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Archive for novembro, 2012

Postagem enviada, através do Facebook, por Thiago Emídio, autor do blog ‘Mercado de Jogos Brasil’ – Site para melhorar a administração, venda e mercadologia do mercado de jogos e games eletrônicos no Brasil.

 

Como dividir os lucros da sua empresa de jogos

QUARTA-FEIRA, 21 DE NOVEMBRO DE 2012

Há basicamente 3 tipos de distribuição dos lucros:

1- Pró-labore

Este é o nome de quando se contrata um dos sócios como um empregado da empresa. e sua remuneração funciona praticamente igual a um salário. Por isso, sobre ele incidem dois impostos:
  • 11% de INSS (valor fixo, independente do valor do pró-labore);
  • IRPF (Imposto de Renda de Pessoa Física) de acordo com a mesma tabela que funciona para funcionários de empresas (veja a tabela aqui).
2- Distribuição de lucros
Neste tipo a justiça considera você como dono da empresa e já que empresas faturam, pagam impostos, contas e, com isso, geram lucro. Esse lucro pode ser distribuído entre os sócios sem que seja novamente taxado com IRPF, já que empresas pagam IRPJ (Imposto de Renda de Pessoa Jurídica) sobre o que ganham.
Para que a distribuição de lucros seja feita da maneira certa, existem algumas diretrizes que o Empreendedor precisa tomar:
  • Definir no Contrato Social (Documento que marca e caracteriza a empresa, equivalente a sua certidão de nascimento) qual a frequência em que os lucros serão distribuídos. Existe um padrão comum para fazer isso anualmente, porém nada (nenhuma lei) impede que seja feito mensalmente, por exemplo, o que é muito comum em micro empresas.
  • Caso a empresa tenha tido prejuízo ao examinar seu passado, ela não pode distribuir lucros. Primeiro ela deve pagar suas dívidas, para depois distribuir lucros.
  • Não é nada saudável distribuir todo o lucro se você já conseguir prever que o mês seguinte será de vacas magras.
3- Juros sobre Capital Próprio(o dinheiro investido pelos sócios na empresa)
Esse formato é mais usual para empresas com grande capital próprio, e em empresas chamadas Sociedades Anonimas(S.A’s) que serão explicadas mais tarde. A ideia aqui é o sócio receba uma recompensa pelo capital próprio investido.Existem duas taxa para o cálculo desse valor: a TJLP e a Selic. (…)

from 

Muito boa a iniciativa. Vale a pena conferir o vídeo. Parabéns para o pessoal da Gaz Games e organizadores do evento!

 

 

 
De 12 a 18 de novembro aconteceu, no Anhembi, em São Paulo, um dos maiores e mais conceituados eventos do país: as Olimpíadas do Conhecimento. Logo na entrada do evento os visitantes tinham acesso a uma instalação artística denominada Labirinto do Conhecimento: ambientes temáticos criados pelo artista, estilista e designer Ronaldo Fraga, com o objetivo de despertar sensações diversas entre os visitantes.

As sensações representam diversos ecossistemas da Terra: “Ao entrar no labirinto, o visitante passará, por exemplo, pela floresta amazônica e sentirá calor e pingos de água. Ao atravessar as geleiras da Islândia, a sensação será de muito frio”, explica Ronaldo.

As experiências do Labirinto do Conhecimento foram criadas através de mapping, robótica e outras tecnologias emergentes, com participação especial de Henrique Roscoe (VJ 1mpar), Brayhan Hawryliszyn e Fabiano Fonseca.

As imersões 3D criadas pela Gaz Games ficavam na entrada de cada um dos ambientes temáticos do Ronaldo Fraga. Através delas o visitante, além de verificar quais regiões do planeta estavam sendo representadas nas instalações, também recebia informações relevantes sobre elas, enriquecendo a experiência.

Para cada uma das 7 estações de realidade aumentada, conceitualizadas e desenvolvidas pela Gaz Games e pela FK Mobile, foram criados ambientes tridimensionais animados, que traziam as principais características dos ecossistemas em destaque: floresta amazônica, com sua fauna e vegetação típicas; vulcão vesúvio com um corte lateral que permitia enxergar o magma; deserto de sal da Bolívia, Tokyo, São Paulo, Colômbia e as geleiras da Islândia.

FICHA TÉCNICA:

Direção Geral: Ronaldo Fraga
Produção: Plural Cultura e Entretenimento ( Tina Vascobncelos)
Cenografia: WN Arquiterura ( Paulo Waisberg e Clarissa Neves)
Mapping: Brayhan Hawryliszyn / Henrique Roscoe /Fabiano Fonseca
Realidade Aumentada: GAZ / FK Mobile ( Franklin Araujo e Ronaldo Gazel)

Uma nova invenção, vinda de Estocolmo na Suécia, parece estar dando certo…

Simplesmente uma bicicleta virtual permite às pessoas ‘pedalar’ por qualquer cidade da Europa!

