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Lulu na Polinésia

Um livro digital e interativo

para crianças de 3 a 8 anos, nas edições Zanzibook, disponível no AppS tore para iP ad, Iphone e Ipod T ouch

 

Lulu e Zazou

Lulu e Zazou

Lulu e Zazou na Polinésia

Lulu e Zazou na Polinésia

 

 

Embarque imediato para uma viagem mágica pela Polinésia francesa! Enquanto brincam, leem, cantam e escutam, as crianças se familiarizam com os arquipélagos e participam das animações de cada página.

A Polinésia de Lulu é o segundo volume da coleção Lulu & Zazou, que apresenta uma garotinha e seu gato em suas viagens pelo mundo. O primeiro volume, Lu- lu na Austrália, já está disponí- vel no App Store.

MUITO BEM FEITO

Lulu-na-Polinésia-AppStore-ZanzibookGraças a um rico conteúdo interativo, lúdico e pedagógico, é possível descobrir o charme dessas ilhas que tanto fazem sonhar. O jovem leitor percorre a Polinésia numa canoa. «Ao longo de sua viagem, ele confecciona colares de flores tropicais, participa de uma corrida de va’a, prepara uma salada taitiana, pega caranguejos- dos-coqueiros, manda um cartão postal para uma pessoa de sua escolha, canta uma canção taitiana e até dança o tamouré.» São tantas as descobertas que serão necessárias várias leituras para ver todo o conteúdo. (A equipe da Zanzi- book).

 

Veja mais no site: http://www.zanzibook.com/pt/


Novo game do site Escola Games: Lousa Legal – para crianças.

Reservamos um espaço para você soltar sua criatividade.
Com a Lousa Legal você pode desenhar, inserir figuras, brincar com as formas geométricas, aprender as sílabas e formar palavras com as letras do alfabeto.
Jogo educativo com vários recursos didáticos para desenhar e formar palavras.

Dica para o educador

Agora cada um de seus alunos pode ter sua própria lousa digital!
Utilize a lousa em sala de aula para desenvolver a escrita, a leitura, a criatividade, e a habilidade motora das crianças.

12/09/2011 – 07h00
DUDA PORTO DE SOUZA
Colaboração para o UOL Crianças
Link da reportagem: http://criancas.uol.com.br/para-os-pais/2011/09/12/aplicativos-do-ipad-estimulam-educacao-infantil-mas-uso-do-tablet-requer-supervisao.jhtm

 

Aplicativos do IPad estimulam educação infantil, mas uso do tablet requer supervisão

 

“Olha, mamãe, um IPad”, foi o que Heitor, 2 anos, disse ao ver pela primeira vez o tablet da Apple nas mãos de sua mãe, a publicitária Luciana Bueno Cardoso. “Fiquei impressionadíssima”, conta Luciana, que até então nunca havia tido um contato tão expressivo com o IPad a ponto do filho reconhecê-lo daquela forma.

Assim como o pequeno Heitor, outras crianças no Brasil, aos poucos, têm o tablet como parte da realidade diária. Principalmente depois que a Apple lançou a segunda versão do produto, o IPad2, os pais mais conectados transferiram a custódia de seus antigos aparelhos para os filhos. Na prática, para as crianças de 1 a 12 anos, o IPad funciona como uma versão maior do IPhone, que eles já raptavam de seus responsáveis para mexer nos aplicativos. Maior e, por isso, muito mais atrativa às pequenas e ágeis mãos que não titubeiam na manipulação intuitiva da tela sensível ao toque.

“Eu gosto do aplicativo do Sistema Solar. É legal de brincar e aprender ao mesmo tempo. Queria que todas as crianças tivessem um IPad”, diz Augusto, 7 anos. O fato deste aplicativo – e a grande maioria deles – estar em inglês nunca foi um empecilho para a curiosidade do garoto. Pelo contrário, os programas mais divertidos facilitam o aprendizado do idioma e a linguagem visual colabora para a fácil compreensão.

A possibilidade de combinar brincadeira e aprendizagem é justamente o que faz com que os pais se rendam ao tablet: o gadget é um grande catalisador do aprendizado mental e desenvolvimento motor da criança, traz um balanço entre educação e entretenimento e, ainda, a possibilidade de conteúdo controlado, já que são os pais que decidem os aplicativos que podem ser instalados. O IPad não é apenas um brinquedo, mas um baú cheio deles.

