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Aplicativo para celular (iPhone, iPad ou Android), permite ao jogador três alternativas de palavras (em inglês) para desenhar para um amigo, que consegue visualizar o passo a passo da criação para tentar adivinhar o desenho.
14/05/2012 08h38 - Atualizado em 14/05/2012 08h40
Laura Brentano do G1, em São Paulo
Reportagem veiculada no G1 – Tecnologia e Games. Link da reportagem completa.
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Filha de Mauricio de Sousa ensina a desenhar no ‘Draw Something’
Viciada no jogo, Marina Sousa dá dicas de como melhorar as criações.
Game exige que jogador faça desenho e envie para amigo adivinhar.
Desenhista desde criança, Marina Sousa começou a jogar “Draw Something” há um mês e já está viciada. Filha de Mauricio de Sousa, desenhista e roteirista da Turma da Mônica, Marina, de 27 anos, faz parte dos 10 milhões de usuários ativos do aplicativo.
O “Draw Something” funciona como o jogo “Imagem e Ação”: após baixar o game no celular (Android ou iPhone), o jogador recebe três alternativas de palavras (em inglês) para desenhar para um amigo, que consegue visualizar o passo a passo da criação para tentar adivinhar o desenho.
“Para mim, está sendo um exercício enorme de criatividade. Estou enxergando as coisas de outra forma e aprendendo a fugir do comum”, conta Marina, que usa um iPad para brincar no “Draw Something”. “Usar o tablet dá uma chance maior de expor meu trabalho. Gosto de dividir minhas criações com os amigos e ver a criatividade deles” (…)

Marina Sousa mostra uma das suas criações para o 'Draw Something' no iPad (Foto: Laura Brentano/G1)
Veja os desenhos de Marina Souza no ‘Draw Something’ clicando aqui!
Game testa habilidades e conhecimentos de quem deseja iniciar um negócio. É um game bem simples, com testes básicos de conhecimentos sobre o planejamento e processos de abertura de uma empresa. É patrocinado pelo Sebrae.
Confira o game no link abaixo:
Game ajuda jovens e adolescentes a decidir vocação.
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publicado por Publiminas
Link: http://www.publiminas.com/2011/12/jchebly-desenvolve-game-vocacional-para-faculdade-pitagoras/
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JCHEBLY desenvolve game vocacional para Faculdade Pitágoras
Que os adolescentes gostam de jogos, isso ninguém duvida. Agora, que eles podem ser uma ferramenta para auxiliá-los na escolha do futuro acadêmico, nem todo mundo sabia. Essa é a ideia do game vocacional criado pela JCHEBLY em parceria com a Faculdade Pitágoras. Intitulado Desafio Pitágoras 3D, o jogo foi apresentado na última sexta-feira (26) durante uma feira de profissões realizada no auditório da Cidade Acadêmica da Faculdade.
Criado numa plataforma lúdica em realidade virtual, o game faz uma releitura dos testes vocacionais tradicionais permitindo ao aluno do Ensino Médio descobrir qual área escolher para cursar uma faculdade. O Desafio Pitágoras 3D se baseia numa experiência de realidade aumentada através de um Kinect, que permite detectar os movimentos do jogador, proporcionando a interação com o jogo por meio de gestos, sem a utilização de controle remoto.
Para jogar, o aluno deve se posicionar em frente ao kinect e seguir as instruções de posição corporal para “pilotar” o seu MIT Virtual – máquina individual de transporte – que o conduz aos diversos universos acadêmicos e ícones relacionados à sua área de interesse. Após escolher as opções que melhor condizem com o seu perfil, o jogador recebe a sugestão de qual curso escolher para a faculdade. O aluno pode ainda enviar o resultado do game em tempo real para sua página do Facebook.
Thais Cecília, de 17 anos, experimentou o jogo e conferiu o resultado. “Eu estava muito confusa, mas além da palestra de orientação, o jogo me ajudou muito a decidir o curso que quero fazer”. Logo após a conclusão do game vocacional ela afirma: “Vou fazer Engenharia Ambiental”.