A bicicleta, aliada a um aplicativo específico, permite ao internauta de plantão, visitar cidades e pedalar por elas sem sair de casa.

Confira o vídeo abaixo, em uma reportagem do canal IG:

 

Animação em 3D feita para a aula de Riggins e Animação de Personagem.

Utilizei o personagem Package Man, download gratuito da internet para animação.

O software utilizado foi o Maya 2012 – versão para estudantes.

Houve um problema na renderização e misteriosamente a cueca do personagem perdeu a textura.

Confira o vídeo abaixo (youtube):

Nesse artigo, irei expor meus conhecimentos a respeito do VRML, com o qual venho trabalhando desde 1998, quando tive meus primeiros contatos com essa linguagem.

 

VRML 2.0

O VRML97 ou VRML 2.0 (versão) é a sigla em inglês para Virtual Reality Modeling Language, ou, numa tradução literal para o português, Linguagem para Modelagem de Realidade Virtual.

O VRML é uma linguagem parecida com o HTML; mas ou invés de vermos textos, vemos objetos em 3D. Podemos criar mundos, ambientes internos ou externos, simples ou complexos objetos, enfim, praticamente tudo o que existe (e o que não existe) no universo, criar movimentos, funções, botões, links e etc.

Em termos técnicos, a extensão padrão do VRML97 é um arquivo ‘.wrl’.Para se construir um arquivo .wrl, usa-se um programa de texto simples, de preferência o Bloco de Notas. Podemos usar programas específicos também, mas creio que para isso é preciso um computador com bastante memória ram e um bom processador.Além disso, precisamos de um visualizador de extensões .wrl, ou seja um plugin. Aqui você poderá encontrar uma lista completa de plugins: http://cic.nist.gov/vrml/vbdetect.htmlOutro programa importante, é um navegador. O VRML é uma linguagem voltada para navegação web, como uma página na internet.Testei quatro: o Firefox (atualizado), o Internet Explorer 8, o Ópera e o Google Chrome. Todos funcionam numa boa, basta na hora de instalar o Cortona3D, escolher o navegador de sua preferência.Bom, depois de tudo instalado, você poderá visualizar os mundos em VRML.

  • Navegando no VRML:

No VRML você tem as mesmas funcionalidades básicas de um jogo em primeira pessoa. As setas te movimentam para frente ou para trás, para um lado ou para o outro. Pressionando a tecla ‘SHIFT’, seus movimentos ficam mais rápidos.

Cada visualizador tem uma estrutura diferente para navegação, mas as funções são as mesmas em todos. Isso porque quem determina como será feita a navegação do usuário é a própria linguagem do VRML.

 

Histórico

O VRML surgiu, como primeira versão, em meados de 1996, como VRML 1.0. Lembro-me que, na época, era uma verdadeira revolução na computação, pois permitia ao usuário uma experiência 3D, on-line, sem precedentes.
No ano seguinte, 1997, a linguagem foi aperfeiçoada, para VRML 2.0 ou VRML97. Foram acrescentados recursos de luz, animações e interatividade além de áudio e vídeo, fora aperfeiçoamentos da própria linguagem.
Por ser uma programação orientada a objetos, a estrutura também foi melhorada, permitindo uma melhor organização da programação em si.

Logo em seguida, o VRML foi caindo em desuso. Isso porque os aperfeiçoamentos feitos em outras linguagens como Java, Flash Player e até o surgimento de outras formas de interação on-line como a Unity Web-Player, foram adquirindo resultados melhores.
Isso porque o VRML trabalha, por padrão, com low-poly, ou seja, os objetos são meio ‘quadradões’ quando visualizados. E, quando usados em ‘high poly’, apresentam lentidão.
Outra questão que contribuiu para a queda do VRML, foi a internet. Na época se não tivesse uma internet de banda larga, dificilmente você conseguia ver um mundo construído em 3D. E, sabemos que a internet (pelo menos no Brasil) em 1998, 1999 era devagar quase parando.
Mesmo assim, consegui ver construções fantásticas em VRML. Só para citar alguns, cheguei a ver um museu interativo dedicado a Leonardo DaVince inteiro feito em VRML, as pirâmides Maias, e ainda um robô em Marte, construído pela NASA, dentre outros.