A Editora Globo foi a primeira editora brasileira a lançar um livro em formato para IPad. O título escolhido foi "A Menina do Narizinho Arrebitado", de Monteiro Lobato. GRÁTIS, em português

DE OLHO NO RELÓGIO
Para Maria Ângela Barbato Carneiro, coordenadora do Núcleo de Cultura e Pesquisas do Brincar da PUC (Pontifícia Universidade Católica), de São Paulo, a tecnologia é importante e um caminho sem volta. “Entretanto, ela deve ser usada durante um tempo limitado, especialmente em se tratando de crianças pequenas. Elas precisam se movimentar fisicamente, pois conhecem o mundo explorando o espaço”, alerta a profissional. “É preciso cuidar para que a criança não sofra qualquer tipo de deslocamento no espaço e relações humanas”.

Talking Tom Cat, atualmente o gato de estimação mais famoso do mundo virtual, é um dos aplicativos que já tem na conta, pelo menos, uma experiência negativa. A mãe de Liz, 4, que preferiu não ser identificada, disse que sua filha passou a querer dormir e acordar com o tablet ao lado da cama, e chorar ao ser proibida de levá-lo para a escola. “Cheguei a levar ela num pet shop e oferecer um gato de verdade, mas ela ficou com medo. Isso me fez decidir tirar o IPad da vida dela por um tempo”, conta.

Em conversa com o UOL Crianças, Ana Carolina, 12, disse que com o tempo aprendeu a dosar o tempo gasto no mundo virtual. “Qualquer criança só tem a ganhar com isso, mas parecia impossível quando eu era mais nova”, confessa a garota com sabedoria de “gente grande”. “Quero trabalhar na indústria têxtil, uso aplicativos como o Adobe Ideas para registrar as várias ideias para roupas que vem na minha cabeça”, diz.

Atualmente ela usa o IPad como uma “ferramenta de trabalho”. O Adobe Ideas permite uma ótima iniciação em sobreposição de cores, fotos e desenho, um dispositivo perfeito para exercitar o lado direito do cérebro, visual e criativo.

USO COMPARTILHADO

A grande maioria dos brasileiros trouxe o IPad para dentro de casa em “versão familiar”, segundo pesquisa realizada pela Editora Globo Livros. Ou seja, o mesmo aparelho é compartilhado por todas as pessoas da família e cada uma faz um uso específico dele.

Com esse dado em mãos, Mauro Palermo, Diretor da editora, tomou a iniciativa de lançar um dos primeiros aplicativos em português para crianças. “A Menina do Narizinho Arrebitado”, o primeiro livro infantil de Monteiro Lobato que já estava até mesmo fora de catálogo, ganhou versão adaptada para a leitura no tablet e traz o texto completo da obra.

“É uma aposta numa plataforma que o brasileiro gosta, a dos tablets”, diz Mauro. “Acredito que com isso vou conseguir atingir lares que ainda não falam com nossos livros de perto. É um excelente incentivo a leitura”. Recentemente, a editora foi mais longe, disponibilizou para download na loja de aplicativos da Apple todos os livros de Monteiro Lobato.

No mesmo caminho, outras editoras também acabam de lançar livros interativos adaptados à nova plataforma durante a Bienal Internacional do Livro, no Rio de Janeiro. Personagens de Mauricio de Sousa e Ziraldo, por exemplo, também vão mergulhar dentro do “brinquedo” para divertir as crianças. Pelo menos aquelas que podem ter um IPad na mão.

03/10/2011 – 15h12

do Gamehall Uol Jogos

Link: http://jogos.uol.com.br/ultimas-noticias/2011/10/03/kinect-pode-identificar-bloquear-conteudos-improprio-para-criancas.htm

Kinect poderá identificar e bloquear conteúdos impróprio para crianças

A Microsoft vai dar mais um passo com o seu sensor de movimentos Kinect. De acordo com um registro de patente, a empresa pretende usar o aparelho para controlar e bloquear o acesso de crianças “ligeiras” a conteúdos impróprios.

O sistema funciona da seguinte forma: o aparelho faz uma “leitura” de alguns aspectos do jogador, como cabeça, tamanho dos braços e altura, e com essas informações determina se quem está de frente para ele pode ou não ver todos os conteúdos que estão no Xbox 360 ou PC, ou jogar games impróprios – que são bloqueados automaticamente caso esteja fora da faica etária.

Para os que tem filhos altos o suficiente para enganar o sistema, é possível usar o controle de pais e bloquear o acesso, ou mudar a configuração para algo como “quando um adulto estiver presente”. Neste caso, a ideia é de que o Kinect faça dois reconhecimentos e, caso essa opção não esteja habilitada e uma criança estiver na sala/quarto, o sistema dá prioridade aos mais novos.

Não há previsão para o lançamento dessa tecnologia.

Xbox 360 em movimento

O Kinect é um acessório para o Xbox 360 que permite aos jogadores interagirem com o videogame sem a necessidade do controle. O sistema funciona com uma câmera de aproximadamente 23 cm de comprimento horizontal, que permite o alcance de até 2,7 metros de altura e 4 metros de profundidade.

