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O game “Infância Livre” (http://www.mptgames.com.br/infancialivre/) é o primeiro jogo fruto de uma parceria entre o Ministério Público do Trabalho de Campina Grande e o Curso Superior de Jogos Digitais da Facisa.

Trata-se de um jogo denúncia onde um jovem decide ajudar a erradicar o trabalho infantil de diversos cenários onde está prática acontece. O jogo foi desenvolvido pelos alunos Aleff Ghimel, Matheus Ferreira, Cesar Augusto, Aurélio Filgueiras e Valdemir Segundo sob a supervisão do Prof. Rodrigo Motta. Infância Livre está disponível de forma gratuita para jogar online, baixar para computador e tablets. (Youtube)

Confira o trailler do jogo:

A start up independente, UaiSô Games (www.uaisogames.com.br), desenvolveu, em parceria com a Fundação de Parques Municipais da Prefeitura de Belo Horizonte, um game educativo, em 3D, onde o cenário é o próprio lugar o mesmo está disponível para o público: o Parque Municipal das Mangabeiras (Parque das Mangabeiras).

A direção do parque reformou o quiosque de informações, logo na entrada principal, e disponibilizou um computador com uma tela de 32 polegadas para quem quiser experimentar o game. Além do pc, está em instalação um tablet de 21,5 polegadas, que utiliza o sistema Android, que também conterá o game e ficará disponível para o público. A previsão é que até amanhã, terça-feira, dia 01 de julho, tudo esteja funcionando 100%.

A instalação dos equipamentos e do game, tiveram início na terça-feira da semana passada (24 de junho), e, desde que foi instalado, várias crianças se encantaram com o game.


O Jogo do Quati

Apelidado de “O Jogo do Quati: uma aventura no parque”, o objetivo é encontrar 10 animais que estão espalhados pelo cenário, que é o próprio parque modelado em 3 dimensões. São cinco aves e cinco mamíferos. O personagem principal, o Quati, mascote do parque, anda, corre e pula obstáculos para poder encontrar os animais.
Ao encontrar um animal, ao se aproximar, é possível ouvir o som característico emitido pelo mesmo além de, ao pressionar o ‘x’ do joystick, visualizar uma tela com um desenho, o nome científico e uma breve descrição.
Saiba mais sobre o game aqui!

Banner divulgação.

Veja reportagem veiculada no UOL Games.

4/01/2014 – 08h00
Théo Azevedo Do UOL, em São Paulo

Em 2011, Erick Passos voltou dos EUA, onde foi cursar Doutorado em Computação no MIT (Massachusetts Institute of Technology), com uma ideia na cabeça: fundar, com alguns amigos, um estúdio de produção de jogos. Em plena Teresina, no Piauí, nasceu a Sertão Games, que pelo nome já mostrava no que levaria a sério a ideia de criar jogos com uma identidade brasileira.

Três anos depois, cerca de 25 pessoas estão envolvidas na produção do mais ambicioso projeto da produtora, o “Cangaço”, um híbrido de estratégia e RPG que retrata os conflitos entre os cangaceiros e os temidos volantes. Atualmente em fase de testes, o jogo será lançado no 1º semestre em versões para PC e Mac – além da plataforma Linux.

Embora a ideia de usar a temática do cangaço soe simpática, o mercado conta uma historia diferente: fracassos de outrora como “Erinia” e “Capoeira Legends”, o primeiro baseados no folclore, deixaram a impressão de que utilizar a cultura brasileira não conta muito na hora do vamos ver. Erick discorda: “Por mais que exista uma resistência a jogos nacionais no mercado, acreditamos que isso se dá mais pela baixa qualidade das produções do que pela temática em si”.

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Uma aventura nos mundos da Física da Energia Renovável para maiores de 11 anos.

Ludwig é um tipo novo de jogo de aprendizagem, em que ser muito divertido faz parte do conhecimento compartilhado.

Acompanhe Ludwig numa viagem encantada pelos mundos da física. Descubra como o fogo produz energia, assim como a água, o vento e o sol. Nossa missão é usar esses poderes para proteger a Robotrônica em Unitron de um colapso energético iminente!

Veja o trailler do game:

Reportagem veiculada no site “Area H”, do portal UAI (www.uai.com.br), mostra pesquisa realizada nos EUA que quem joga videogame tem vantagem de 14% no ambiente de trabalho sobre quem não joga.

