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02/03/2015 – 10h12
Veja 5 jogos que vão deixar você mais inteligente
Théo Azevedo
Do UOL, em São Paulo

Link da reportagem

“Jogar videogame faz bem. De acordo com um estudo da Academia Americana de Pediatria, crianças que jogam até uma hora por dia costumam ser mais sociáveis do que aqueles que não cultivam tal hábito, o que contraria o discurso de que se divertir com videogame é um hábito antissocial. (…)” Reportagem no UOL

Aumento na flexibilidade cognitiva, que está ligada à capacidade de encontrar soluções criativas para problemas e conciliar diferentes conceitos simultaneamente, aprender sobre civilizações e descobertas tecnológicas, aprimorar as ondas cerebrais envolvidas na atenção visual e aprender novas habilidades motoras, aprender a lidar com recursos limitados e com as consequências de decisões complexas além de aprender noção espacial, construção e compreensão do planejamento…

São apenas exemplos de alguns dos benefícios que alguns games podem trazer para crianças, jovens e adolescentes (até mesmo adultos). Se os games fossem vistos com outros olhos, como acontece em algumas escolas e universidades dos EUA, a gama de benefícios pode ainda ser maior.

Veja os games que foram selecionados pela reportagem do UOL que podem trazer esses e outros benefícios.

Veja 5 jogos que vão deixar você mais inteligente

Por Redação Olhar Digital – em 09/09/2014 às 17h20

Reportagem veiculada no portal Olhar Digital, destaca lançamento de aplicativo que auxilia crianças com deficiência visual, desenvolvido por professor da Unicamp.

Aluno de mestrado na Unicamp e professor de informática, Henderson Tavares de Souza (à direita na foto) desenvolveu um aplicativo que ajuda crianças deficientes visuais a aprender matemática. O MiniMateVox é voltado para alunos de 6 anos do ensino fundamental e oferece atividades de matemática, inclusão digital e recreação.

A metodologia de ensino do software sugere diferentes maneiras de utilização dos recursos em 20 aulas. Cada uma delas dura em média duas horas e reúne 15 atividades. Segundo o desenvolvedor, o software deve ser utilizado como recurso complementar às aulas para que o aluno seja capaz de realizar as mesmas atividades propostas num livro didático recomendado pelo Ministério da Educação. (…)

Link da reportagem completa aqui!

Maria Laura Albuquerque
Do UOL, em São Paulo
Link: http://mulher.uol.com.br/gravidez-e-filhos/noticias/redacao/2014/08/25/aulas-de-tecnologia-ganham-espaco-e-importancia-nas-escolas.htm

07h15

Cada vez mais instituições de ensino têm demonstrado abertura para a inserção, em sua grade de aulas, de matérias ligadas à tecnologia. Usar a tecnologia a favor do ensino é uma excelente saída. Já comentamos em outras ocasiões o uso da tecnologia na educação. Segundo a reportagem do UOL, parece que essa realidade está cada vez mais presente em nosso cotidiano; falta educar os pais. Confira um trecho da reportagem:

No próximo ano, em nove estados norte-americanos, a ciência da computação deixará de ser uma matéria eletiva e terá o mesmo valor de matemática e ciências. O que significa que 30 distritos escolares dos Estados Unidos terão aulas de codificação de computadores para turmas de ensino médio e fundamental.

No Brasil, a onda tecnológica também está adentrando as escolas com força. É cada vez maior o número de salas de aula com computadores dividindo espaço com cadernos e livros, e crescente a oferta de cursos extracurriculares. Ao mesmo tempo, muitos pais se sentem perdidos em meio a tanta informação nova e têm dúvidas sobre a real validade desse tipo de conhecimento.

Será modismo ou realmente as crianças nascidas nesse início do século 21 precisam aprender a lidar cada vez mais com computadores, não só como usuárias, como também no papel de desenvolvedoras de conteúdo?

As famílias também temem que o mundo high-tech engula as crianças e os jovens a ponto de eles não se interessarem mais por outros assuntos, como esportes. E mais: quem não fica com um pé atrás quando o filho passa horas navegando na internet: será que ele está seguro ou corre o risco de entrar em contato com pessoas más intencionadas?

