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Aplicativo dos Parques Municipais – Parques BH – recebeu atualização de informações, layout e programação. Desenvolvido em Unity3D, utiliza os novos recursos dessa poderosa ferramenta para criação de games 2D e 3D. A linguagem de programação é a C#, em substituição ao AS3 do Flash. O lançamento recebeu destaque na página da Fundação de Parques Municipais. Confira a matéria completa abaixo:

ParquesBH_app(1)Saber a localização dos 72 parques de Belo Horizonte, a infraestrutura; ter informações sobre fauna, flora e diversas outras, ficou mais fácil com a atualização do mapa interativo dos Parques Municipais em versão mobile, já disponível para dowloand gratuito em Android, no Google Play. Novo layout, mais leve e padronizado, e linguagem de programação diferenciada são as principais mudanças do aplicativo, que funcionava apenas por meio do Adobe Air. A versão em sistema IOS já começou a ser testada, mas ainda não há previsão de quando estará pronta para dowloand.

O Game Designer Maurício Volker, da Assessoria de Comunicação Social da FPM, responsável pela atualização do mapa interativo, acredita que o aplicativo é uma ferramenta de informação. “Ele facilita a busca por informações, as pessoas não precisam entrar no site para encontrá-las. Além disso, muitos não sabem que existe a Fundação de Parques Municipais-FPM e nem o número de parques de BH; então, o aplicativo é uma forma de divulgação”, diz.

Maurício conta que até o final de setembro o mapa interativo dos cemitérios de Belo Horizonte também vai estar disponível em Android. Quanto às mudanças realizadas no mapa dos parques ele afirma que levou em conta comentários de usuários que utilizaram a versão anterior. “É importante que as pessoas baixem, comentem sobre a experiência no Google Play e deem sugestões para que o aplicativo melhore ainda mais”, considera.

ParquesBH_app(2)

Link da matéria!
Link para o aplicativo!

A TV Conecta BH, rede da Prefeitura de Belo Horizonte, fez uma reportagem sobre a revitalização do quiosque do Parque Municipal das Mangabeiras, e destacou o desenvolvimento do game “O Jogo do Quati: uma aventura no parque”.
Além disso, a reportagem aborda o aplicativo dos parques de Belo Horizonte, disponível para download gratuito para Android.
Confira o vídeo da reportagem:

 

Aritana

Dois games brasileiros, um em produção e outro recém lançado, valorizam, de forma criativa, a cultura indígena brasileira.

Tratam-se de “Aritana e a Pena da Harpia”, jogo de plataforma 3D, com um design inovador para os padrões brasileiros de produção de games, onde Aritana, um bravo guerreiro com o Cajado do Pajé, deverá superar obstáculos e combater os Espíritos da Floresta em um estilo de mecânica rápida, intuitiva e divertida. Além disso, o jogador é perseguido constantemente pelo Mapinguari, personagem folclórico da floresta Amazônica.
O game está disponível para venda no site Splitplay.

O outro game, merece destaque por ter conseguido, recentemente, ser selecionado para apoio do Rumos Itaú Cultural. O game ainda está em desenvolvimento, mas é possível dar uma espiada em como será o game em seu site oficial aqui.
Com o nome “Huni Kuin: Os Caminhos da Jibóia”, o game pretende trazer para o público algumas histórias da tribo Huni Kuin, originária da Amazônia. Pelos depoimentos e imagens, vem coisa boa por aí.

Uma reportagem veiculada na Rede Record de Televisão, passou no programa “Balanço Geral”, da TV Record Minas, no dia 09/10/2013, e levantou questões dos processos da produção de jogos digitais utilizando a captura de movimento, algo até então, inédito no Brasil.

A reportagem foi feita na Faculdade Fumec, em Belo Horizonte, e entrevistou professores e o coordenador do curso de Jogos Digitais, João Victor.

Além disso, um dos entrevistados é nosso modelador e animador 3D, Glauder Ferreira, que mostrou o game play do game “As Aventuras de Pequito”.

Confira o vídeo da reportagem abaixo:

 

Mudanças na legislação entram em vigor no dia 30; recurso será obrigatório em todos os centros de formação

Marc Frey | 4/6/2013 09:10

Reportagem veiculada no portal IG. Link: http://carros.ig.com.br/noticias/autoescolas+devem+adotar+simuladores+de+direcao+ate+o+fim+do+mes/6244.html

Simuladores serão obrigatórios em todos os CFCs

Os simuladores de direção serão obrigatórios nos Centros de Formação de Condutores (CFCs) brasileiros a partir do dia 30 deste mês. Portanto, as autoescolas do País que ainda não adotaram o novo sistema terão poucos dias para se adequar às normas estipuladas para o uso do equipamento.

