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Posts Tagged ‘Jogos’

RAFAEL REIS
DE SÃO PAULO – Folha de São Paulo
16/09/2014 02h00
Link: http://folha.com/no1516585

Que os games podem ser usados para treinamento de funcionários, técnicos e empresários, já sabemos disso. Mas usar essa tecnologia também no esporte, é algo novo nesse meio. Ao menos, publicamente. E não era para ser diferente. Já que o jogador de futebol é funcionário do clube ao qual pertence, porque não usar a técnica de Gamification para treinar, instruir ou orientar seu jogador? E é o que parece estar acontecendo. Não de maneira institucional; os próprios ‘funcionários’ estão tomando a iniciativa.
Confira parte da reportagem veiculada na Folha de São Paulo.

O atacante Bafetimbi Gomis, 29, que jogou a Eurocopa-2008 pela seleção francesa, causou surpresa ao responder o que conhecia do Swansea City, time da primeira divisão inglesa que o contratou para esta temporada. “Antes de assinar com o clube, passei um mês jogando com o Swansea no Football Manager para entender como meus novos companheiros jogam”, afirmou.
Caro leitor, você não entendeu errado. Gomis usou um jogo de computador para apreender o estilo de jogo dos seus parceiros de equipe e, assim, acelerar o entrosamento com eles.

O Football Manager é um game que coloca a pessoa que o joga no papel de manager (espécie de técnico com poderes de dirigente) de um time de futebol. Iniciada em 1992 e chamada originalmente de Championship Manager, a série já vendeu 20 milhões de cópias.

O francês Gomis não é o único a acreditar que o futebol do mundo dos games pode auxiliar o praticante no futebol do mundo real. O ex-atacante do Manchester United Solksjaer, 41, atualmente técnico do Cardiff City (2ª divisão da Liga Inglesa), afirmou recentemente que muitas das decisões que toma à beira do campo e a formação tática com que arma sua equipe foram aperfeiçoadas nas
horas que dedicou ao Football Manager. (…)

Veja reportagem completa aqui!

football-manager-2008-21

Reportagem no UOL Jogos destaca lançamento de game indie brasileiro, baseado na cultura indígena, para PC. Contrariando a tendência, o game é voltado para o mercado interno. Prova disso, é o uso do título em português, o que não ocorre na maioria dos games produzidos em terras tupiniquins.

A Duaik, que é a empresa produtora, é formada por quatro desenvolvedores independentes que apostam no sucesso da empreitada. Nós apoiamos a iniciativa!

O game é de plataforma, com bons gráficos e efeitos bem produzidos (ao menos no trailer do game), e consiste, basicamente, em encontrar a cura para o pajé da aldeia.
Já tínhamos feito um post citando a produção do game, mas, na reportagem do UOL, achei muito interessante alguns depoimentos dos desenvolvedores, em que apostam no mercado interno. Torcemos para que dê certo!

Vamos adquirir o game para postar um release e testar a jogabilidade e outros aspectos do game. Creio que valerá a pena!

O game está disponível na Splitplay por apenas R$24,90.
Confira o trailer:

Matéria veiculada no portal Play’n’Biz – Entretenimento & Negócios, destaca a iniciativa do Governo Federal no fomento à produção audiovisual no Brasil; em especial, incentivos para a produção e desenvolvimento de games.


Programa de Apoio ao Desenvolvimento da Indústria Audiovisual, o Prodav, oferece oportunidades para novos projetos voltados a programas televisivos e mídia interativa, como ‘websódios’. A Abragames, convidada para o pronunciamento oficial, quer garantir o fomento do programa à produção nacional de games – Por Kao Tokio

O Programa de Apoio ao Desenvolvimento da Indústria Audiovisual, PRODAV, é uma iniciativa do governo federal voltada ao incentivo projetos audiovisuais independentes em formatos variados. Em comunicado institucional, a Abragames informou que participará oficialmente do lançamento do projeto. “Importante mencionar que a Abragames foi convidada a participar como representante do setor de Games no Conselho Superior do Audiovisual”, escreveu em informativo nas redes sociais Eliana Russi, Gerente Executiva do Projeto Setorial de Exportação Brazilian Game Developers, projeto da Abragames com a Apex-Brasil, Agência Brasileira de Promoção a Exportações e Investimentos. “Nosso pleito é para que Games passem a ser considerados como Audiovisual Interativo e sejamos beneficiados pela Lei do Audiovisual, que, inclusive nos abrirá portas para acessar fundos importantes de financiamento como Fundo Setorial do Audiovisual”, afirmou no comunicado.(…)

Confira a reportagem completa aqui!