Atentas às novas tendências e, ao mesmo tempo, alinhadas às questões apresentadas pelos pais, diversas instituições de ensino estão oferecendo cursos que ensinam a garotada a criar aplicativos e games, por exemplo. (…)

Leia mais…

Reportagem UOL

Do UOL, em São Paulo 21/05/2014
Reportagem completa aqui!

Aprender contabilidade governamental pode ficar mais estimulante se os conceitos da disciplinas forem aplicados. Os estudantes também podem entender melhor o conteúdo. No caso dos estudantes da UFRJ (Universidade Federal do Rio de janeiro), a aplicação se deu no mundo virtual, mais especificamente no ambiente do jogo eletrônico SimCity.

A possibilidade foi demonstrada em um estudo de doutorado defendido pelo pesquisador e professor de Contabilidade Governamental da UFRJ Marcos Roberto Pinto na FEA-USP (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo).

A aplicação do jogo SimCity possibilitou ao aluno vivenciar a formação e a gestão de uma cidade, além do desenvolvimento de um sistema de informações contábeis.

“O emprego do jogo eletrônico se apresenta como uma inovação no processo de ensino, podendo ser considerado um forte aliado no desenvolvimento de estratégias instrucionais destinadas a um público que já nasceu sob a forte influência dos aparatos digitais”, sugere. Em seu trabalho, Marcos Roberto Pinto demonstra que os estudantes que utilizam o SimCity, inserido no ambiente de aprendizagem, têm melhores notas e se saem melhores em testes-padrão.

O SimCity é um jogo de simulação que tem por objetivo criar uma cidade e administrar seus recursos, de forma a evitar a falência e a expulsão do prefeito.

Cena do jogo

Vídeo da série do canal Olhar Digital sobre o uso de tecnologias na educação. Nesse capítulo, o uso de games.

 

Já escrevi alguns artigos defendendo o uso dos jogos como ferramenta no processo de educação.

Salvo algumas iniciativas isoladas no mundo e inclusive no Brasil, em geral, os jogos sofrem muita resistência por parte de educadores e profissionais da área, que não enxergam os games com bons olhos. Longe de discutirmos as causas e motivos por detrás desse desinteresse ou mesmo preconceito, a área médica já enxergou a potencialidade de se utilizar essa poderosa ferramenta no auxílio do tratamento de seus pacientes.

O advento de novas tecnologias e novos conceitos na área de games permitiu aos profissionais de saúde integrarem aos seus tratamentos e diagnósticos, instrumentos como o Kinect, da Microsoft e o Nintendo Wii, com absoluto sucesso, em se tratando da aceitação de seu público. Além de tornar o tratamento mais divertido para os pacientes, os profissionais agora têm diagnósticos mais precisos para seus relatórios.

Além do uso na área médica, começam a surgir iniciativas, como a ONG Games for Change, onde os jogos têm uma abordagem estritamente social, econômica e política. Temas como a situação de guerra constante entre países do Oriente Médio, a situação econômica de alguns países e até a questão do terrorismo são recorrentes nos games patrocinados pela organização.

 

Política e Brasil

Não é novidade para nenhum brasileiro as constantes notícias veiculadas na mídia, seja ela independente ou tradicional, dos usos abusos do poder, por parte dos nossos representantes, em praticamente todas as esferas do poder público. Escândalos verdadeiramente absurdos têm a mania de não dar em nada, ou, como temos a cultura de dizer, de dar em “pizza”. Diante desses e outros fatos, os quais não é o nosso foco, a população começa a reagir diante de tantas denúncias de corrupção.

As manifestações recentes ocorridas em nosso estimado país, têm levantado diversas questões que, se antes eram menos evidentes, agora tornaram-se claras, até demais. O que é ótimo, diga-se de passagem.

Mas as reivindicações dos manifestantes não devem perder força apenas porque o povo, ávido por mudanças, deixou de ir às ruas; é preciso encontrar formas, estratégias eficientes que permitam que a voz, a muito silenciada, continue a ser ouvida pelos governantes.

O movimento que estamos vivenciando nas mídias sociais têm se mostrado cada vez mais eficientes nesse quesito: policiar e cobrar mais transparência do governo.

 

Mas, e os games?

Creio que a tecnologia está sendo usada de maneira bastante eficaz para cobrar do Governo, uma administração mais transparente. O próprio Governo está disponibilizando mais informações em sua página na internet.

Já a população, têm se mostrado bastante ativa nas redes sociais e com ótimo poder de organização.