Nos últimos anos, andei vendo um ressurgimento, ainda que tímido, do VRML 2.0.
Houve uma tentativa de evolução do VRML, para a versão 3.0, ou X3D; mas até onde sei não vingou. A ideia era fazer com que o VRML não usasse plugin para ser visualizado, usando a plataforma Java. Como disse, não sei até que ponto esse projeto foi para frente.
Uma atualização interessante que vi e muito útil, é a utilização de arquivos feitos em Flash dentro de mundos VRML.

Essa interatividade é muito bem-vinda, já que pode-se criar mundos 3D e usar recursos de Flash dentro deles. O script é um pouco complexo, mas o resultado é excelente! O leque de possibilidades são infinitas…
Fiz uma experiência com esse recurso e obtive um ótimo resultado.
(http://www.escoladejogos.com.br/animacoes/galeria-3d/).
O único porém, é que apenas um plugin aceita esse recurso, que é o que ando recomendando para baixar (ver no site: http://www.escoladejogos.com.br/modelagem/).

Softwares e compatibilidades

Interface do Cortona3D.

Atualmente muitas empresas que criavam plugins para visualizações de ambientes VRML infelizmente descontinuaram seus projetos, fazendo com que o leque de opções caísse radicalmente. Além disso, outras empresas pararam de lançar atualizações, como é o caso do plugin Cosmo Software.
Para Windows ainda encontramos bons plugins. Para Linux, tentei de todas as formas fazer funcionar com as opções que encontrei. Mas, não sei se foi por incompetência minha ou por outro motivo, o que importa é que não obtive êxito na minha empreitada.
Para Mac (pasmem!), consegui achar um plugin que funciona! Não roda muito bem, de vez em quando dá um ‘Crash’, mas, consegui visualizar os ambientes. Para quem usa Mac o nome do arquivo é esse: FreeWRL-1.22.10-UB_Feb9-2011.dmg. Tive muito trabalho para encontrar o dito cujo, portanto quem quiser, tenho o arquivo comigo.

  • Softwares:

Outra questão a ser levada em conta é o uso de softwares para construir os mundos em VRML. Particularmente, sempre usei um arquivo de texto. Mais especificamente o bloco de notas do Windows.
Mas, existem vários softwares disponíveis no mercado. Os que cheguei a experimentar foram:
 
1. VRMLPad: é um software de programação voltado para VRML. Já tem os atributos embutidos, as quebra de linhas, as funções, as características dos objetos, basta apenas organizar e inserir os valores correspondentes. Existe uma versão gratuita, limitada, e a versão completa é paga;

Interface do VRMLPad


 
 
2. Blender (até a versão 2.49): é um software de modelagem 3D. Embora tenha script para programação, ela não se aplica aos ambientes VRML (não que eu saiba). Com ele você pode modelar os objetos, ambientes e etc e depois exportar para VRML. Infelizmente isso só é possível até a versão 2.49. As outras versões até importam arquivos VRML, mas não exportam. O software é gratuito;

Interface do Blender 2.49


 
 
3. Studio Max 3D: assim como o Blender, o Studio Max exporta e importa para VRML, mas apenas as versões mais antigas. A última que cheguei a testar foi o Studio Max 9.0 (bem ultrapassado, diga-se de passagem);


 
 
4. Maya: um outro software muito bom (e que mais uso atualmente) é o Maya. O Maya, por padrão, não tem suporte ao VRML. Mas tem uma configuração nas preferências de plugins, que permite ao software exportar para VRML. Mas, no caso, só testei até a versão 12 do Maya. E ele apenas exporta, não permitindo importar. Para configurar, vá em Windows >> Settings/Preferences >> Plug-in Manager e marque as opções Loaded e Auto load do ‘vrml2Export.mll’.

Tanto o Maya quanto o Max são pagos, mas, fazendo um cadastro na Autodesk, é possível baixar os softwares em versão para estudantes e as licenças duram 3 anos.

 
 
Com exceção do VRML Pad, todos os outros softwares só servem para modelar objetos; animações e interatividades têm que ser na unha mesmo… aí, tem que conhecer bem a linguagem.

Próximo artigo: Usos e aplicações do VRML nos dias atuais…

Do link: http://gamereporter.uol.com.br/the-gamer-inside/

Primeira parte de um documentário muito interessante a respeito da história dos games no Brasil. Vale como material histórico.

 

The Gamer Inside: assista e comente

Ver a notícia completa aqui!

O documentário é um belo material de arquivo para conhecer algumas das personalidades mais importantes do setor aqui no Brasil e também para conhecer a história dos games em nosso país. Abaixo está o primeiro episódio da série sobre o Brasil dos jogos:

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  • 10 de agosto de 2010Desde:
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