Por redação AreaH
Link da reportagem: http://www.areah.com.br/vibe/carreira/materia/61535/2/pagina_1/gamemaniacos-tem-melhor-rendimento-no-trabalho.aspx

Leia a reportagem na íntegra:

gamesVisto com maus olhos por muitos e considerado apenas uma forma de entretenimento que não adiciona em nada, os videogames trazem benefícios que você nem imaginava – um estudoconduzido pela Universidade de Denver, no Colorado (EUA) concluiu que quem joga videogame rende mais no trabalho. Agora você já tem a desculpa perfeita quando sua namorada te encher o saco por estar jogando demais.
A pesquisa foi feita com 6.476 estagiários, e aqueles que jogam videogames como PS3 e Xbox 360 possuem uma vantagem de 14% em habilidades gerais em relação aos que não jogam. Além disso, o grau de conhecimento geral dos gamers foi 11% superior aos outros, e a retenção de informação foi 9% maior.
Traci Sitzmann, PhD e professora assistente do núcleo que desenvolveu o estudo, diz que os jogos têm maior efeito quando promovem interações com o usuário, ao invés de apenas instruí-los passivamente. “Algumas empresas projetam jogos para seus funcionários há anos, mas até agora era tudo palpite, eles suspeitavam que os jogos ajudavam, mas não era provado”.
Os games são fontes de estímulo a criatividade e incentivam a resolução de problemas e a pro-atividade, pois a todo momento você deve concluir um objetivo, e para isso, deve elaborar estratégias e pensar na melhor forma de resolver os problemas. Essa experiência é facilmente aplicada ao dia-a-dia no ambiente de trabalho.
Mas não pense que se algo de errado acontecer você vai poder simplesmente apertar o “restart” e vai ficar tudo bem – essa possibilidade nos jogos pode criar o comportamento de que falhas e tropeços podem ser esquecidos ou perdoados, e isso não é verdade. É preciso ficar atento.
De qualquer forma, as jogatinas da madrugada agora tem valor para o seu futuro profissional!

Uma reportagem veiculada na Rede Record de Televisão, passou no programa “Balanço Geral”, da TV Record Minas, no dia 09/10/2013, e levantou questões dos processos da produção de jogos digitais utilizando a captura de movimento, algo até então, inédito no Brasil.

A reportagem foi feita na Faculdade Fumec, em Belo Horizonte, e entrevistou professores e o coordenador do curso de Jogos Digitais, João Victor.

Além disso, um dos entrevistados é nosso modelador e animador 3D, Glauder Ferreira, que mostrou o game play do game “As Aventuras de Pequito”.

Confira o vídeo da reportagem abaixo:

 

O título é da reportagem veiculada no jornal Estado de Minas, no dia 30/09/2013.

O game em questão está em fase final de desenvolvimento e, a previsão, é que fique pronto ainda este ano.

O game está sendo desenvolvido pelos alunos do curso de Jogos Digitais da faculdade Fumec, de Belo Horizonte.
A Escola de Jogos está contribuindo de maneira substancial para a produção e para a divulgação do game. Produzimos uma pequena animação do game que pode ser vista no site www.corradoacaraje.com.br.

 

Veja um trecho da reportagem:

Um gaiato passa a noite na farra em Salvador e ao nascer do sol rouba o primeiro acarajé preparado por uma feirante para as vendas do dia. Um erro terrível. Na Bahia, todo mundo sabe. O quitute número um a sair da panela tem dono. Vai para Oxum, um poderoso orixá do candomblé que evidentemente não gostou nada do comportamento do espertinho. O que se segue é uma perseguição pelas ruas da capital baiana, com o gatuno tentando salvar a vida fugindo do acarajé que roubou, agora transformado em monstro por Oxum.