Além disso, começamos a ver, mesmo que timidamente, surgirem algumas manifestações criativas e bem humoradas de críticas aos constantes casos de corrupção.

Uma manifestação bastante interessante, é o game “Memória do Mensalão”. Desenvolvido pela 5:PM Serious, onde, em um jogo de memória, o jogador deve “prender” todos os acusados do escândalo e fazer justiça com as próprias mãos.

coxinhadamadrastaOutro game que trata de questões políticas, mas de maneira local, é o game “Coxinha da Madrasta“, que aborta, de maneira divertida, o caso envolvendo um vereador de Belo Horizonte na compra de “coxinhas”. O caso virou até uma marchinha de carnaval.

Outro game que vale a pena citar é o do incidente envolvendo uma bolinha de papel jogada contra o candidato à Presidência José Serra, em 2010. Inspirado na celeuma, neste jogo você pode acertar o político com a ajuda do mouse. (link)

 

Conclusões

A tecnologia dos games está, aos poucos, ganhando terreno no mundo de hoje. Deixa de ser uma opção de entretenimento, para se tornar ferramenta em diversas áreas antes não exploradas; e tem se dado bem. Com um pouco de paciência e pesquisa, é possível encontrar muita matéria sobre a utilização de games em diversas áreas.

É o que chamamos de gamification.

Uol – Educação 22/07/2013

Vinícius Bopprê
Do Porvir

Leia mais em: http://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/educacao/2013/07/22/game-simula-ruas-de-nova-york-para-ensinar-ingles.htm

 

Caio Braz tem 24 anos, é formado em engenharia pelo ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica) e tinha o sonho de empreender algum negócio social. Andou por todos os lados, pesquisou as oportunidades de mercado, ouviu algumas pessoas e, no fim das contas, entendeu que para que seu projeto desse certo, ele precisaria buscar a solução para um problema dele, que também fosse uma dificuldade de muitas pessoas. Braz não era tão bom em inglês e resolveu criar o jogo online Backpacker que simula uma viagem para Nova York, onde os usuários podem conversar com outros jogadores e realizar suas missões para aprender a nova língua.

“Saí perguntando para as pessoas qual era o sonho delas quando se trata de aprender outra língua e a resposta, quase sempre, era a vontade de morar em outro país, ter contato com pessoas desse outro idioma para aprender”, conta. Bem-humorado, Braz explica que criar uma agência de viagens não seria viável, já que seu objetivo era dar escala no aprendizado, alcançando pessoas das classes C e D.

“Nosso principal foco está no inglês básico para aquelas pessoas que têm um orçamento apertado, que não podem pagar por um curso de idiomas presencial e não conseguem acompanhar um curso gratuito online que, na maioria das vezes, é um pouco chato, cansativo”, diz.

O Backpacker, que por enquanto é gratuito, mas terá uma taxa de matrícula em breve para avançar determinados níveis, quer, antes de tudo, ser divertido. Nele, o jogador cria seu personagem, escolhe todas as suas características e sai de seu hostel para começar a andar pela cidade de Nova York, encontrando desafios pela frente, como pedir informações, fazer amizades e até encontrar com o famoso naked cowboy (caubói nu), artista de rua que se apresenta na Times Square. (…)

Novo game do site Escola Games: Labirinto Polar.

 

O urso entrou em uma fria!
Ele precisa achar a saída do labirinto para voltar ao seu iglu.
Corra! O tempo está passando e fica cada vez mais gelado no Polo Norte.

Dica para o educador

Jogo casual que estimula o raciocínio e coordenação motora dos alunos.

Link do jogo: http://www.escolagames.com.br/jogos/labirintoPolar/

Reportagem do UOL Educação aborda o uso de games na educação.

 

03/12/201218h11

Do Porvir

Um grupo de cientistas precisa de ajuda para montar um gerador nuclear. Eles buscam um operador novato que crie átomos corretamente, a partir de respostas a equações algébricas que, no início, são até fáceis, mas vão ficando cada vez mais complexas na medida em que o ajudante avança nos seus desafios. Parece complicado, mas diante de situações como a descrita acima e de outras também transformadas em games de matemática, cerca de 7.000 alunos do sistema Sesi e de algumas escolas estaduais do Rio têm visto suas notas e seu interesse pela disciplina aumentarem.