Todo candidato a motorista terá que realizar, no mínimo, cinco aulas de 30 minutos em frente às três telas onde aprenderá os conceitos básicos de condução como troca de marchas, normas de circulação em avenidas, estradas, congestionamentos e até em situações climáticas e de risco. Os futuros condutores só poderão utilizar o simulador após o cumprimento da carga relativa às aulas teóricas-técnicas.

Apesar de ser defendida por especialistas, a obrigatoriedade dos aparelhos ainda esbarra na resistência de muitos proprietários de autoescolas no Brasil. Um dos agravantes é o preço do simulador, que custa em torno de R$ 30 mil, o equivalente a um carro popular. Além de adquirir o equipamento, as autoescolas terão que colocar a mão no bolso mais uma vez para montar uma sala onde o simulador ficará disponível para a realização das aulas. De acordo com o Denatran, o espaço deverá ter 15 metros quadrados e de duas a três câmaras que fornecerão imagens diretas ao órgão de trânsito para fiscalização das aulas.

O Denatran disponibiliza em seu site um estudo realizado pelo National Center Injury, instituto do governo norte-americano, no qual constata que o uso do simulador pode reduzir pela metade o número de acidentes envolvendo motoristas recém-formados. Vale ressaltar que o uso de simuladores de direção em autoescolas é comum nos Estados Unidos e na Europa há mais de dez anos.

Jogo desenvolvido na plataforma Unity, modelagem 3D no Maya.

Este jogo foi desenvolvido para o concurso do Sebrae.

  • Equipe de desenvolvedores:

Maurício Bylaardt Volker – Gerência, roteiro, montagem e programação (Java Script – Unity);

Adriano Oliveira – Modelagem 3D de cenários, objetos e texturização;

Matheus Pedroso – Modelagem 3D de cenários, objetos e texturização;

Rodrigo Ludendorff – Interface e áudios;

Gláuber Ferreira – Modelagem de personagem 3D, texturização, riggin e animação.

 

Jogue aqui!

Uma nova invenção, vinda de Estocolmo na Suécia, parece estar dando certo…

Simplesmente uma bicicleta virtual permite às pessoas ‘pedalar’ por qualquer cidade da Europa!

A bicicleta, aliada a um aplicativo específico, permite ao internauta de plantão, visitar cidades e pedalar por elas sem sair de casa.

Confira o vídeo abaixo, em uma reportagem do canal IG:

 

Animação em 3D feita para a aula de Riggins e Animação de Personagem.

Utilizei o personagem Package Man, download gratuito da internet para animação.

O software utilizado foi o Maya 2012 – versão para estudantes.

Houve um problema na renderização e misteriosamente a cueca do personagem perdeu a textura.

Confira o vídeo abaixo (youtube):

Nesse artigo, irei expor meus conhecimentos a respeito do VRML, com o qual venho trabalhando desde 1998, quando tive meus primeiros contatos com essa linguagem.

 

VRML 2.0

O VRML97 ou VRML 2.0 (versão) é a sigla em inglês para Virtual Reality Modeling Language, ou, numa tradução literal para o português, Linguagem para Modelagem de Realidade Virtual.

O VRML é uma linguagem parecida com o HTML; mas ou invés de vermos textos, vemos objetos em 3D. Podemos criar mundos, ambientes internos ou externos, simples ou complexos objetos, enfim, praticamente tudo o que existe (e o que não existe) no universo, criar movimentos, funções, botões, links e etc.

Em termos técnicos, a extensão padrão do VRML97 é um arquivo ‘.wrl’.Para se construir um arquivo .wrl, usa-se um programa de texto simples, de preferência o Bloco de Notas. Podemos usar programas específicos também, mas creio que para isso é preciso um computador com bastante memória ram e um bom processador.Além disso, precisamos de um visualizador de extensões .wrl, ou seja um plugin. Aqui você poderá encontrar uma lista completa de plugins: http://cic.nist.gov/vrml/vbdetect.htmlOutro programa importante, é um navegador. O VRML é uma linguagem voltada para navegação web, como uma página na internet.Testei quatro: o Firefox (atualizado), o Internet Explorer 8, o Ópera e o Google Chrome. Todos funcionam numa boa, basta na hora de instalar o Cortona3D, escolher o navegador de sua preferência.Bom, depois de tudo instalado, você poderá visualizar os mundos em VRML.

  • Navegando no VRML:

No VRML você tem as mesmas funcionalidades básicas de um jogo em primeira pessoa. As setas te movimentam para frente ou para trás, para um lado ou para o outro. Pressionando a tecla ‘SHIFT’, seus movimentos ficam mais rápidos.

Cada visualizador tem uma estrutura diferente para navegação, mas as funções são as mesmas em todos. Isso porque quem determina como será feita a navegação do usuário é a própria linguagem do VRML.