Eduardo Teixeira, analista de projetos do Grupo de Inovação do Pitágoras, comenta o impacto positivo do game. “Alcançamos os resultados propostos pelos testes convencionais por meio de um formato divertido e diferenciado. Além disso, o projeto contribui para que a instituição seja vista como uma marca referência em inovação e tecnologia” destaca.

Novo jogo do site Escola Games ensina as partes do corpo humano para crianças.
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CORPO HUMANO
Estamos no clube para brincar de bola na piscina.
Aproveite para conhecer as partes do corpo humano: braço, perna, mão, pé e muito mais!
Jogo educativo de ciências com as partes do corpo humano.
Dica para o educador
Com locução em todo o jogo as crianças podem brincar sem a necessidade de ajuda e aprender os nomes das principais partes do corpo humano.
Link para o jogo: http://www.escolagames.com.br/jogos/corpoHumano/
Henrique Sampaio
02.08.2011
do Arena Turbo
Link: http://arenaturbo.ig.com.br/materias/523001-523500/523340/523340_1.html
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Professor cria ioga baseada em Angry Birds
Baixado mais de 200 milhões de vezes em diferentes plataformas, Angry Birds é um fenômeno mundial. Divertido, simples e acessível, o jogo dos pássaros raivosos é um dos maiores sucessos da história da indústria dos games, constantemente citado como o Mario Bros. da nova geração. O que não imaginávamos era que Angry Birds pudesse ser também uma metáfora para ensinamentos do ioga.
É como vê Gustavo Dauster, ou melhor, Giridhari Das, professor e estudioso da prática do ioga e autor dos livros Ciência Espiritual – Uma Introdução à Sabedoria do Yoga e Yoga Sutra de Patanjali – Uma Abordagem Prática, já traduzido em cinco idiomas. Em um ensaio no mínimo inusitado (em inglês), Como Eliminar os Porcos Verdes da Sua Vida, citado por um dos maiores jornais do Reino Unido e aprovado pelos próprios criadores do jogo, Giridhari, que embora tenha nascido na Tchecoslováquia, mora na Chapada dos Veadeiros, em Goiás, relaciona Angry Birds aos conceitos do ioga, encontrando no sucesso do iPhone uma ponte para a prática espiritual.

Gustavo Dauster
“Na tradição antiga do ioga, as pessoas tiravam da natureza os ensinamentos essenciais da vida”, explicou Giridhari em entrevista ao Arena. “Hoje em dia não temos mais natureza, vivemos em cidades e cercados de tecnologia, então comecei a tirar o ensinamentos do joguinho. Começamos a comparar esses elementos do ioga com os personagens e elementos do jogo.”
Na visão do iogue, os porquinhos verdes que roubam os ovos dos pássaros em Angry Birds são “seus inimigos da vida, que roubam sua felicidade e paz de espírito”. A partir da nossa força vital (o estilingue) buscamos sabedoria (pássaro branco) e inteligência (pássaro amarelo) através da prática da meditação (pássaro preto).
Com o conhecimento de nossos três corpos, o físico, o mental e o espiritual (pássaro azul triplo), e dominando o que temos de mais básico, a língua, (pássaro vermelho), que nos leva à fala e à alimentação, podemos viver uma vida nobre e de determinação (pássaro grande), ciente de que recebemos aquilo que enviamos aos outros (pássaro bumerangue). E claro, buscando sempre a ajuda do Divino (a grande águia). “É um conceito que poderia ser levado até mesmo a outros jogos, mas não os de tiro”, ressalta.
Para Giridhari, além de ser uma ponte para a compreensão do ioga, o jogo ainda leva o jogador a um estado meditativo similar ao da prática hindu – e não apenas o Angry Birds.