Novo jogo do Escola Games estimula o aprendizado de matemática. Voltado para o público infantil.

Par ou Ímpar
Venha para a praia brincar com os macaquinhos! Eles querem saber a diferença entre os números pares e ímpares. A diversão é garantida para quem aceitar o desafio, você vai poder surfar e se refrescar com os cocos.
Jogo educativo de matemática sobre números pares e ímpares.

Dicas para educadores
Utilize o jogo para estimular a criança no aprendizado de números pares e ímpares com uma atividade lúdica e divertida.

Link de acesso para o jogo: http://www.escolagames.com.br/jogos/parouimpar/

Como os games podem ser usados no aprendizado e na educação:

Por Maurício Bylaardt Volker

Existem alguns games que não são criados especificamente para educar ou visando o aprendizado – ao menos não diretamente. Mas existem vários títulos de games bem famosos que indiretamente, podem contribuir para o aprendizado de crianças, jovens e porque não de adultos.

  • Civilization

Já citamos o potencial do Civilization V como um desses títulos, que além de entreter e de ser um game bastante jogado no mundo e por ser um título de alto nível gráfico e de estratégia em turnos, tem uma parte lúdica, quando tem disponível informações acerca de grandes civilizações que reinaram em tempos distintos na história da humanidade.

Além disso, pode ajuda a desenvolver o raciocínio estratégico, político e social, já que tem como objetivos, desenvolver toda uma civilização, e ainda se relacionar com outras civilizações, tanto belicamente, quanto politica e econômicamente. Pode-se investir em desenvolvimento tecnológico, desenvolvimento cultural, religioso, criar um império bélico ou pacifista. Tudo vai depender das escolhas realizadas pelo jogador durante o jogo.

Utilizar um game como o Civilization V (pode ser qualquer versão) como um instrumento de aprendizagem pode ser uma ótima escolha. Já citei em um post anterior (veja: http://www.escoladejogos.com.br/noticias/escola-nova-iorquina-adota-games-como-material-didatico/), o uso de games adotados por uma escola de Nova York, e que utilizam, além de outros recursos digitais incluindo outros games, o título Civilization. Isso incluso na grade curricular da escola. É difícil prever o impacto que isso tem na educação das crianças, mas que deve tornar o aprendizado mais divertido, quanto a isso não restam dúvidas.

  • Sim City

Um outro título que segue mais ou menos a mesma linha desse pensamento – ou seja, títulos que visam o entretenimento, mas que, de uma forma ou de outra, acabam tendo um aspecto lúdico – é o SimCity. Nele, o jogador é um prefeito de uma cidade – customizada ou não – e tem a difícil tarefa de administrar aquela cidade.

Claro que nem pensamos muito nas questões lúdicas enquanto se joga o game, mas indiretamente – ou mesmo diretamente – é preciso desenvolver um senso de planejamento estrutural, afinal de contas, construir um bairro residencial com várias indústrias a sua volta pode ser extremamente perigoso: aumenta o nível de poluição, criminalidade alta e etc. Enfim, é preciso desenvolver algum tipo de raciocínio estratégico, tanto para construir a cidade, quanto para administrá-la.

Existem opções de impostos, onde eles incidem, quanto incidem (estradas, bombeiros, efetivo policial, imposto residencial, comércio, indústria, etc). Além disso, é preciso investir em educação, cultura, entretenimento para seus cidadãos, transporte e várias outras opções de investimento estrutural (água, energia elétrica), administrativos (aeroportos, rodoviárias) e etc.

Pode ser uma boa maneira de ensinar as crianças e adolescentes como é difícil a tarefa de um prefeito ou um funcionário de administração pública, como os nossos governantes, na tarefa de administrar desafios, problemas imprevistos, a máquina pública, os impostos e etc.

Em breve iremos postar algumas novidades e releases sobre este jogo. Suas atualizações, a última versão, novidades, como ele pode contribuir no aprendizado de crianças e adolescentes e se existe alguma instituição que se utiliza desse título para ensinar.

  • The Sims

Um outro título que chama a atenção é o The Sims. Desde o seu lançamento, uma infinidade de variações desse tipo de game vem ganhando espaço em consoles e pcs. Principalmente em redes sociais, como o Facebook, Orkut e etc, desde simuladores de ilha até de restaurante. Claro que usando poucos recursos gráficos e uma jogabilidade bem mais limitada. Mas a idéia é bastante próxima dos games The Sims e Sim City.

O que chama a atenção realmente no The Sims, é que, salvo algumas versões posteriores, ele não carrega nenhum tipo de violência explícita. É um simulador de uma vida normal, de uma família normal. O pai trabalha, a mãe tem as tarefas da casa, os filhos, cada um com uma personalidade diferente… na medida em que se vai jogando, o jogador vai adquirindo mais dinheiro, o que permite comprar novos móveis para casa e etc.

