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Reportagem no UOL Jogos destaca lançamento de game indie brasileiro, baseado na cultura indígena, para PC. Contrariando a tendência, o game é voltado para o mercado interno. Prova disso, é o uso do título em português, o que não ocorre na maioria dos games produzidos em terras tupiniquins.

A Duaik, que é a empresa produtora, é formada por quatro desenvolvedores independentes que apostam no sucesso da empreitada. Nós apoiamos a iniciativa!

O game é de plataforma, com bons gráficos e efeitos bem produzidos (ao menos no trailer do game), e consiste, basicamente, em encontrar a cura para o pajé da aldeia.
Já tínhamos feito um post citando a produção do game, mas, na reportagem do UOL, achei muito interessante alguns depoimentos dos desenvolvedores, em que apostam no mercado interno. Torcemos para que dê certo!

Vamos adquirir o game para postar um release e testar a jogabilidade e outros aspectos do game. Creio que valerá a pena!

O game está disponível na Splitplay por apenas R$24,90.
Confira o trailer:

Matéria veiculada no portal Play’n’Biz – Entretenimento & Negócios, destaca a iniciativa do Governo Federal no fomento à produção audiovisual no Brasil; em especial, incentivos para a produção e desenvolvimento de games.


Programa de Apoio ao Desenvolvimento da Indústria Audiovisual, o Prodav, oferece oportunidades para novos projetos voltados a programas televisivos e mídia interativa, como ‘websódios’. A Abragames, convidada para o pronunciamento oficial, quer garantir o fomento do programa à produção nacional de games – Por Kao Tokio

O Programa de Apoio ao Desenvolvimento da Indústria Audiovisual, PRODAV, é uma iniciativa do governo federal voltada ao incentivo projetos audiovisuais independentes em formatos variados. Em comunicado institucional, a Abragames informou que participará oficialmente do lançamento do projeto. “Importante mencionar que a Abragames foi convidada a participar como representante do setor de Games no Conselho Superior do Audiovisual”, escreveu em informativo nas redes sociais Eliana Russi, Gerente Executiva do Projeto Setorial de Exportação Brazilian Game Developers, projeto da Abragames com a Apex-Brasil, Agência Brasileira de Promoção a Exportações e Investimentos. “Nosso pleito é para que Games passem a ser considerados como Audiovisual Interativo e sejamos beneficiados pela Lei do Audiovisual, que, inclusive nos abrirá portas para acessar fundos importantes de financiamento como Fundo Setorial do Audiovisual”, afirmou no comunicado.(…)

Confira a reportagem completa aqui!


Aritana

Dois games brasileiros, um em produção e outro recém lançado, valorizam, de forma criativa, a cultura indígena brasileira.

Tratam-se de “Aritana e a Pena da Harpia”, jogo de plataforma 3D, com um design inovador para os padrões brasileiros de produção de games, onde Aritana, um bravo guerreiro com o Cajado do Pajé, deverá superar obstáculos e combater os Espíritos da Floresta em um estilo de mecânica rápida, intuitiva e divertida. Além disso, o jogador é perseguido constantemente pelo Mapinguari, personagem folclórico da floresta Amazônica.
O game está disponível para venda no site Splitplay.

O outro game, merece destaque por ter conseguido, recentemente, ser selecionado para apoio do Rumos Itaú Cultural. O game ainda está em desenvolvimento, mas é possível dar uma espiada em como será o game em seu site oficial aqui.
Com o nome “Huni Kuin: Os Caminhos da Jibóia”, o game pretende trazer para o público algumas histórias da tribo Huni Kuin, originária da Amazônia. Pelos depoimentos e imagens, vem coisa boa por aí.

Marcelo Faria – Portal Uai
Publicação: 12/04/2014 21:01

A Firaxis decidiu acabar com o mistério e revelou qual será o seu novo jogo: Sid Meier’s Civilization: Beyond Earth, que seguirá a jogabilidade da série Civilization, mas com uma ambientação que lembra mais Sid Meier’s Alpha Centaury, de 1999, com um futuro de ficção científica espacial.

No jogo, o planeta Terra está morrendo após uma catástrofe global e a humanidade precisa buscar um novo local para viver. O jogador deve guiar esses sobreviventes em um novo planeta, enfrentando desafios como organismos extraterrestres, ambientes árduos e, claro, outros colonizadores.

O jogo será publicado pela 2K Games, com lançamento previsto para PC no segundo semestre deste ano.


Veja também:

Vídeo de divulgação do game Corra do Acarajé, que está em fase final de produção.

