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Reportagem veiculada no site “Area H”, do portal UAI (www.uai.com.br), mostra pesquisa realizada nos EUA que quem joga videogame tem vantagem de 14% no ambiente de trabalho sobre quem não joga.

Por redação AreaH
Link da reportagem: http://www.areah.com.br/vibe/carreira/materia/61535/2/pagina_1/gamemaniacos-tem-melhor-rendimento-no-trabalho.aspx

Leia a reportagem na íntegra:

gamesVisto com maus olhos por muitos e considerado apenas uma forma de entretenimento que não adiciona em nada, os videogames trazem benefícios que você nem imaginava – um estudoconduzido pela Universidade de Denver, no Colorado (EUA) concluiu que quem joga videogame rende mais no trabalho. Agora você já tem a desculpa perfeita quando sua namorada te encher o saco por estar jogando demais.
A pesquisa foi feita com 6.476 estagiários, e aqueles que jogam videogames como PS3 e Xbox 360 possuem uma vantagem de 14% em habilidades gerais em relação aos que não jogam. Além disso, o grau de conhecimento geral dos gamers foi 11% superior aos outros, e a retenção de informação foi 9% maior.
Traci Sitzmann, PhD e professora assistente do núcleo que desenvolveu o estudo, diz que os jogos têm maior efeito quando promovem interações com o usuário, ao invés de apenas instruí-los passivamente. “Algumas empresas projetam jogos para seus funcionários há anos, mas até agora era tudo palpite, eles suspeitavam que os jogos ajudavam, mas não era provado”.
Os games são fontes de estímulo a criatividade e incentivam a resolução de problemas e a pro-atividade, pois a todo momento você deve concluir um objetivo, e para isso, deve elaborar estratégias e pensar na melhor forma de resolver os problemas. Essa experiência é facilmente aplicada ao dia-a-dia no ambiente de trabalho.
Mas não pense que se algo de errado acontecer você vai poder simplesmente apertar o “restart” e vai ficar tudo bem – essa possibilidade nos jogos pode criar o comportamento de que falhas e tropeços podem ser esquecidos ou perdoados, e isso não é verdade. É preciso ficar atento.
De qualquer forma, as jogatinas da madrugada agora tem valor para o seu futuro profissional!

Reportagem veiculada no jornal Estado de Minas. Estudo feito com pessoas de mais de 50 anos revelou que os jogadores são capazes de melhorar habilidades cognitivas e reverter em até sete anos a decadência relacionada à idade

Link: http://www.em.com.br/app/noticia/tecnologia/2013/05/01/interna_tecnologia,380392/jogar-videogame-retardaria-e-ate-reverteria-decadencia-mental.shtml#.UYJabx_DmRU.facebook

 

Agence France-Presse

Publicação: 01/05/2013 19:16 Atualização: 01/05/2013 19:33

Jogar videogame pode prevenir e até retardar a deterioração de funções cerebrais, como a memória, o raciocínio e o processamento visual, segundo um estudo publicado esta quarta-feira. O estudo da Universidade de Iowa, feito com centenas de pessoas com 50 anos ou mais, revelou que as pessoas que jogam videogame são capazes de melhorar uma variedade de habilidades cognitivas e reverter em até sete anos a decadência mental relacionada com a idade.

“Sabemos que podemos parar esta decadência e verdadeiramente restaurar a velocidade do processamento cognitivo das pessoas”, afirmou Fredric Wolinsky, professor de saúde pública da Universidade de Iowa e principal autor do artigo publicado no periódico PLOS One. “Então, se sabemos disso, não deveríamos estar ajudando as pessoas? É bem fácil e o pessoal de mais idade pode aprender a jogar”, afirmou.

O estudo é o último de uma série de projetos de pesquisa que examina porque as pessoas, à medida que envelhecem, perdem a “função executiva” no cérebro, que é necessária para a memória, a atenção, a percepção e a resolução de problemas. Wolinsky e seus colegas separaram 681 pacientes saudáveis em quatro grupos. Cada um destes grupos foi dividido em segmentos com pessoas de 50 a 64 anos e aqueles acima dos 65 anos. (…)

Leia mais: http://www.em.com.br/app/noticia/tecnologia/2013/05/01/interna_tecnologia,380392/jogar-videogame-retardaria-e-ate-reverteria-decadencia-mental.shtml#.UYJabx_DmRU.facebook

 

Cirurgiões estão testando uma tecnologia utilizada em videogames que pode facilitar intervenções cirurgicas

BBC 

Reportagem veiculada no canal IG >> Saúde.

Link da reportagem: http://saude.ig.com.br/2012-06-02/medicos-testam-tecnologia-de-videogame-em-mesas-de-cirurgia.html

A tecnologia Kinnect já é usada hoje para diversão. Com ela, as pessoas conseguem jogar videogame sem nenhum controle remoto, já que sensores captam comandos de voz e movimentos do corpo.

