa nova convergência cultural.”

O Festival Games for Change terá atrações para estudantes de diferentes áreas, professores, game designers, gestores sociais, artistas e interessados em novas mídias, internet e criatividade, começando no dia 8 de dezembro na Escoda de Comunicação e Artes da USP, passando pela Universidade Mackenzie na sexta, até se voltar ao MIS no sábado e domingo, com fóruns, palestras, apresentações e uma premiação. Acesse o site oficial do Games for Change para ver a programação completa.

Os interessados em participar devem preencher a ficha de inscrição até o dia 7 de dezembro, através do site oficial do evento.

 

 

 

 

Notícia de última hora: redução de impostos para games depende de aprovação nas comissões de Constituição e Justiça e de Cidadania; e de Finanças e Tributação.

Redação Arena 01/12/2011 00:35

Link da reportagem: http://arena.ig.com.br/comissao-da-camara-aprova-reducao-de-impostos-sobre-games/n1597391250141.html

Comissão da Câmara aprova redução de impostos sobre games

Texto aprovado retira alíquotas sobre a importação e estende benefícios da Lei da Informática para os jogos

 

Deputado Hugo Motta (PMDB-PB), responsável pela medida que pretende reduzir impostos dos jogos

Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (30), em caráter conclusivo – ou seja, sem a necessidade de passar pelo Plenário –, o texto que estende para os games os benefícios da Lei de Informática, garantindo assim redução doImposto sobre Produtos Industrializados (IPI) aos fabricantes de jogos para consoles e computadores que invistam parte do faturamento da empresa em pesquisas para o desenvolvimento do mercado nacional.

 

A medida também reduz a zero os impostos e taxas que recaem sobre os jogos importados para uso domiciliar. De acordo com a Lei 10.865/04, produtos como livros, papel para a produção de jornais, além de equipamentos para a área cinematográfica já eram atendidos com a isenção de alíquotas dePIS Cofins agora concedida aos games. Ou seja, os consumidores poderão comprar seus títulos de lojas internacionais sem o perigo de taxação.

A proposta é de autoria do deputado Hugo Motta (PMDB-PB) e une as sugestões de três projetos – o PL 514/11, de autoria do deputado Antônio Carlos Mendes Thame (PSDB-SP), 943/11, do deputado Sandro Alex (PPS-PR) e 899/11, do deputado Mauro Mariani (PMDB-SC).

Antes da medida entrar em vigor, o texto ainda deve passar pela análise das comissões deConstituição e Justiça e de Cidadania; e de Finanças e Tributação.

 

 

 

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  • 10 de agosto de 2010Desde:
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