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12/09/2011 – 07h00
DUDA PORTO DE SOUZA
Colaboração para o UOL Crianças
Link da reportagem: http://criancas.uol.com.br/para-os-pais/2011/09/12/aplicativos-do-ipad-estimulam-educacao-infantil-mas-uso-do-tablet-requer-supervisao.jhtm
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Aplicativos do IPad estimulam educação infantil, mas uso do tablet requer supervisão
“Olha, mamãe, um IPad”, foi o que Heitor, 2 anos, disse ao ver pela primeira vez o tablet da Apple nas mãos de sua mãe, a publicitária Luciana Bueno Cardoso. “Fiquei impressionadíssima”, conta Luciana, que até então nunca havia tido um contato tão expressivo com o IPad a ponto do filho reconhecê-lo daquela forma.
Assim como o pequeno Heitor, outras crianças no Brasil, aos poucos, têm o tablet como parte da realidade diária. Principalmente depois que a Apple lançou a segunda versão do produto, o IPad2, os pais mais conectados transferiram a custódia de seus antigos aparelhos para os filhos. Na prática, para as crianças de 1 a 12 anos, o IPad funciona como uma versão maior do IPhone, que eles já raptavam de seus responsáveis para mexer nos aplicativos. Maior e, por isso, muito mais atrativa às pequenas e ágeis mãos que não titubeiam na manipulação intuitiva da tela sensível ao toque.
“Eu gosto do aplicativo do Sistema Solar. É legal de brincar e aprender ao mesmo tempo. Queria que todas as crianças tivessem um IPad”, diz Augusto, 7 anos. O fato deste aplicativo – e a grande maioria deles – estar em inglês nunca foi um empecilho para a curiosidade do garoto. Pelo contrário, os programas mais divertidos facilitam o aprendizado do idioma e a linguagem visual colabora para a fácil compreensão.
A possibilidade de combinar brincadeira e aprendizagem é justamente o que faz com que os pais se rendam ao tablet: o gadget é um grande catalisador do aprendizado mental e desenvolvimento motor da criança, traz um balanço entre educação e entretenimento e, ainda, a possibilidade de conteúdo controlado, já que são os pais que decidem os aplicativos que podem ser instalados. O IPad não é apenas um brinquedo, mas um baú cheio deles.

A Editora Globo foi a primeira editora brasileira a lançar um livro em formato para IPad. O título escolhido foi "A Menina do Narizinho Arrebitado", de Monteiro Lobato. GRÁTIS, em português
DE OLHO NO RELÓGIO
Para Maria Ângela Barbato Carneiro, coordenadora do Núcleo de Cultura e Pesquisas do Brincar da PUC (Pontifícia Universidade Católica), de São Paulo, a tecnologia é importante e um caminho sem volta. “Entretanto, ela deve ser usada durante um tempo limitado, especialmente em se tratando de crianças pequenas. Elas precisam se movimentar fisicamente, pois conhecem o mundo explorando o espaço”, alerta a profissional. “É preciso cuidar para que a criança não sofra qualquer tipo de deslocamento no espaço e relações humanas”.
Talking Tom Cat, atualmente o gato de estimação mais famoso do mundo virtual, é um dos aplicativos que já tem na conta, pelo menos, uma experiência negativa. A mãe de Liz, 4, que preferiu não ser identificada, disse que sua filha passou a querer dormir e acordar com o tablet ao lado da cama, e chorar ao ser proibida de levá-lo para a escola. “Cheguei a levar ela num pet shop e oferecer um gato de verdade, mas ela ficou com medo. Isso me fez decidir tirar o IPad da vida dela por um tempo”, conta.
Em conversa com o UOL Crianças, Ana Carolina, 12, disse que com o tempo aprendeu a dosar o tempo gasto no mundo virtual. “Qualquer criança só tem a ganhar com isso, mas parecia impossível quando eu era mais nova”, confessa a garota com sabedoria de “gente grande”. “Quero trabalhar na indústria têxtil, uso aplicativos como o Adobe Ideas para registrar as várias ideias para roupas que vem na minha cabeça”, diz.
Atualmente ela usa o IPad como uma “ferramenta de trabalho”. O Adobe Ideas permite uma ótima iniciação em sobreposição de cores, fotos e desenho, um dispositivo perfeito para exercitar o lado direito do cérebro, visual e criativo.
USO COMPARTILHADO
A grande maioria dos brasileiros trouxe o IPad para dentro de casa em “versão familiar”, segundo pesquisa realizada pela Editora Globo Livros. Ou seja, o mesmo aparelho é compartilhado por todas as pessoas da família e cada uma faz um uso específico dele.
Com esse dado em mãos, Mauro Palermo, Diretor da editora, tomou a iniciativa de lançar um dos primeiros aplicativos em português para crianças. “A Menina do Narizinho Arrebitado”, o primeiro livro infantil de Monteiro Lobato que já estava até mesmo fora de catálogo, ganhou versão adaptada para a leitura no tablet e traz o texto completo da obra.
“É uma aposta numa plataforma que o brasileiro gosta, a dos tablets”, diz Mauro. “Acredito que com isso vou conseguir atingir lares que ainda não falam com nossos livros de perto. É um excelente incentivo a leitura”. Recentemente, a editora foi mais longe, disponibilizou para download na loja de aplicativos da Apple todos os livros de Monteiro Lobato.