BebadoO game, “Corra do Acarajé!”, é fruto de um trabalho que partiu dos alunos do curso de Jogos Digitais, na faculdade Fumec, em Belo Horizonte.
A ideia inicial, do Glauber Ferreira, modelador 3D, foi baseada em uma animação francesa, onde um sanduíche gigante ataca aquele que iria comê-lo.

Depois de uma votação acirrada, a ideia ganhou por maioria. O que se seguiu foram várias reuniões, onde ideias e sugestões iam surgindo e sendo postas no papel. Queríamos algo original, nosso, brasileiro mesmo. Daí surgiu a ideia do Acarajé…

Assim que começou a ganhar forma, os trabalhos começaram a ser feitos, como a criação do GDD, no início de março de 2013, além dos sketches dos personagens, cenários e etc.

O trabalho foi rendendo até terminar o primeiro semestre de 2013. O grupo original foi desmembrado e novos integrantes passaram a trabalhar no novo grupo.
Foram feitas texturas, modelagens, animações, edição e captura de áudio, vozes, efeitos…

Agora o site está no ar, o vídeo de divulgação está no youtube… resta a pergunta que não quer calar: quando poderemos jogar o game?

Em breve…

Veja o vídeo:

O título é da reportagem veiculada no jornal Estado de Minas, no dia 30/09/2013.

O game em questão está em fase final de desenvolvimento e, a previsão, é que fique pronto ainda este ano.

O game está sendo desenvolvido pelos alunos do curso de Jogos Digitais da faculdade Fumec, de Belo Horizonte.
A Escola de Jogos está contribuindo de maneira substancial para a produção e para a divulgação do game. Produzimos uma pequena animação do game que pode ser vista no site www.corradoacaraje.com.br.

 

Veja um trecho da reportagem:

Um gaiato passa a noite na farra em Salvador e ao nascer do sol rouba o primeiro acarajé preparado por uma feirante para as vendas do dia. Um erro terrível. Na Bahia, todo mundo sabe. O quitute número um a sair da panela tem dono. Vai para Oxum, um poderoso orixá do candomblé que evidentemente não gostou nada do comportamento do espertinho. O que se segue é uma perseguição pelas ruas da capital baiana, com o gatuno tentando salvar a vida fugindo do acarajé que roubou, agora transformado em monstro por Oxum.

A ficção se passa no estado do Nordeste, mas foi idealizada e virou um jogo que está em fase de produção por professores e alunos da Universidade Fumec, de Belo Horizonte. Foi batizado de Corra acarajé, e a expectativa é que até o fim do ano possa ser acessado nos tradicionais sites especializados em jogos gratuitos. “Muito do que é feito hoje na área tem como base os Estados Unidos. Queremos colocar no mercado produtos com a cara do Brasil”, diz Hudson Ludgero Ribeiro, professor do curso de jogos digitais da universidade.(…)

Reportagem veiculada no jornal Estado de Minas

Publicação: 30/09/2013 07:40 Atualização: 30/09/2013 07:43

Leonardo Augusto

Leia mais!

Do blog Tecnoblog.

Link: http://tecnoblog.net/138425/thralled-game-escrava-isaura/

Escrito por:

22/08/2013 às 18h52

 

Um jogo que aborda o tema escravidão no local Pernambuco com a protagonista Isaura que tem as características escrava e negra só pode ter sido feito por um estúdio brasileiro, não? Não. A ideia é de estudantes da USC (University of Southern California) e nenhum deles é brasileiro, exceto um dos rapazes responsáveis pela trilha sonora, Antonio Andrade. Além dele, o “elo” mais próximo da história do jogo com o Brasil é o fato do líder do projeto, Miguel Oliveira, ser de Portugal.

O jogo se chama Thralled. Segundo a descrição no site, a protagonista Isaura é uma escrava que veio do Congo para Pernambuco em meados de 1700 para trabalhar nas lavouras de cana. Ao chegar no Brasil, é separada de seu filho bebê e, anos depois, parte em uma aflitiva busca por ele.

No preview que o Kotaku jogou, as coisas são um pouco diferentes: Isaura está com o bebê nos braços e precisa liberar o caminho bloqueado por obstáculos em forma de puzzles para continuar sua fuga. Para isso, ela precisa deixar a criança no chão enquanto mexe no cenário e conseguir pegá-la no colo novamente antes que sua “sombra” a alcance.