Aritana

Dois games brasileiros, um em produção e outro recém lançado, valorizam, de forma criativa, a cultura indígena brasileira.

Tratam-se de “Aritana e a Pena da Harpia”, jogo de plataforma 3D, com um design inovador para os padrões brasileiros de produção de games, onde Aritana, um bravo guerreiro com o Cajado do Pajé, deverá superar obstáculos e combater os Espíritos da Floresta em um estilo de mecânica rápida, intuitiva e divertida. Além disso, o jogador é perseguido constantemente pelo Mapinguari, personagem folclórico da floresta Amazônica.
O game está disponível para venda no site Splitplay.

O outro game, merece destaque por ter conseguido, recentemente, ser selecionado para apoio do Rumos Itaú Cultural. O game ainda está em desenvolvimento, mas é possível dar uma espiada em como será o game em seu site oficial aqui.
Com o nome “Huni Kuin: Os Caminhos da Jibóia”, o game pretende trazer para o público algumas histórias da tribo Huni Kuin, originária da Amazônia. Pelos depoimentos e imagens, vem coisa boa por aí.

Marcelo Faria – Portal Uai
Publicação: 12/04/2014 21:01

A Firaxis decidiu acabar com o mistério e revelou qual será o seu novo jogo: Sid Meier’s Civilization: Beyond Earth, que seguirá a jogabilidade da série Civilization, mas com uma ambientação que lembra mais Sid Meier’s Alpha Centaury, de 1999, com um futuro de ficção científica espacial.

No jogo, o planeta Terra está morrendo após uma catástrofe global e a humanidade precisa buscar um novo local para viver. O jogador deve guiar esses sobreviventes em um novo planeta, enfrentando desafios como organismos extraterrestres, ambientes árduos e, claro, outros colonizadores.

O jogo será publicado pela 2K Games, com lançamento previsto para PC no segundo semestre deste ano.


Veja também:

Jogo está no Steam Greenlight e deve ser lançado no primeiro semestre de 2014

Marcelo Faria – Portal Uai
Publicação:06/03/2014 10:50
Link: http://divirta-se.uai.com.br/app/noticia/games/2014/03/06/noticia-games,152219/versao-alpha-gratuita-de-mini-metro-e-disponibilizada.shtml

Simples e fácil de jogar, Mini Metro é um jogo sobre gerenciar um sistema de metrô de uma cidade que não para de crescer. O jogo, desenvolvido pela Dinosaur Polo Club, está em fase alpha e pode ser jogado gratuitamente no site oficial do estúdio.

Mini Metro é minimalista tanto no seu visual quanto na jogabilidade. Ele se apresenta como um típico mapa de metrô das grandes cidades, com um fundo branco e linhas de cores diferentes representando os percursos do sistema de transporte público. No jogo, as estações ‘brotam’ automaticamente e tudo que o jogador precisa fazer é arrastar as linhas com o mouse para conectá-las. O desafio está em tentar manter o sistema rápido e coerente o bastante para que seus usuários esperem o mínimo de tempo possível – caso um número grande de passageiros fique tempo demais em uma estação, o jogador perde.

Na verdade, Mini Metro é mais fácil de aprender na prática que com explicações. Para jogar, basta visitar o site e, caso ainda não tenha, instalar o plugin da Unit.

Mini Metro deve ser oficialmente lançado no primeiro semestre de 2014, para PC, Mac, Linux, iOS e Android. Ele já está no Steam Greenlight, o sistema da Valve em que os jogos podem receber votos para serem lançados na plataforma de distribuição digital.

Trailer:

Game inspirado no caso Suzane Von Richtofen tenta mostrar e entender a motivação por trás do crime

Do site areah.com.br.
Link da reportagem: http://www.areah.com.br/Vibe/Games/materia/71149/1/pagina_1/materia.aspx?key=uai

Mundos fantásticos e cheios de magia e coisas que não existem no mundo real são temáticas comuns em jogos, e poucos são os títulos que tentam recriar a realidade. Mais raros ainda são os jogos baseados em fatos reais, como o game Suzy and Freedom, uma aventura baseada na história do caso Suzane Von Richthofen. Lembra dela?