No mesmo caminho, outras editoras também acabam de lançar livros interativos adaptados à nova plataforma durante a Bienal Internacional do Livro, no Rio de Janeiro. Personagens de Mauricio de Sousa e Ziraldo, por exemplo, também vão mergulhar dentro do “brinquedo” para divertir as crianças. Pelo menos aquelas que podem ter um IPad na mão.
EMERSON KIMURA
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
Link da reportagem Folha: http://www1.folha.uol.com.br/tec/837027-flash-e-centro-de-debate-entre-apple-e-concorrencia.shtml
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Flash é centro de debate entre Apple e concorrência
O Flash tem provocado muita discussão neste ano. Enquanto a Apple critica fortemente a tecnologia da Adobe e proíbe o seu uso no iPhone e no iPad, fabricantes de smartphones e tablets que usam Android listam o suporte a Flash como um diferencial positivo.
Usado em muitos sites populares, o Flash é uma tecnologia que permite o uso de recursos como vídeos, animações, aplicativos e games em páginas da web.
Ele exige alto poder de processamento e aumenta o consumo de energia do aparelho. É uma questão crucial para portáteis -que têm hardware menos potente do que computadores pessoais e usam bateria com duração limitada- e uma das razões apontadas por Steve Jobs para não permitir o Flash no sistema iOS.
Problemas de interface e segurança e a existência de tecnologias alternativas (como HTML5 e JavaScript) foram outras questões levantadas por Jobs em um memorando divulgado em abril deste ano.
O Google segue por um caminho oposto: um dos diferenciais de sua plataforma Android é justamente a compatibilidade com o Flash por meio de software da Adobe.
O Flash pode comprometer o desempenho do sistema, mas no Android ele é opcional, ou seja, pode ser desativado. Essa é uma vantagem do Android em relação ao iOS -ele dá ao usuário o poder de decisão sobre o uso do Flash.
A Apple não dá esse poder aos donos de iPhone e iPad, que para usar o Flash precisam recorrer a soluções como o navegador Skyfire ou o destravamento do aparelho (jailbreak), que não garantem uma experiência adequada.
Por enquanto, são poucos os smartphones e os tablets compatíveis com o Flash, mas a situação deve mudar com o lançamento de aparelhos cada vez mais poderosos e com a ampliação do suporte do complemento para outras plataformas, como BlackBerry, Windows Phone, MeeGo e Symbian.
09/11/2010 – 21h06
Aparelho permite ver imagens em 3D no iPhone
A tecnologia 3D parece ser o futuro dos videogames, e os aparelhos iPhone e iPod Touch da Apple não querem ficar atrás e também vão ter suporte à tecnologia.
A fabricante de brinquedos norte-americana Hasbro vai lançar um acessório chamado “My3D”, que pode ser acoplado ao iPhone e iPod e oferecer uma melhor experiência com jogos em três dimensões, pelo valor de US$ 30 e disponível no próximo outono.
O dispositivo, que lembra um binóculo, pode ser usado não apenas com jogos, mas também com vídeos, aplicativos e conteúdo de entretenimento para os seus usuários, que estarão disponíveis na App Store da Apple.
“As pessoas poderão ver trailers e trechos exclusivos dos bastidores de filmes por até 20 minutos”, diz o comunicado. A Hasbro já teria fechado parceria com outras empresas como a Dreamworks para a produção de conteúdo exclusivo para o dispositivo. Segundo a empresa, nada disponível no mercado possui a mesma qualidade e experiência do “My3D”.
Segundo o analista de mercado Shaw Wu, da Kaufman Bros. L.P., há mais de 125 milhões de iPhones e iPod vendidos e que o dispositivo 3D tem um grande potencial. Segundo ele, até o final de 2011 esse número deve crescer para 200 milhões.
Dessa maneira a Apple se prepara para receber o portátil Nintendo 3DS, previsto para chegar no Japão em fevereiro de 2011 e é capaz de processar gráficos com efeito 3D estereoscópico sem a necessidade de óculos especiais.
Com ajuda de binóculo será possível ver filmes curtos em 3D no iPhone
Confusão entre Apple e Ministério da Justiça impede seção de jogos na App Store brasileira
CLAUDIO PRANDONI
da Redação Uol Jogos
31/08/2010 – 18h02
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Por causa de um conflito entre a Apple e o Ministério da Justiça, os proprietários de iPhone, iPod ou iPad no Brasil não conseguem adquirir games na App Store. Como não existe uma área de jogos na loja on-line, o jogador se vê reduzido a duas opções: limitar-se aos poucos games listados em outras categorias, como Entretenimento e Educação, ou apelar para métodos ilegais.
Normalmente, em países onde o iPhone, iPod e iPad estão oficialmente disponíveis, é a Apple quem define a classificação etária dos jogos da App Store. No Brasil, contudo, o Ministério da Justiça centraliza o processo, avaliando e indicando as idades apropriadas para produtos como novelas, filmes e também jogos eletrônicos. (…)
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Leia a matéria completa: http://jogos.uol.com.br/ultnot/multi/2010/08/31/ult530u8134.jhtm







