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02/03/2015 – 10h12
Veja 5 jogos que vão deixar você mais inteligente
Théo Azevedo
Do UOL, em São Paulo

Link da reportagem

“Jogar videogame faz bem. De acordo com um estudo da Academia Americana de Pediatria, crianças que jogam até uma hora por dia costumam ser mais sociáveis do que aqueles que não cultivam tal hábito, o que contraria o discurso de que se divertir com videogame é um hábito antissocial. (…)” Reportagem no UOL

Aumento na flexibilidade cognitiva, que está ligada à capacidade de encontrar soluções criativas para problemas e conciliar diferentes conceitos simultaneamente, aprender sobre civilizações e descobertas tecnológicas, aprimorar as ondas cerebrais envolvidas na atenção visual e aprender novas habilidades motoras, aprender a lidar com recursos limitados e com as consequências de decisões complexas além de aprender noção espacial, construção e compreensão do planejamento…

São apenas exemplos de alguns dos benefícios que alguns games podem trazer para crianças, jovens e adolescentes (até mesmo adultos). Se os games fossem vistos com outros olhos, como acontece em algumas escolas e universidades dos EUA, a gama de benefícios pode ainda ser maior.

Veja os games que foram selecionados pela reportagem do UOL que podem trazer esses e outros benefícios.

Veja 5 jogos que vão deixar você mais inteligente

O game “Infância Livre” (http://www.mptgames.com.br/infancialivre/) é o primeiro jogo fruto de uma parceria entre o Ministério Público do Trabalho de Campina Grande e o Curso Superior de Jogos Digitais da Facisa.

Trata-se de um jogo denúncia onde um jovem decide ajudar a erradicar o trabalho infantil de diversos cenários onde está prática acontece. O jogo foi desenvolvido pelos alunos Aleff Ghimel, Matheus Ferreira, Cesar Augusto, Aurélio Filgueiras e Valdemir Segundo sob a supervisão do Prof. Rodrigo Motta. Infância Livre está disponível de forma gratuita para jogar online, baixar para computador e tablets. (Youtube)

Confira o trailler do jogo:

RAFAEL REIS
DE SÃO PAULO – Folha de São Paulo
16/09/2014 02h00
Link: http://folha.com/no1516585

Que os games podem ser usados para treinamento de funcionários, técnicos e empresários, já sabemos disso. Mas usar essa tecnologia também no esporte, é algo novo nesse meio. Ao menos, publicamente. E não era para ser diferente. Já que o jogador de futebol é funcionário do clube ao qual pertence, porque não usar a técnica de Gamification para treinar, instruir ou orientar seu jogador? E é o que parece estar acontecendo. Não de maneira institucional; os próprios ‘funcionários’ estão tomando a iniciativa.
Confira parte da reportagem veiculada na Folha de São Paulo.

O atacante Bafetimbi Gomis, 29, que jogou a Eurocopa-2008 pela seleção francesa, causou surpresa ao responder o que conhecia do Swansea City, time da primeira divisão inglesa que o contratou para esta temporada. “Antes de assinar com o clube, passei um mês jogando com o Swansea no Football Manager para entender como meus novos companheiros jogam”, afirmou.
Caro leitor, você não entendeu errado. Gomis usou um jogo de computador para apreender o estilo de jogo dos seus parceiros de equipe e, assim, acelerar o entrosamento com eles.

O Football Manager é um game que coloca a pessoa que o joga no papel de manager (espécie de técnico com poderes de dirigente) de um time de futebol. Iniciada em 1992 e chamada originalmente de Championship Manager, a série já vendeu 20 milhões de cópias.

O francês Gomis não é o único a acreditar que o futebol do mundo dos games pode auxiliar o praticante no futebol do mundo real. O ex-atacante do Manchester United Solksjaer, 41, atualmente técnico do Cardiff City (2ª divisão da Liga Inglesa), afirmou recentemente que muitas das decisões que toma à beira do campo e a formação tática com que arma sua equipe foram aperfeiçoadas nas
horas que dedicou ao Football Manager. (…)

Veja reportagem completa aqui!

football-manager-2008-21

A TV Conecta BH, rede da Prefeitura de Belo Horizonte, fez uma reportagem sobre a revitalização do quiosque do Parque Municipal das Mangabeiras, e destacou o desenvolvimento do game “O Jogo do Quati: uma aventura no parque”.
Além disso, a reportagem aborda o aplicativo dos parques de Belo Horizonte, disponível para download gratuito para Android.
Confira o vídeo da reportagem:

 

UOL Educação lança um game educativo sobre a Ditadura Militar no Brasil.
O game – 50 anos do golpe – começa pouco antes do golpe, em um discurso do então presidente João Ferreira Goulart, onde o mesmo propõe reformas importantes para a época, como a reforma agrária, tributária e outras. Seguindo a linha do tempo e fatos marcantes, com imagens e áudio da época, o jogador deve escolher qual caminho seguir e, basicamente, força as escolhas para saber “de qual lado você está”.