A sombra deve representar algo como o medo escabroso de Isaura ao fugir da senzala; não há, pelo menos no vídeo e nos screenshots divulgados, nenhum “caçador de escravos” atrás dela. Provavelmente porque a ideia não é que seja um jogo de ação, mas uma experiência mais íntima (e torturante) para o jogador ao enfrentar seus próprios medos.

Thralled ainda não foi finalizado, mas deve ser disponibilizado no fim do ano para iOS.

Com informações: Kotaku

Foi validada nesta quinta-feira (8) a Portaria nº 116, que inclui jogos eletrônicos na Lei nº 8.313, a Lei de Incentivo à Cultura, conhecida também como Lei Rouanet.

Em linhas gerais, a lei permite que pessoas físicas e empresas captem dinheiro que seria pago ao Imposto de Renda para investir em produções culturais. Ou seja, permite que empresas redirecionem parte de seus impostos para pessoas ou outras empresas que estejam produzindo obras culturais.

Apesar da Portaria que inclui os jogos na lei já ser válida, só a partir de 2012 que serão publicadas as Portarias que permitirão a captação de verba para jogos eletrônicos.

Reportagem do Uol Jogos.

08/12/2011 – 14h46

da Redação.

Link: http://jogos.uol.com.br/ultimas-noticias/2011/12/08/jogos-eletronicos-sao-incluidos-como-area-cultural-para-lei-rouanet.htm

 

Objetivo é implementar jogos nas escolas e focar em criatividade, cultura, política, economia e cidadania.

Reportagem foi veiculada em maio deste ano e re-publicada em outubro. Ou seja, muita coisa já rolou de lá pra cá. E a tendência é que continue rolando mais e mais…

Arquivo Arena, Henrique Sampaio 18/10/2011 20:08

Matéria originalmente publicada em 03/05/2011

Link da reportagem: http://arena.ig.com.br/jogos-devem-ser-implementados-nas-escolas-diz-professor-da-usp/n1597292758632.html

Jogos devem ser implementados nas escolas, diz professor da USP

Games for Change promove jogos como catalizadores sociais

O nome já diz tudo: Games for Change (ou Jogos pela Mudança) é um movimento que desde 2004 propõe a criação de jogos que abordem problemas sociais, políticos e econômicos do mundo contemporâneo, com o objetivo de conscientizar, informar e educar tanto quanto entreter. Desde a primeira edição do evento, em 2004, o Games for Change vem conquistando o apoio de desenvolvedores, acadêmicos, fundações e ONGs, principalmente nos EUA.

O projeto deu origem a dezenas de jogos baseados em problemas do mundo moderno, como o premiado Global Conflict (Conflitos Globais, na edição em português), que faz o jogador refletir sobre temas como democracia e meio ambiente, ou ICED – I Can End Deportation, que aborda o drama da imigração ilegal e questões de direitos humanos. Todos os jogos produzidos com o apoio do Games for Change, incluindo o puzzle brasileiro sobre sustentabilidade City Rain, ficam disponíveis nosite oficial do movimento.

Gilson Schwartz, professor da USP, é o curador do Games for Change no Brasil

A partir deste ano o Games for Change assume um caráter internacional, e ganha edição brasileira em parceria com o SBGames, com curadoria de Gilson Schwartz, professor do Departamento de Cinema, Rádio e TV da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo e criador do grupo de pesquisa Cidade do Conhecimento, que deu ao Arena mais detalhes sobre o projeto e falou sobre a importância da utilização de games no ambiente escolar.

Parte do Games for Change consiste no evento, que acontecerá simultaneamente ao SBGames, entre os dias 7 e 9 de novembro, em Salvador, na Bahia. No entanto, ao longo do ano, o projeto prevê uma série de cursos, oficinas e concursos em diversas cidades brasileiras.

“Vamos seguir de perto a edição americana”, disse Schwartz, que acontecerá entre os dias 20 e 22 de junho, em Nova York, trazendo como um dos conferencistas o ex-Vice Presidente dos EUA, Al Gore. “Queremos o mesmo nível de importância e impacto político no Brasil. O mercado de games passa por uma transformação qualitativa, fala-se cada vez mais em ‘gamificação’ do mundo, da educação, do trabalho e da cultura. O Games for Change reflete essa importância e representa uma oportunidade para os brasileiros participarem ativamente dessa nova convergência cultural.”