Nas salas de operação, os médicos usam a tecnologia Kinnect para operar câmeras usadas durante a cirurgia. A captação de imagens ao vivo durante operações é uma parte importante dos procedimentos médicos.

O fato de eles não precisarem tocar em nada diminui riscos de contaminações. A tecnologia foi testada no hospital St. Thomas, em Londres, e agora será aperfeiçoada em outros centros de operação.

 

Reportagem do G1 – Portal de notícias da Globo, mostra como a tecnologia dos videogames influencia até no meio agrícola.

Projeto de trator do futuro é controlado como videogame

Conceito apresentado por fabricante na Agrishow antecipa ano de 2050.
Feira de tecnologia agrícola traz as principais inovações do setor no país.

05/05/2012 07h00 – Atualizado em 05/05/2012 07h00

Do G1 Ribeirão e Franca

Link da reportagem: http://g1.globo.com/sp/ribeirao-preto-franca/noticia/2012/05/projeto-de-trator-do-futuro-e-controlado-como-videogame.html

Jogar videogame é o melhor treinamento para comandar o trator do futuro, garante o estudante de agronomia Mailson José Rodrigues, de 21 anos. Acostumado a manobrar máquinas agrícolas na fazenda do avô em Campo Florido (MG), experimentou na Agrishow 2012 um simulador que tenta antecipar o equipamento que será usado nas lavouras em 40 anos: uma máquina dividida em três módulos que pode se transformar em um único veículo, maior e mais potente, e é controlada por só um operador.

“O cara que só trabalhou na roça vai se atrapalhar. Precisa ter uma noção de videogame, isso aqui é um joystick”, comentou Rodrigues enquanto segurava o manche, muito semelhante ao controle usado nos jogos eletrônicos de ultima geração. (…)

Leia a reportagem completa aqui!

Evento traz mais de 30 horas de palestras, debates e oficinas em diferentes locais da capital paulista

Redação Arena 29/11/2011 11:53

Link da reportagem: http://arena.ig.com.br/festival-games-for-change-une-videogame-e-transformacao-social/n1597388385906.html

Festival Games for Change une videogame e transformação social

Evento traz mais de 30 horas de palestras, debates e oficinas em diferentes locais da capital paulista

Al Gore dá palestra no Games for Change em Nova Iorque

Acontece em São Paulo entre o dia 8 e 11 de dezembro a primeira edição do Festival Games For Change, um movimento criado nos EUA que propõe a criação de jogos como catalizadores sociais, e que ganhou sua primeira edição brasileira neste ano. O festival dá continuidade a uma série de eventos que já aconteceram em diferentes regiões do Brasil, trazendo mesas redondas, fóruns e oficinas sobre jogos e sua capacidade de transformação da sociedade, educação, economia, meio ambiente e cultura.

Depois de passar por Salvador, na Bahia, dentro do SB Games 2011, evento focado na indústria, mercado e academia, o Games for Change retorna a São Paulo, onde trará mais de 30 horas de atividades distribuídas entre a Cidade Universitária da Universidade de São Paulo, o Paço das Artes, o Museu da Imagem e do Som (MIS) e a Universidade Mackenzie, na Consolação, com entrada gratuita e transmissão ao vivo pela internet.

“Vamos seguir de perto a edição americana”, disse Gilson Schwartz ao Arena, curador do evento e professor do Departamento de Cinema, Radio e TV da Escola de Comunicações e Artes da USP. “Queremos o mesmo nível de importância e impacto político no Brasil. O mercado de games passa por uma transformação qualitativa, fala-se cada vez mais em ‘gamificação’ do mundo, da educação, do trabalho e da cultura. O Games for Change reflete essa importância e representa uma oportunidade para os brasileiros participarem ativamente dessa nova convergência cultural.”

O Festival Games for Change terá atrações para estudantes de diferentes áreas, professores, game designers, gestores sociais, artistas e interessados em novas mídias, internet e criatividade, começando no dia 8 de dezembro na Escoda de Comunicação e Artes da USP, passando pela Universidade Mackenzie na sexta, até se voltar ao MIS no sábado e domingo, com fóruns, palestras, apresentações e uma premiação. Acesse o site oficial do Games for Change para ver a programação completa.

Os interessados em participar devem preencher a ficha de inscrição até o dia 7 de dezembro, através do site oficial do evento.

 

 

 

 

Segundo uma pesquisa realizada na Suécia, o uso de video games por jovens e adolescentes contribui para a diminuição do consumo de álcool e drogas.