Link: 50 Anos do Golpe

Segue um resumo do game:
“Neste jogo interativo, você será Jorge, um funcionário público de 25 anos. Em 1964, você mora no Rio de Janeiro e é casado com a professora Lúcia. Em um período de polarização entre direita e esquerda, cada escolha determinará sua vida no Brasil pelos próximos tempos. Comece o jogo e veja como você passaria pelos 21 anos de ditadura militar”.

Print do game "50 Anos do Golpe"

Print do game “50 Anos do Golpe”

Reportagem no UOL Jogos destaca lançamento de game indie brasileiro, baseado na cultura indígena, para PC. Contrariando a tendência, o game é voltado para o mercado interno. Prova disso, é o uso do título em português, o que não ocorre na maioria dos games produzidos em terras tupiniquins.

A Duaik, que é a empresa produtora, é formada por quatro desenvolvedores independentes que apostam no sucesso da empreitada. Nós apoiamos a iniciativa!

O game é de plataforma, com bons gráficos e efeitos bem produzidos (ao menos no trailer do game), e consiste, basicamente, em encontrar a cura para o pajé da aldeia.
Já tínhamos feito um post citando a produção do game, mas, na reportagem do UOL, achei muito interessante alguns depoimentos dos desenvolvedores, em que apostam no mercado interno. Torcemos para que dê certo!

Vamos adquirir o game para postar um release e testar a jogabilidade e outros aspectos do game. Creio que valerá a pena!

O game está disponível na Splitplay por apenas R$24,90.
Confira o trailer:

Marcelo Faria – Portal Uai
Publicação: 12/04/2014 21:01

A Firaxis decidiu acabar com o mistério e revelou qual será o seu novo jogo: Sid Meier’s Civilization: Beyond Earth, que seguirá a jogabilidade da série Civilization, mas com uma ambientação que lembra mais Sid Meier’s Alpha Centaury, de 1999, com um futuro de ficção científica espacial.

No jogo, o planeta Terra está morrendo após uma catástrofe global e a humanidade precisa buscar um novo local para viver. O jogador deve guiar esses sobreviventes em um novo planeta, enfrentando desafios como organismos extraterrestres, ambientes árduos e, claro, outros colonizadores.

O jogo será publicado pela 2K Games, com lançamento previsto para PC no segundo semestre deste ano.


Veja também:

Game inspirado no caso Suzane Von Richtofen tenta mostrar e entender a motivação por trás do crime

Do site areah.com.br.
Link da reportagem: http://www.areah.com.br/Vibe/Games/materia/71149/1/pagina_1/materia.aspx?key=uai

Mundos fantásticos e cheios de magia e coisas que não existem no mundo real são temáticas comuns em jogos, e poucos são os títulos que tentam recriar a realidade. Mais raros ainda são os jogos baseados em fatos reais, como o game Suzy and Freedom, uma aventura baseada na história do caso Suzane Von Richthofen. Lembra dela?

Na noite do dia 31 de outubro de 2002 os pais de Suzane foram assassinados enquanto dormiam, em São Paulo. Após investigação foi descoberto que tudo foi planejado por Suzane, seu namorado Daniel Cravinhos e o irmão dele Christian Cravinhos. O caso foi tema de vários trabalhos acadêmicos e estudos psicológicos e agora virou game.

Quem criou o jogo foi o brasileiro Nicolau Chaud, psicólogo, professor de psicologia que tem como hobbie desenvolver jogos simples no RPG Maker. O game de adventure pode ser terminado em poucas horas (é recomendado jogar tudo de uma vez só, inclusive) e tenta expor e entender as motivações de todos os envolvidos na história. Há diálogos e minigames ao longo do caminho que leva até a prisão dos culpados.

Você joga com a própria Suzana, com Dan, o namorado dela e até uma das vítimas em uma das cenas mais pesadas, em que você deve se defender de um dos assassinos. Sem dúvida são sequências que mexem com o jogador.

Em entrevista à revista Vice, Nicolau disse que sua fonte de pesquisa sobre o caso foi um livro chamado O Quinto Mandamento, de Illana Casoy, uma investigadora que acompanhou a reconstituição do crime e teve acesso a documentos oficiais do caso. Créditos à ele que estudou um caso de polícia para criar um game sobre.