“Moramos em uma fazenda, um retiro espiritual. Tenho um aparelho importado dos Estados Unidos que mede as ondas cerebrais de um indivíduo. Tem um programinha que mostra o estado da sua meditação através de gráficos, então uso esse aparelho para medir o progresso da meditação. Descobri que enquanto jogam, as pessoas ficam muito concentradas, como se entrassem num estado de meditação muito superior ao normal. É algo similar à meditação tradicional.”

Embora não seja exatamente um jogador assíduo, o professor diz ter sido introduzido ao Angry Birds através de seu irmão, após comprar um iPhone. “No meu tempo livre, quando quero me desligar um pouco ou quando estou num aeroporto, eu gosto de jogar”.
Giridhari conta ainda que voltou a ter contato com os jogos após comprar seu iPhone: “Quando eu era criança eu curtia mais games. Com o advento do iPhone, voltei a ter mais contato, pois não tem aquele negócio de comprar um aparelho grande e caro. Os joguinhos estão lá e são muito baratos. É tudo muito acessível.”
‘Civilization’ recebe versão para Facebook
Game de estratégia permite partidas entre 200 jogadores online

A versão beta de ‘CivWorld’ está disponível para todos basta ter uma conta no Facebook
A empresa Firaxis lançou esta semana no Facebook a versão beta de “Civilization”. O game de estratégia “CivWorld” pode ser testado por todos, basta ter uma conta ativa na rede social.
“CivWorld” oferece mecânicas similares ao seu célebre título original “Civilization”. Nele, será possível que você e seus amigos se juntem em uma única nação e trabalhem para que ela prospere. Para isso você deve descobrir novas tecnologias, construir monumentos e trocar recursos.
Em “CivWorld”, ao contrário dos games sociais disponíveis, é possível ter partidas online entre 200 jogadores, com início, meio e fim. ”Civilization” é conhecido por conseguir mergulhar o jogador em estratégias profundas, realistas, oferecendo paisagens e possibilidades explorar e expandir seu império.
Plataforma: _PC_
27/06/2011 08h00 – Atualizado em 27/06/2011 09h01
G1 – Tecnologia e Games
Da BBC
Link da reportagem: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2011/06/cientista-desenvolve-game-que-ensina-fazer-tortellini.html
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Cientista desenvolve game que ensina a fazer tortellini
Software explica como enrolar a massa recheada típica de Bolonha por meio de imagens 3D, captadas a partir do movimento das mãos.
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Uma equipe de cientistas da Universidade de Bolonha desenvolveu um software para explicar os segredos de preparação do prato mais tradicional da cidade italiana – a massa do tipo tortellini. O game abre com um vídeo que mostra o passo a passo de se criar o tortellini, uma massa recheada com carne cujo formato teria sido inspirado no umbigo da deusa Vênus.
Em seguida, o jogador do Tortellino X-perience, precisa amassar, enrolar a massa para o corte, recheá-la, e fechá-la, com um leve movimento dos dedos. Cada passo é monitorado por uma câmera comum, que transforma as imagens para 3D.

Jogo ensina usuário a preparar um dos principais pratos italianos. (Foto: Marco Roccetti / via BBC)
Os candidatos a cozinheiro só avançam no jogo se repetirem com perfeição a técnica bolonhesa. Segundo a lenda, a massa recheada com carne teve seu formato inspirado no umbigo da deusa Vênus. Tamanha delicadeza pode levar anos para ser aprendida.
O inventor do game, o professor de Ciências da Computação Marco Roccetti, explicou que escolheu o tortellini por duas razões: primeiro por se tratar de um prato típico de sua cidade e segundo “porque desenhar e arquitetar um game baseado nisso (na feitura da massa) era uma tarefa difícil sobre o ponto de vista técnico”.
Inspiração japonesa
O pesquisador explica que teve a ideia do software após acompanhar um experimento no Japão, em que macacos precisavam repetir gestos humanos projetados em uma parede. Os movimentos, assim como no Tortellino X-perience, eram captados e transformados em imagens 3D.