 

Histórico

O VRML surgiu, como primeira versão, em meados de 1996, como VRML 1.0. Lembro-me que, na época, era uma verdadeira revolução na computação, pois permitia ao usuário uma experiência 3D, on-line, sem precedentes.
No ano seguinte, 1997, a linguagem foi aperfeiçoada, para VRML 2.0 ou VRML97. Foram acrescentados recursos de luz, animações e interatividade além de áudio e vídeo, fora aperfeiçoamentos da própria linguagem.
Por ser uma programação orientada a objetos, a estrutura também foi melhorada, permitindo uma melhor organização da programação em si.

Logo em seguida, o VRML foi caindo em desuso. Isso porque os aperfeiçoamentos feitos em outras linguagens como Java, Flash Player e até o surgimento de outras formas de interação on-line como a Unity Web-Player, foram adquirindo resultados melhores.
Isso porque o VRML trabalha, por padrão, com low-poly, ou seja, os objetos são meio ‘quadradões’ quando visualizados. E, quando usados em ‘high poly’, apresentam lentidão.
Outra questão que contribuiu para a queda do VRML, foi a internet. Na época se não tivesse uma internet de banda larga, dificilmente você conseguia ver um mundo construído em 3D. E, sabemos que a internet (pelo menos no Brasil) em 1998, 1999 era devagar quase parando.
Mesmo assim, consegui ver construções fantásticas em VRML. Só para citar alguns, cheguei a ver um museu interativo dedicado a Leonardo DaVince inteiro feito em VRML, as pirâmides Maias, e ainda um robô em Marte, construído pela NASA, dentre outros.

Nos últimos anos, andei vendo um ressurgimento, ainda que tímido, do VRML 2.0.
Houve uma tentativa de evolução do VRML, para a versão 3.0, ou X3D; mas até onde sei não vingou. A ideia era fazer com que o VRML não usasse plugin para ser visualizado, usando a plataforma Java. Como disse, não sei até que ponto esse projeto foi para frente.
Uma atualização interessante que vi e muito útil, é a utilização de arquivos feitos em Flash dentro de mundos VRML.

Essa interatividade é muito bem-vinda, já que pode-se criar mundos 3D e usar recursos de Flash dentro deles. O script é um pouco complexo, mas o resultado é excelente! O leque de possibilidades são infinitas…
Fiz uma experiência com esse recurso e obtive um ótimo resultado.
(http://www.escoladejogos.com.br/animacoes/galeria-3d/).
O único porém, é que apenas um plugin aceita esse recurso, que é o que ando recomendando para baixar (ver no site: http://www.escoladejogos.com.br/modelagem/).

Softwares e compatibilidades

Interface do Cortona3D.

Atualmente muitas empresas que criavam plugins para visualizações de ambientes VRML infelizmente descontinuaram seus projetos, fazendo com que o leque de opções caísse radicalmente. Além disso, outras empresas pararam de lançar atualizações, como é o caso do plugin Cosmo Software.
Para Windows ainda encontramos bons plugins. Para Linux, tentei de todas as formas fazer funcionar com as opções que encontrei. Mas, não sei se foi por incompetência minha ou por outro motivo, o que importa é que não obtive êxito na minha empreitada.
Para Mac (pasmem!), consegui achar um plugin que funciona! Não roda muito bem, de vez em quando dá um ‘Crash’, mas, consegui visualizar os ambientes. Para quem usa Mac o nome do arquivo é esse: FreeWRL-1.22.10-UB_Feb9-2011.dmg. Tive muito trabalho para encontrar o dito cujo, portanto quem quiser, tenho o arquivo comigo.

  • Softwares:

Outra questão a ser levada em conta é o uso de softwares para construir os mundos em VRML. Particularmente, sempre usei um arquivo de texto. Mais especificamente o bloco de notas do Windows.
Mas, existem vários softwares disponíveis no mercado. Os que cheguei a experimentar foram:
 
1. VRMLPad: é um software de programação voltado para VRML. Já tem os atributos embutidos, as quebra de linhas, as funções, as características dos objetos, basta apenas organizar e inserir os valores correspondentes. Existe uma versão gratuita, limitada, e a versão completa é paga;

Interface do VRMLPad


 
 
2. Blender (até a versão 2.49): é um software de modelagem 3D. Embora tenha script para programação, ela não se aplica aos ambientes VRML (não que eu saiba). Com ele você pode modelar os objetos, ambientes e etc e depois exportar para VRML. Infelizmente isso só é possível até a versão 2.49. As outras versões até importam arquivos VRML, mas não exportam. O software é gratuito;

Interface do Blender 2.49


 
 
3. Studio Max 3D: assim como o Blender, o Studio Max exporta e importa para VRML, mas apenas as versões mais antigas. A última que cheguei a testar foi o Studio Max 9.0 (bem ultrapassado, diga-se de passagem);


 
 
4. Maya: um outro software muito bom (e que mais uso atualmente) é o Maya. O Maya, por padrão, não tem suporte ao VRML. Mas tem uma configuração nas preferências de plugins, que permite ao software exportar para VRML. Mas, no caso, só testei até a versão 12 do Maya. E ele apenas exporta, não permitindo importar. Para configurar, vá em Windows >> Settings/Preferences >> Plug-in Manager e marque as opções Loaded e Auto load do ‘vrml2Export.mll’.