Leia a entrevista completa:

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Evento traz mais de 30 horas de palestras, debates e oficinas em diferentes locais da capital paulista

Redação Arena 29/11/2011 11:53

Link da reportagem: http://arena.ig.com.br/festival-games-for-change-une-videogame-e-transformacao-social/n1597388385906.html

Festival Games for Change une videogame e transformação social

Evento traz mais de 30 horas de palestras, debates e oficinas em diferentes locais da capital paulista

Al Gore dá palestra no Games for Change em Nova Iorque

Acontece em São Paulo entre o dia 8 e 11 de dezembro a primeira edição do Festival Games For Change, um movimento criado nos EUA que propõe a criação de jogos como catalizadores sociais, e que ganhou sua primeira edição brasileira neste ano. O festival dá continuidade a uma série de eventos que já aconteceram em diferentes regiões do Brasil, trazendo mesas redondas, fóruns e oficinas sobre jogos e sua capacidade de transformação da sociedade, educação, economia, meio ambiente e cultura.

Depois de passar por Salvador, na Bahia, dentro do SB Games 2011, evento focado na indústria, mercado e academia, o Games for Change retorna a São Paulo, onde trará mais de 30 horas de atividades distribuídas entre a Cidade Universitária da Universidade de São Paulo, o Paço das Artes, o Museu da Imagem e do Som (MIS) e a Universidade Mackenzie, na Consolação, com entrada gratuita e transmissão ao vivo pela internet.

“Vamos seguir de perto a edição americana”, disse Gilson Schwartz ao Arena, curador do evento e professor do Departamento de Cinema, Radio e TV da Escola de Comunicações e Artes da USP. “Queremos o mesmo nível de importância e impacto político no Brasil. O mercado de games passa por uma transformação qualitativa, fala-se cada vez mais em ‘gamificação’ do mundo, da educação, do trabalho e da cultura. O Games for Change reflete essa importância e representa uma oportunidade para os brasileiros participarem ativamente dessa nova convergência cultural.”

O Festival Games for Change terá atrações para estudantes de diferentes áreas, professores, game designers, gestores sociais, artistas e interessados em novas mídias, internet e criatividade, começando no dia 8 de dezembro na Escoda de Comunicação e Artes da USP, passando pela Universidade Mackenzie na sexta, até se voltar ao MIS no sábado e domingo, com fóruns, palestras, apresentações e uma premiação. Acesse o site oficial do Games for Change para ver a programação completa.

Os interessados em participar devem preencher a ficha de inscrição até o dia 7 de dezembro, através do site oficial do evento.

 

 

 

 

Um game produzido no Brasil, por uma empresa brasileira (Donsoft Entertainment), tem como
plano de fundo a história da escravidão. Um game que alia tecnologia, educação e cultura. Confira o vídeo da reportagem IG:

extraído do link: http://revistaeducacao.uol.com.br/textos.asp?codigo=11736

Discurso escolar baseado em livros ignora os jogos eletrônicos, cotidianamente presentes na cultura audiovisual de crianças e jovens

Fabiano Curi

Nos últimos anos, um novo vilão tem assustado pais e educadores: o videogame. Considerados responsáveis por comportamentos violentos dos jovens e transmissores de valores pouco abonadores para as crianças, os jogos eletrônicos recebem as mesmas análises acusatórias que sofreram no passado mídias e formas de entretenimento como os quadrinhos, o rock, o cinema e a televisão. O despreparo dos professores para lidar com as tecnologias de comunicação e lazer que fazem parte da rotina de seus alunos e o desconhecimento que os pais têm dos hábitos de seus filhos já ganharam respaldo da mídia e de grupos políticos na demonização dos jogos.

Nos EUA, a proliferação de videogames levou políticos de projeção como a senadora democrata e ex-primeira-dama Hillary Clinton a culpar os jogos por “roubar a inocência de nossas crianças”. Contudo, os ataques aos jogos vão contra interesses de uma indústria do entretenimento que movimentou mais de US$ 7 bilhões com games em 2004 apenas nos EUA. A PriceWaterhouse apresentou em seu relatório Global Entertainment and Media Outlook – 2004-2008 uma previsão de crescimento global da indústria de mídia e entretenimento de 6,3% ao ano até 2008. Nesse mesmo período, os videogames crescerão 20,1% ao ano, chegando a girar US$ 55,6 bilhões no mundo todo em 2008.

Tal crescimento já atraiu o interesse de grandes conglomerados de comunicação, como SEGA, Nintendo, Microsoft, Sony, Nokia e Disney, que inserem os videogames em grandes pacotes de produtos culturais para consumo global, envolvendo livros, músicas, filmes e programas televisivos. Dessa forma, obras como Harry Potter saem dos livros para as telas, trilhas sonoras, brinquedos e, invariavelmente, para a frente do joystick.

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