Na noite do dia 31 de outubro de 2002 os pais de Suzane foram assassinados enquanto dormiam, em São Paulo. Após investigação foi descoberto que tudo foi planejado por Suzane, seu namorado Daniel Cravinhos e o irmão dele Christian Cravinhos. O caso foi tema de vários trabalhos acadêmicos e estudos psicológicos e agora virou game.

Quem criou o jogo foi o brasileiro Nicolau Chaud, psicólogo, professor de psicologia que tem como hobbie desenvolver jogos simples no RPG Maker. O game de adventure pode ser terminado em poucas horas (é recomendado jogar tudo de uma vez só, inclusive) e tenta expor e entender as motivações de todos os envolvidos na história. Há diálogos e minigames ao longo do caminho que leva até a prisão dos culpados.

Você joga com a própria Suzana, com Dan, o namorado dela e até uma das vítimas em uma das cenas mais pesadas, em que você deve se defender de um dos assassinos. Sem dúvida são sequências que mexem com o jogador.

Em entrevista à revista Vice, Nicolau disse que sua fonte de pesquisa sobre o caso foi um livro chamado O Quinto Mandamento, de Illana Casoy, uma investigadora que acompanhou a reconstituição do crime e teve acesso a documentos oficiais do caso. Créditos à ele que estudou um caso de polícia para criar um game sobre.

Se você quiser uma ou duas horas de entretenimento diferente do seu Call of Duty, o jogo é freeware (gratuito) e basta visitar a página para baixar.

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Bruna Senséve – Correio Braziliense
Publicação: 05/09/2013 12:00 Atualização: 05/09/2013 12:16

Pesquisadores criam videogame que retoma habilidades cognitivas perdidas ao longo do tempo. Os benefícios foram detectados seis meses após os testes com voluntários que tinham pelo menos 60 anos

Jogos de treinamento cerebral buscam melhorar habilidades mentais. Com um certo tempo de prática, a tendência é de que os jogadores se tornem ainda melhores na tarefa proposta, mas será que eles conseguem se aprimorar em outras atividades cognitivas diárias? De acordo com artigo publicado hoje na revista científica Nature, sim. É possível que um videogame desenvolvido especialmente para idosos seja capaz de aumentar controles cognitivos que decaem com o envelhecimento, como a memória e a atenção. Os experimentos mostram que o envelhecimento cerebral pode ser mais plástico que o imaginado e, dessa forma, permitir uma melhoria cognitiva — desde que sejam utilizadas estratégias cuidadosas e controladas.
Há três anos, um estudo publicado também na Nature concluiu que jogos com o objetivo de aprimorar as habilidades cognitivas não conseguiam ultrapassar os limites das tarefas executadas durante a brincadeira. Os pesquisadores recrutaram cerca de mil jovens e indivíduos de meia-idade para praticar regularmente tarefas on-line desenvolvidas para melhorar funções cerebrais, como memória, planejamento e raciocínio. Como esperado, eles realmente ficaram cada vez mais espertos nas tarefas pedidas pelo treinamento, mas não houve qualquer alteração de desempenho em outras habilidades cognitivas. Segundo Adam Gazzaley, que liderou o estudo publicado hoje, provavelmente, o resultado registrado anteriormente se deve à idade dos participantes, já que abaixo dos 60 anos a reposição da perda cognitiva talvez não seja tão evidente.(…)

Veja a reportagem completa clicando aqui!

Mapa interativo, aplicativo e jogos trazem mais informação e diversão ao site da Fundação de Parques Municipais

Essa é a chamada que aparece no banco de notícias do portal da PBH. A reportagem também foi veiculada no site oficial da Fundação de Parques Municipais.

Dentre as informações, está um trecho da entrevista com o desenvolvedor, que também é o criador e administrador do site Escola de Jogos.

Leia a reportagem!

Além da veiculação da notícia nos portais já citados, a Belotur – Empresa Municipal de Turismo de Belo Horizonte – criou um espaço para um banner de divulgação do mesmo aplicativo, que pode ser conferido neste link.