Tanto o Maya quanto o Max são pagos, mas, fazendo um cadastro na Autodesk, é possível baixar os softwares em versão para estudantes e as licenças duram 3 anos.

 
 
Com exceção do VRML Pad, todos os outros softwares só servem para modelar objetos; animações e interatividades têm que ser na unha mesmo… aí, tem que conhecer bem a linguagem.

Próximo artigo: Usos e aplicações do VRML nos dias atuais…

Akemi Nitahara
Da Agência Brasil, no Rio de Janeiro

Link da reportagem: http://educacao.uol.com.br/noticias/2012/10/15/com-criatividade-e-tecnologia-professor-desperta-interesse-de-alunos-pela-fisica-e-matematica.htm

 

Jogos eletrônicos, filmes em 3D e realidade aumentada, tecnologias que ainda são desconhecidas por parte dos jovens brasileiros. Ao perceber que seus alunos, de Petrópolis, não entendiam o que é um filme em 3D por nunca terem assistido a uma produção com essa tecnologia, o professor de matemática Guilherme Erwin Hartung decidiu mostrar a eles O Fantástico Mundo 3D.

O projeto deu tão certo que Hartung recebeu, no ano passado, o Prêmio Professores do Brasil, concedido pelo MEC (Ministério da Educação). Durante as atividades oferecidas fora do horário das aulas, sem valer nota, 15 estudantes montaram um site com imagens em 3D produzidas por eles mesmos.

Antes tiveram oficinas de biologia, para saber como funciona o olho humano, de física, sobre polarização da luz, e, claro, de matemática, para entender e calcular a geometria envolvida na produção das imagens com a sensação de profundidade. Também foram feitas visitas a institutos de pesquisa e a um laboratório de computação, além de participarem de uma videoconferência com especialista em 3D de Hollywood. Tudo graças ao empenho do professor, que também é orientador tecnológico no Colégio Estadual Embaixador José Bonifácio, de ensino médio.

“Os alunos gostaram, alguns disseram que a questão da física mudou, tem muito aluno que diz que odeia física, mas, quando vê a física aplicada, uma coisa interessante, palpável, passa a ver a física com outros olhos. A professora de biologia também comentou que os alunos realmente aprenderam o sistema de visão. Em matemática, os 15 que frequentaram o projeto todo realmente aprenderam as razões trigonométricas”, contou Hartung.

Para ele, o incentivo de um professor é suficiente para mudar o destino de um aluno. “Com certeza, [entre] os alunos que participaram do [projeto] 3D, muitos falam em fazer faculdade na área de TI [tecnologia da informação], já estão correndo atrás, escolheram faculdade, Enem [Exame Nacional do Ensino Médio], vestibular. Fiquei feliz porque, não sei se o projeto contribuiu para isso, mas com certeza abriu um pouco a cabeça deles nesse sentido.” (…)

Leia a reportagem completa aqui!

Novas modelagens baseadas em dois modelos programados em VRML. Aproveitei os modelos prontos e consegui importá-los no Blender. Depois exportei em .OBJ e abri no Maya.

Os modelos, por uma questão de tecnologia, receberam novidades, como carrancas na proa, um arrendondamento nas tábuas e nas partes em geral que compõem os dois modelos, além de texturas, adição de outros componentes e aperfeiçoamento dos componentes dos modelos, como os canhões e os barris. As velas receberam maior curvatura e textura. E, claro, o cenário em alto mar. Um á noite e o outro durante o dia. Vale a pena conferir.

Para ver as imagens renderizadas dos modelos:

Nova modelagem do site Escola de Jogos. Esse modelo foi produzido utilizando o Maya 2012. É, na verdade, um exercício da faculdade de Jogos Digitais da FUMEC – BH.

Ainda estamos aperfeiçoando nossas técnicas de modelagem, mas os resultados estão ficando cada vez melhores.

Para visualizar as imagens renderizadas e o modelo em 3D: http://www.escoladejogos.com.br/modelagem/modelos-3d/mario-3d/

Confira uma imagem renderizada:

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  • 10 de agosto de 2010Desde:
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