“Existem outras aplicações para esta tecnologia, que pode ser usada em assistência médica remota ou na reparação de peças de carros, aviões ou outros sistemas”, explica Roccetti. Ele aposta ainda no uso de softwares similares em museus e em programas de educação.
O invento foi considerado um dos dez mais interessantes expostos na World Expo 2010 de Xangai pela revista “New Scientist”, segundo o professor.
Prática italiana
A BBC testou o game em uma típica cantina de Bolonha, a Bentivoglio, onde os fregueses tentaram criar a especialidade da casa com as próprias mãos e com a ajuda do software.
Raffaela, uma das freguesas, que nunca havia enrolado nenhuma massa anteriormente, achou “divertido”. “Fazer tortellini é muito mais fácil do que eu pensei”, disse. Outro cliente, Alessandro, conhecedor da técnica, achou as lições “realistas”.
Quem reprovou o experimento foi a cozinheira Luisa, que enrola tortellinis há mais de 50 anos. Ela achou tudo muito complicado.
Procurando otimizar a pesquisa em conteúdos de jogos, softwares, aplicativos, novidades, notícias, informações, artigos, projetos e etc na área digital educativa, a Escola de Jogos está desenvolvendo um projeto de sistema de busca em sites específicos desse universo digital.
É um sistema criado a partir do modelo de pesquisa personalizada idealizada pela Google, que permite a configuração de um sistema de busca e pesquisa modelados de acordo com nossas necessidades.
O link de acesso está localizado no menu principal do site, logo após o link ‘sobre’.
Boa pesquisa!
Caio Corraini
07.04.2011
Arena Turbo
Link: http://arenaturbo.ig.com.br/materias/522001-522500/522328/522328_1.html
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The Sims Medieval – Muito mais do que um Big Brother na Idade Média
Lançado no início de 2000, bem no meio do período que separa o filme O Show de Truman da chegada do Big Brother ao Brasil, o primeiro The Sims fez sucesso ao oferecer aos jogadores a uma fórmula que permitia “brincar de Deus”, controlando cada detalhe da vida de diversos personagens em uma casa virtual.
A série evoluiu, os títulos adquiriram mais profundidade e o que antes era apenas um “simulador da casa da Barbie” passou a permitir que fossem controladas as carreiras profissionais, hobbies, famílias, alegrias e frustrações de uma ampla gama de personagens virtuais possíveis.
Agora, em The Sims Medieval, que está sendo lançado oficialmente no Brasil nesta quinta-feira (7) para PC e Mac (R$ 99,90), a EA transportou todo o universo da franquia para a Idade Média, com direito a castelos, magos, batalhas e todo um reino para explorar.
De dona de casa a rainha
O primeiro passo em The Sims Medieval é criar o monarca que irá reger o reino de acordo com as escolhas do jogador. O game herda todas as mecânicas e novidades do terceiro título da série, portanto o modo de criação de personagens é extremamente variado.
Existem três opções marcantes de personalidade que todo Sim deve escolher. Duas são traços de sua atitude cotidiana – como aventureiro, eloquente, piadista, mau caráter, dentre outros. Já a terceira é um defeito, que irá proporcionar pequenas dificuldades durante o jogo – como viciado em apostas, preguiçoso, fracote, sofre de insônia e assim vai.
Após criar seu rei ou rainha, cabe ao jogador customizar a sala do trono com uma infindável lista de opções de móveis, cortinas, tapeçarias e o que mais o seu espírito sedento por estudar design de interiores da Idade Media poderia desejar.
Como de costume, grande parte da diversão de The Sims vem exatamente desta “construção”, das alternativas que são oferecidas pelo jogo. Nesse quesito, Medieval não desaponta, com o potencial de cada jogador ter uma experiência única.
Pegue na minha mão e vamos
A característica que mais chama a atenção em The Sims Medieval é a apresentação de missões ao jogador, com uma descrição detalhada de todas as atividades que deverão ser realizadas e um acompanhamento passo a passo da sua progressão enquanto executa a quest.