Há um ano eles têm usado os jogos Manga High, que propõe exercícios lúdicos, boa parte deles com o famoso traço japonês, para alunos do ensino fundamental ao médio, exigindo desde conceitos simples, como adição, até mais complexos, como fatoração quadrática. Até 2015, o número de estudantes com acesso aos jogos deve saltar para 500 mil.

“Identificamos que a matemática é uma grande carência no ensino médio e que, por consequência, afeta diretamente a qualificação dos empregados na indústria”, afirmou Bruno Gomes, assessor de tecnologias educacionais do Sistema Firjan, do qual as escolas Sesi fazem parte. A partir desse diagnóstico, o sistema foi buscar tecnologias que apresentassem uma possível solução ao problema. Foi então que eles conheceram de perto a empresa inglesa Manga High, que já vinha desenvolvendo games para a área de matemática.

“Passamos um ano traduzindo a plataforma e adaptando ao currículo nacional, que é bem diferente do currículo inglês”, diz Gomes. Hoje, um site em português reúne todos os jogos disponíveis. O dos cientistas, voltado para equações lineares, é um deles, mas a gama de opções tem mais de uma dezena de games, que passam por trigonometria, áreas e perímetros, reflexões, rotações, fatoração em números primos e outras áreas. Para aprenderem formas de incluir esses jogos em sua rotina, os professores passaram por capacitações. (…)

Leia mais…

Artigo do site TechTudo mostra a participação cada vez maior das mulheres no mundo dos games. Mães que apoiam a ideia do entretenimento digital, educam os filhos na hora de jogar e usam esses momentos para aproximação com os filhos.

13/05/2012 07h54 – Atualizado em 13/05/2012 07h54

Monique Mansur – da redação

Mamães gamers: conheça os perfis das mulheres que aderiram aos jogos

Se você pensa que videogame é coisa de homem, é melhor rever seus conceitos. Hoje, o número de mulheres que se divertem com jogos cresce a cada dia. Isso porque a expansão das tecnologias proporciona maior possibilidade de acesso a diferentes tipos de jogos, sejam no computador, smartphones ou tablets. Os aplicativos e as redes sociais chamam a atenção do público feminino por variarem no gênero, foco e objetivo. Em especial ao dia das mães, oTechTudo preparou uma homenagem a todas as mamães gamers de diferentes estilos e idades.

Diana Bouth com o marido, o irmão Theo e o filho Pedro se reúnem para jogar Wii (Foto: Divulgação)

A apresentadora do programa Mãe e Cia do canal GNT, Diana Bouth, é daquelas que gostam de acompanhar todos os passos do filho, até na hora de jogar videogame. Pedro, de cinco anos, adora os jogos de Nintendo Wii. Mas apesar de ser adepta dos games, Diana impõe restrições: o momento do videogame deve ser um programa feito em família e apenas nos fins de semana. Ela explicou que o limite é necessário para a criança saber que sempre existem outras formas de diversão. Além disso, Diana opta pelos jogos mais lúdicos, sem muita violência. “Os jogos preferidos dele são Mario Bros e Sonic. Lá em casa, os mais pesados, com algum tipo de violência, são vetados para a faixa etária dele”, revelou. Nesse quesito, ela atua como técnica, verificando táticas de jogo na Internet, dando dicas e mostrando os caminhos que devem ser seguidos.

Diana também gosta de jogar sozinha. A apresentadora contou que cresceu rodeada de irmãos homens e o videogame sempre foi uma forma de interação entre eles. “Os jogos eram o que tínhamos em comum. Sempre participamos todos juntos, cada um ajudando o outro com dicas sobre a jogabilidade”. Porém, o gosto por Mario Bros vem desde pequena. “Sou da época doNintendo e Atari, em que a técnica era muito mais simples. Hoje são muitos controles e botões, bem mais complexos”, explicou.

Segundo Diana, o videogame é algo que une a família Bouth. Ela contou que, uma vez por mês, os padrinhos de seu filho Pedro se reúnem com o afilhado e outros parentes para se divertirem com os jogos. “É uma forma dos adultos se aproximarem mais das crianças, pois no jogo, todos são iguais”, observou a apresentadora. (…)

Leia a reportagem completa aqui!