A ficção se passa no estado do Nordeste, mas foi idealizada e virou um jogo que está em fase de produção por professores e alunos da Universidade Fumec, de Belo Horizonte. Foi batizado de Corra acarajé, e a expectativa é que até o fim do ano possa ser acessado nos tradicionais sites especializados em jogos gratuitos. “Muito do que é feito hoje na área tem como base os Estados Unidos. Queremos colocar no mercado produtos com a cara do Brasil”, diz Hudson Ludgero Ribeiro, professor do curso de jogos digitais da universidade.(…)

Reportagem veiculada no jornal Estado de Minas

Publicação: 30/09/2013 07:40 Atualização: 30/09/2013 07:43

Leonardo Augusto

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27/08/2013 09h34

do BOL, em São Paulo

Leia mais em: http://zip.net/bjkLw4

O programador de games norte-americano Ryan Green decidiu criar um jogo para lidar com o sofrimento causado pelo câncer terminal descoberto em seu filho Joel, de quatro anos. Portador de tumor teratóide rabdóide atípico, Joel motivou o game independente “That Dragon, Cancer”, um jogo do gênero adventure que permite um vislumbre da vida de uma criança doente.

Segundo reportagem do site “Mashable”, um trecho do jogo foi apresentado neste ano na feira de entretenimento eletrônico E3, em junho deste ano. O personagem Green – uma versão virtual do próprio Ryan Green – tem como objetivo acalmar o pequeno Joel, que grita de dor. Algumas das ações do jogador são “rezar”, o que dá ideia da natureza angustiante de se estar no papel do pai de um menino com câncer. Na vida real, Joel vem se tratando desde o primeiro ano de vida e já recebeu diagnóstico de nove tumores.

Para ajudar no financiamento do game, Green e sua esposa Amy escreveram um livro, “He’s Not Dead Yet” (“Ele não está morto ainda”), escrito a partir da perspectiva de um dos irmãos mais velhos de Joel – o casal tem outros três filhos.

(Com informações do “Mashable” e do “Huffington Post”)

Leia mais em: http://zip.net/bjkLw4

Do blog Tecnoblog.

Link: http://tecnoblog.net/138425/thralled-game-escrava-isaura/

Escrito por:

22/08/2013 às 18h52

 

Um jogo que aborda o tema escravidão no local Pernambuco com a protagonista Isaura que tem as características escrava e negra só pode ter sido feito por um estúdio brasileiro, não? Não. A ideia é de estudantes da USC (University of Southern California) e nenhum deles é brasileiro, exceto um dos rapazes responsáveis pela trilha sonora, Antonio Andrade. Além dele, o “elo” mais próximo da história do jogo com o Brasil é o fato do líder do projeto, Miguel Oliveira, ser de Portugal.

O jogo se chama Thralled. Segundo a descrição no site, a protagonista Isaura é uma escrava que veio do Congo para Pernambuco em meados de 1700 para trabalhar nas lavouras de cana. Ao chegar no Brasil, é separada de seu filho bebê e, anos depois, parte em uma aflitiva busca por ele.

No preview que o Kotaku jogou, as coisas são um pouco diferentes: Isaura está com o bebê nos braços e precisa liberar o caminho bloqueado por obstáculos em forma de puzzles para continuar sua fuga. Para isso, ela precisa deixar a criança no chão enquanto mexe no cenário e conseguir pegá-la no colo novamente antes que sua “sombra” a alcance.

A sombra deve representar algo como o medo escabroso de Isaura ao fugir da senzala; não há, pelo menos no vídeo e nos screenshots divulgados, nenhum “caçador de escravos” atrás dela. Provavelmente porque a ideia não é que seja um jogo de ação, mas uma experiência mais íntima (e torturante) para o jogador ao enfrentar seus próprios medos.

Thralled ainda não foi finalizado, mas deve ser disponibilizado no fim do ano para iOS.

Com informações: Kotaku

Outro jogo da memória desenvolvido para a Fundação de Parques Municipais de Belo Horizonte.

Tema: espécies de aves avistadas nos parques de Belo Horizonte.

Desenvolvido em Flash CS5.5 e Action Script 3.0.

Design e Programação: Maurício Bylaardt Volker.

 

Jogo da memória desenvolvido para a Fundação de Parques Municipais de Belo Horizonte, tendo como tema, algumas espécies da flora pressente nos parques de Belo Horizonte.

Desenvolvido em Flash Cs5.5 e linguagem de programação AS3.0.

Design e programação: Maurício Bylaardt Volker.

Estatísticas de Acesso:
  • 10 de agosto de 2010Desde:
  • 18Visitas hoje:
  • 156317Total de visitas:
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