Por exemplo, em uma de suas andanças pelo centro comercial do reino, uma súdita se aproxima, dizendo que foi vitima de um valentão que a tratou mal. Sua essência de paladino da justiça se eleva e, além de dar um baita discurso para repreender o rapaz, o rei dá a ordem para que ele seja preso em uma guilhotina onde a população pode lhe atirar ovos e tomates. Mas não se preocupe, quando impor uma execução a algum Sim, nada de sangue ou cabeças rolando. O título é classificado para jovens acima de 16 anos, afinal de contas.
Não são poucas as missões que lhe arrastam para fora do palácio, fazendo com que o rei se envolva em embates e tenha de atuar ativamente na construção de novas instalações para o reino. Até mesmo em atividades menos nobres, como recolher madeira ou rochas – o que acaba sendo um pouco sem noção, pois se eu fosse realmente rei, o único esforço que gostaria de ter seria o de levantar a mão para pedir mais asinhas de galinha.
Comédia da vida “pública”
Ao se relacionar com as outras pessoas, agora há uma variedade ainda maior de ações e linhas de diálogo, com a facilidade de adquirir muitas informações importantes dependendo do que for debatido.
Puxando papo com outros Sims genéricos é possível descobrir suas religiões, pratos prediletos, hobbies e outras frivolidades que podem auxiliar na hora de descolar uns amigos pra assistir à próxima apresentação do bobo da corte, ou até alguém pra dividir a suíte master do seu castelo.
Dependendo das reações dos outros personagens durante essas conversas, seu Sim também pode adquirir atributos temporários, que podem auxiliá-lo – ou atrapalhá-lo – na realização de tarefas específicas. Desafiar algum cavaleiro para um duelo logo após ter sido rejeitado por uma donzela não é uma das ideias mais inteligentes.
O que eu quero mais é ser rei
Numa comparação entre a vida sob a coroa de The Sims Medieval e Fable III, que também coloca as responsabilidades de todo um reino em suas mãos, além das diferenças óbvias de temática e seriedade das situações, em The Sims a pressão é muito menor.
Enquanto no jogo da Lionhead o objetivo é salvar Albion do perigo iminente, no título da EA as suas maiores preocupações se alternam entre tirar férias e quem convidar para as festas reais.
Suas “obrigações” como monarca são sempre simples e ocupam pouco tempo de seu dia. Sentar no trono e dar ouvidos aos pedidos dos súditos é sempre hilário, principalmente por conta das suplicas absurdas que chegam ao seu conhecimento.
Em pouco tempo autorizei um duelo de bardos pelo campeonato mundial, a decapitação de um sábio que afirmava que a Terra era redonda e neguei auxilio na construção de uma biblioteca. Uma estátua minha seria muito mais adequado.
Avalanche de tarefas
Para quem estava acostumado com a rotina de trabalhar, dormir, cozinhar e ir ao banheiro dos The Sims anteriores, Medieval pode parecer um pouco ameaçador a princípio. Há momentos em que você se pega pensando: “caramba, é muita coisa pra fazer”.
Além do monarca, o jogador pode também criar inúmeros outros Sims dentro do reino, como magos, ladrões, bardos e mercadores, cada qual com as suas próprias missões e histórias paralelas.
Existe aqui um número absurdo de personagens, localidades, atividades extras e zilhões de possibilidades para customizar sua experiência de jogo, além de novas missões que pipocam a todo o momento.
Para quem olhou torto para este título, pensando que haviam lançado uma expansão com o preço de um jogo completo, está na hora de rever seus conceitos e dar uma chance à Idade Média.
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ESCOLA GAMES é um site gratuito de jogos educativos para crianças a partir de 5 anos e todos os jogos são desenvolvidos com acompanhamento pedagógico para que elas aprendam brincando.
Na versão atual do site há 24 jogos cujos temas se relacionam à língua portuguesa, à matemática, à ciência, à história, ao inglês e ao meio ambiente.