12/12/2011 – 07h44

ALEXANDRE ORRICO
DE SÃO PAULO

Folha de São Paulo – Folha.com

Link da reportagem: http://www1.folha.uol.com.br/saber/1019946-professores-avaliam-uso-de-games-em-aulas.shtml

Games ambientados no Oriente Médio para ensinar geografia e história ou um jogo onde você controla a construção de uma cidade para entender o conceito de desenvolvimento sustentável.

Esses são alguns dos exemplos de jogos citados no Games for Change (G4C), que acabou ontem em São Paulo(11/12/11).

Andre Hashimoto, 32, desenvolvedor de jogos na oficina "Brincriação" do Games for Change

“O G4C defende que jogos eletrônicos podem ser fortes ferramentas de educação e conscientização social”, afirma Gilson Schwartz, coordenador do G4C Brasil.

Thomas Rodrigues, 26, professor concursado da prefeitura de Itu, era um dos interessados na oficina “Brincriação -a imaginação dos jovens e o poder criativo dos games”, que aconteceu ontem no MIS (Museu da Imagem e do Som), na zona oeste.

Rodrigues gosta de dar aulas de inglês com ajuda dos videogames. “Não tem ferramenta mais eficaz. Uso jogos de dança e de aventura, onde digo em inglês o que quero que as crianças façam. Elas aprendem muito rápido”.

Lucia Santaella, pesquisadora e professora doutora da PUC-SP, disse no evento que “a escola precisa acordar e utilizar a lógica dos games nas aulas. Eles têm tudo o que é necessário para os estudantes se engajarem”.

Apaixonados por games, programadores e interessados por tecnologia se reuniram com pesquisadores acadêmicos e gestores públicos nos quatro dias de evento na USP, no Mackenzie e no MIS.

“Esse foi apenas o primeiro G4C no Brasil. Esperamos que o evento ajude a firmar a ideia de games como instrumento de ensino no Brasil”, afirma Schwartz.

 

 

Evento traz mais de 30 horas de palestras, debates e oficinas em diferentes locais da capital paulista

Redação Arena 29/11/2011 11:53

Link da reportagem: http://arena.ig.com.br/festival-games-for-change-une-videogame-e-transformacao-social/n1597388385906.html

Festival Games for Change une videogame e transformação social

Evento traz mais de 30 horas de palestras, debates e oficinas em diferentes locais da capital paulista

Al Gore dá palestra no Games for Change em Nova Iorque

Acontece em São Paulo entre o dia 8 e 11 de dezembro a primeira edição do Festival Games For Change, um movimento criado nos EUA que propõe a criação de jogos como catalizadores sociais, e que ganhou sua primeira edição brasileira neste ano. O festival dá continuidade a uma série de eventos que já aconteceram em diferentes regiões do Brasil, trazendo mesas redondas, fóruns e oficinas sobre jogos e sua capacidade de transformação da sociedade, educação, economia, meio ambiente e cultura.

Depois de passar por Salvador, na Bahia, dentro do SB Games 2011, evento focado na indústria, mercado e academia, o Games for Change retorna a São Paulo, onde trará mais de 30 horas de atividades distribuídas entre a Cidade Universitária da Universidade de São Paulo, o Paço das Artes, o Museu da Imagem e do Som (MIS) e a Universidade Mackenzie, na Consolação, com entrada gratuita e transmissão ao vivo pela internet.

“Vamos seguir de perto a edição americana”, disse Gilson Schwartz ao Arena, curador do evento e professor do Departamento de Cinema, Radio e TV da Escola de Comunicações e Artes da USP. “Queremos o mesmo nível de importância e impacto político no Brasil. O mercado de games passa por uma transformação qualitativa, fala-se cada vez mais em ‘gamificação’ do mundo, da educação, do trabalho e da cultura. O Games for Change reflete essa importância e representa uma oportunidade para os brasileiros participarem ativamente dessa nova convergência cultural.”

O Festival Games for Change terá atrações para estudantes de diferentes áreas, professores, game designers, gestores sociais, artistas e interessados em novas mídias, internet e criatividade, começando no dia 8 de dezembro na Escoda de Comunicação e Artes da USP, passando pela Universidade Mackenzie na sexta, até se voltar ao MIS no sábado e domingo, com fóruns, palestras, apresentações e uma premiação. Acesse o site oficial do Games for Change para ver a programação completa.

Os interessados em participar devem preencher a ficha de inscrição até o dia 7 de dezembro, através do site oficial do evento.

 

 

 

 

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