A apresentação oficial e lançamento do aplicativo ocorreu no dia 25 de julho, com a presença dos representantes de todas as regionais e do diretor da FPM. O aplicativo foi projetado em um telão, onde foram apresentados os recursos do mesmo e também o aplicativo funcionando em um tablet, com sistema Android. A apresentação foi um sucesso, arrancando aplausos da platéia presente.

Além do mapa interativo, foi mostrado também o jogo da memória com o tema da flora e da fauna encontrados nos parques de BH.

A Escola de Jogos publicou mais um aplicativo no Google Play.

Dessa vez é o nosso game Esquiva!

Com algumas adaptações óbvias, o game já está disponível no Google Play. Essa primeira versão segue o mesmo princípio do game para web: você deve fugir das bolas verdes e pegar corações para ganhar pontos de vida.

Estamos desenvolvendo outras fases, com outros desafios e que exigirão do jogador maiores habilidades para atingir os objetivos.

Em breve disponibilizaremos as atualizações.

Logo googleplay

Jogos coletam dados de movimentos dos pacientes, ajudando a indicar o melhor tratamento

PUBLICADO EM 07/06/13 – 03h00

ASHLEY SOUTHALL
THE NEW YORK TIMES
Do Jornal O Tempo

Danica Zimmerman, 14, precisou ir a mais de 20 médicos para então receber o diagnóstico correto

Washington, EUA. Os videogames estão se mostrando um aliado na solução de mais um problema de saúde: a dor crônica. O TubeRunner é um dos quatro jogos com temas galácticos desenvolvidos especificamente para o Complexo Médico de Tratamento da Dor, em Washington, nos Estados Unidos. Lá, especialistas da dor e desenvolvedores de jogos estão elaborando uma forma efetiva de medir a dor.
A médica responsável por essa iniciativa, Julia Finkel, espera que, usando dados técnicos dos jogos e de atividades interativas para identificar objetivamente e monitorar a dor, seja possível determinar as técnicas usadas para o tratamento. O ponto central do esforço para quantificar a dor, segundo Julia, é uma caixa preta retangular com três olhos que espreitam por trás da tela. Essa caixa já foi um Kinect, dispositivo sensor de movimentos que permite que os usuários controlem os jogos usando gestos e comandos de voz.

O dispositivo está sendo usado no paciente Reilly, 15, que sofre de síndrome de dor crônica regional, que começou na perna esquerda e se espalhou para outras partes do corpo. O garoto sente uma dor constante e forte, além de ter mudanças patológicas nos ossos e na pele, suor excessivo, inchaço e sensibilidade extrema ao toque.

Dados. O mais importante, para a médica, foi o rastreamento em três dimensões que o aparelho fez de 24 pontos no corpo do jovem, fornecendo dados sobre seus movimentos – ângulos, distância, velocidade, frequência – para um banco de dados seguro. Um software feito sob encomenda mede seus batimentos cardíacos e converte todos as informações para um gráfico que pode ser visto por um fisioterapeuta em um tablet em tempo real.
“Já que é informação digital, nós podemos manipulá-la, entendê-la e analisá-la. Então, de um ponto de vista de pesquisa, é um baú do tesouro de informações que podem nos ajudar a formular novas técnicas para tratar esses pacientes”, explica a pesquisadora.

Difícil. Danica Zimmerman, 14, foi a mais de 20 médicos por causa da queimação que começou, no ano passado, em sua mão direita e rapidamente se espalhou para os outros membros. Muitos médicos chegaram a dizer que ela estava imaginando a dor que lhe forçou a parar de praticar natação e a recusar abraços.

Finalmente, ela foi diagnosticada com distúrbio simpático-reflexo, outro nome para a síndrome da dor crônica regional. No complexo médico, presa a um frasco de analgésico, ela foi colocada para brincar com um jogo de meteoros.
A diretora do complexo, Sarah Rebstock, conta que é normal seus pacientes adolescentes irem a vários médicos antes de obterem um diagnóstico correto.

A Academia Nacional dos EUA estima que cerca de 100 milhões de adultos no país sofra de dor crônica. Os empregados dos hospitais afirmam que de um quarto a metade das crianças com menos de 18 anos têm dor crônica que dura mais de três meses. “Os médicos não costuma reconhecer a dor como uma patologia. Então, os pacientes acabam indo a vários profissionais tentando descobrir o que está errado”, explica.

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  • 10 de agosto de 2010Desde:
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