Se você quiser uma ou duas horas de entretenimento diferente do seu Call of Duty, o jogo é freeware (gratuito) e basta visitar a página para baixar.

Veja reportagem veiculada no UOL Games.

4/01/2014 – 08h00
Théo Azevedo Do UOL, em São Paulo

Em 2011, Erick Passos voltou dos EUA, onde foi cursar Doutorado em Computação no MIT (Massachusetts Institute of Technology), com uma ideia na cabeça: fundar, com alguns amigos, um estúdio de produção de jogos. Em plena Teresina, no Piauí, nasceu a Sertão Games, que pelo nome já mostrava no que levaria a sério a ideia de criar jogos com uma identidade brasileira.

Três anos depois, cerca de 25 pessoas estão envolvidas na produção do mais ambicioso projeto da produtora, o “Cangaço”, um híbrido de estratégia e RPG que retrata os conflitos entre os cangaceiros e os temidos volantes. Atualmente em fase de testes, o jogo será lançado no 1º semestre em versões para PC e Mac – além da plataforma Linux.

Embora a ideia de usar a temática do cangaço soe simpática, o mercado conta uma historia diferente: fracassos de outrora como “Erinia” e “Capoeira Legends”, o primeiro baseados no folclore, deixaram a impressão de que utilizar a cultura brasileira não conta muito na hora do vamos ver. Erick discorda: “Por mais que exista uma resistência a jogos nacionais no mercado, acreditamos que isso se dá mais pela baixa qualidade das produções do que pela temática em si”.

Leia mais…

Uma aventura nos mundos da Física da Energia Renovável para maiores de 11 anos.

Ludwig é um tipo novo de jogo de aprendizagem, em que ser muito divertido faz parte do conhecimento compartilhado.

Acompanhe Ludwig numa viagem encantada pelos mundos da física. Descubra como o fogo produz energia, assim como a água, o vento e o sol. Nossa missão é usar esses poderes para proteger a Robotrônica em Unitron de um colapso energético iminente!

Veja o trailler do game:

O game casual Esquiva!, desenvolvido pela Escola de Jogos, agora está disponível também no site “Best Android Apps“, além do Google Play.

O game foi desenvolvido em Flash, usando Action Script 3.0, e consiste em desviar das bolas verdes que surgem do centro da tela e ganhar vidas, pegando corações que também surgem do centro da tela. A bola vermelha, que é o jogador, se movimenta com toques na tela. Quando mais rápido o toque, mais rápida a bola se movimenta. O game aceita usar mais de um dedo para o movimento.

Com apenas uma fase, a Escola de Jogos pretende desenvolver, em breve, novas fases do joguinho.

Para fazer o download do game, que é gratuito, pelo Google Play, clique aqui!

Para fazer o download pelo Best Android Apps, clique aqui!

Bom divertimento!

O título é da reportagem veiculada no jornal Estado de Minas, no dia 30/09/2013.

O game em questão está em fase final de desenvolvimento e, a previsão, é que fique pronto ainda este ano.

O game está sendo desenvolvido pelos alunos do curso de Jogos Digitais da faculdade Fumec, de Belo Horizonte.
A Escola de Jogos está contribuindo de maneira substancial para a produção e para a divulgação do game. Produzimos uma pequena animação do game que pode ser vista no site www.corradoacaraje.com.br.

 

Veja um trecho da reportagem:

Um gaiato passa a noite na farra em Salvador e ao nascer do sol rouba o primeiro acarajé preparado por uma feirante para as vendas do dia. Um erro terrível. Na Bahia, todo mundo sabe. O quitute número um a sair da panela tem dono. Vai para Oxum, um poderoso orixá do candomblé que evidentemente não gostou nada do comportamento do espertinho. O que se segue é uma perseguição pelas ruas da capital baiana, com o gatuno tentando salvar a vida fugindo do acarajé que roubou, agora transformado em monstro por Oxum.

A ficção se passa no estado do Nordeste, mas foi idealizada e virou um jogo que está em fase de produção por professores e alunos da Universidade Fumec, de Belo Horizonte. Foi batizado de Corra acarajé, e a expectativa é que até o fim do ano possa ser acessado nos tradicionais sites especializados em jogos gratuitos. “Muito do que é feito hoje na área tem como base os Estados Unidos. Queremos colocar no mercado produtos com a cara do Brasil”, diz Hudson Ludgero Ribeiro, professor do curso de jogos digitais da universidade.(…)

Reportagem veiculada no jornal Estado de Minas

Publicação: 30/09/2013 07:40 Atualização: 30/09/2013 07:43

Leonardo Augusto

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  • 10 de agosto de 2010Desde:
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