Por Redação, Atualizado: 11/7/2011 19:52
MSN Jogos

Jogar videogame diminui a chance de alcoolismo, diz pesquisa

Estudiosos suecos apontam que sentar na frente do computador para jogar afasta os adolescentes de álcool e drogas

Pesquisa ainda aponta que, atualmente, as meninas estão mais adeptas do álcool que os meninos

De acordo com uma pesquisa realizada por estudiosos suecos, pessoas que jogam videogames têm menores chances de se tornarem alcoólatras ou viciados em algum tipo de droga. Principalmente se tratando de adolescentes.

Realizada pelo Conselho Sueco de Informação sobre Álcool e Outras Drogas (CAN), a pesquisa entrevistou 46 mil adolescentes e descobriu que o número de adolescentes suecos, entre 15 e 16 anos, que experimentou algum tipo de droga ou bebida alcoólica é o menor em quatro décadas.

O número é considerado o menor desde 1971. Há dez anos o número apontava 77% de adolescentes adeptos ao álcool e as drogas, no ano passado esse número caiu para 55%. O que representa uma queda considerável. “Nós vemos números similares em outros países nórdicos, e também nos Estados Unidos. Parece ser uma tendência internacional”, relatou Bjorn Hibell, diretor do CAN a um jornal sueco.

No entanto, a pesquisa aponta que o alcoolismo é maior entre as meninas, estando em 59%. “Sentar na frente de um computador para jogar é talvez uma atividade mais de meninos. Isso pode ser um fator que contribui”, supõe o diretor.

Como os videogames entretêm, acaba ficando desnecessário buscar diversão em outros lugares. “Quando você se diverte com jogos de computador, ou ensaia com sua banda de rock, pode acabar se afastando da bebida. Isso é incrivelmente positivo…”, afirmou Anna Carlstedt, chefe da organização.

27/05/2011 – 10h59

THÉO AZEVEDO
da Redação Uol Jogos

Link: http://jogos.uol.com.br/ultimas-noticias/2011/05/27/qualcomm-desiste-do-zeebo-estudio-brasileiro-e-fechado-e-futuro-do-console-esta-ameacado.htm

Qualcomm desiste do Zeebo, estúdio brasileiro é fechado e futuro do console está ameaçado

O Zeebo chegou ao mercado em 2009 custando R$ 499

A trajetória do Zeebo, videogame brasileiro que chegou às prateleiras em 2009, pode estar chegando ao fim: a Qualcomm, principal investidora da Zeebo Inc., empresa por trás do console, decidiu parar de colocar dinheiro na empreitada. Com isso, o estúdio Zeebo Interactive Studios (ZIS), localizado em Campinas, será fechado em junho, causando a demissão de todos os funcionários – cerca de 35. As informações, extra-oficiais, foram dadas ao UOL Jogos por um dos funcionários que trabalhavam na empresa, que pediu para não ser identificado.

De acordo com um dos programadores do Zeebo, o Brew, plataforma de desenvolvimento utilizada pelo console, era muito pesado para o hardware. A decisão de migrar para a plataforma Android teria sido o estopim para que a Qualcomm deixasse de investir no videogame.

Na verdade, há tempos o Zeebo já dava a impressão de andar mal das pernas no Brasil: segundo o ex-funcionário, a decisão estratégica da Zeebo Inc. em investir em jogos educativos, como os da Turma da Mônica, teria desmotivado os funcionários do ZIS, que queriam fazer games para o público convencional. Alguns pediram demissão e deixaram a empresa, e seus cargos não foram repostos. Entre 10 e 15 pessoas teriam saído do ZIS, que até então possuía cerca de 50 empregados.

Um dos funcionários demitidos do ZIS disse que, embora o Zeebo não atravessasse boa fase, a notícia do fechamento do estúdio foi recebida com choque pela equipe.

O fechamento do ZIS deve afetar as operações do Zeebo não apenas no Brasil, mas também no México, uma vez os jogos lançados no país eram desenvolvidos no estúdio de Campinas. O Zeebo ainda está presente na Índia e China, mas ainda não se sabe como as operações nestes países serão influenciadas.

Procurada pelo UOL Jogos a Zeebo Inc., através de sua assessoria ainda não se manifestou. Mike Yuen, CEO da Zeebo Inc, e Márcio Dantas, gerente geral do ZIS, não retornaram até a publicação dessa matéria.

O videogame ‘made in Brasil’

Anunciado em novembro de 2008, o Zeebo chegou ao mercado brasileiro em junho de 2009. O console foi criado pela Zeebo Inc., uma joint-venture entre a Qualcomm e Tectoy. O console ‘brasileiro’ inovava ao fazer download de jogos usando a rede 3G chamada como “ZeeboNet”, dispensando assim o uso de mídias físicas.

O videogame chegou ao México em novembro de 2010, e em 2011 na Índia. O console teve no total 46 jogos, incluindo títulos como “Tekken 2”, “Resident Evil 4” e ” Crash Bandicoot Nitro Kart 3D”.

 

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  • 10 de agosto de 2010Desde:
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