Pode ser também um bom game para se utilizar no aprendizado, já que simula uma vida real, podendo o jogador ter uma noção mais verdadeira da difícil tarefa de administrar uma casa, uma família. Conciliar os gostos, os momentos de lazer, de estudo e de trabalho. Pode ser uma excelente ferramenta nesse sentido.

Atualmente, está sendo lançado o The Sims Medieval. Com ele o jogador escolhe ser um monarca da Idade Média. Ainda não tivemos acesso ao mesmo, mas irei postar um reportagem que dá uma visão geral dessa nova versão do The Sims. Parece ser bastante interessante, já que apresenta novas funcionalidades e insere o jogador em uma época bem diferente da nossa. Pode ser bom para o aprendizado dos costumes, valores culturais da época, relações de poder…

Seja como for, utilizar jogos digitais para o aprendizado está se tornando uma tendência cada vez maior no mundo de hoje. Isso porque o universo digital está se espandindo rapidamente. O uso de tecnologias em salas de aula já é uma realidade em países como Estados Unidos, países da Europa, Japão e muitos outros. E no Brasil não está sendo diferente. As universidades hojes estão inserindo cada vez mais laboratórios computadorizados com equipamentos de última geração e softwares específicos voltados para esse fim, a educação.

O processo de inclusão digital que estamos assistindo no Brasil ainda está muito aquém do ideal. Não só com relação ao maquinário – hardware e software – mas também é preciso educar os próprios professores e educadores e mostrar o potencial de ensino de softwares e games na área educativa. Ainda existe muito preconceito nesse sentido.

Outra questão igualmente importante que deveria ser debatida, é a questão dos impostos. As altas taxas de impostos que incidem sobre produtos de tecnologia é muito alto, o que dificulta na hora de difundir essas tecnologias para as camadas mais pobres da sociedade.

Enfim, existe ainda um caminho longo a ser percorrido, mas estamos no caminho certo.

ESCOLA GAMES é um site gratuito de jogos educativos para crianças a partir de 5 anos e todos os jogos são desenvolvidos com acompanhamento pedagógico para que elas aprendam brincando.

Na versão atual do site há 23 jogos cujos temas se relacionam à língua portuguesa, à matemática, à ciência, ao inglês e ao meio ambiente.

Endereço do site: http://www.escolagames.com.br/

Produtores de videogames estão de olho nas crianças neste Natal

AFP – Agence France-Presse

Publicação: 01/11/2010 15:28 Atualização: 01/11/2010 18:29

Estado de Minas – Portal UAI

Link da reportagem: clique aqui!

PARIS – Harry Potter, Mickey ou ainda Raving Rabbits: os produtores de videogames tentam seduzir os jovens jogadores com a chegada do Natal através de personagens marcantes e apoiando-se, principalmente, nas novas tecnologias de movimento.

O Wii da Nitendo, com seu controle que permite copiar as ações do personagem na tela, inventou uma maneira inédita de jogar em 2006. No fim deste ano, a Sony com o Move e a Microsoft com o Kinect se embrenharam pelo mesmo caminho.

Beneficiários indiretos desta ferramenta, os pequenos podem agora se divertir com os consoles ultrapassando a barreira do joystick, como mostrou o salão Paris Games Week, organizado nesses últimos dias na capital francesa.

“Até hoje, eu jogava sozinho em casa porque meu filho não entendia o funcionamento dos jogos. Agora, a gente pode jogar juntos partidas de vôlei ou dançar”, explicou  Rémi Gardon, 36 anos, em frente ao quiosque de demonstração do Kinect, com seu filho Romain de 5 anos.

Essa câmera para Xbox 360, que permite jogar apenas com o corpo sem precisar de outro acessório, vai ser lançada no dia 10 de novembro na Europa com inúmeros jogos para crianças, incluindo “Kintectimals” que consiste em criar um animal virtual e “Harry Potter e as Relíquias da Morte – Primeira Parte”, adaptação do filme homônimo.

Neste último, por exemplo, será preciso apenas mover o braço para lançar um feitiço. “Essa tecnologia é pedagógica. Não é preciso explicar as funções dos botões do controle, basta colocar a pessoa em frente ao sensor de movimentos para ela virar o Harry Potter”, destacou Pascal Le Roux, chefe de produto da editora Eletronic Arts.

O Move também têm um jogo de adestrar um animal, o “EyePet”, mas é sobretudo as produções para Wii que atraem os mais jovens nos corredores do salão.

Os doidos e fofinhos Raving Rabbits da Ubisoft estão também de volta em um novo episódio, onde eles viajarão no tempo. Já a Disney reviveu o Mickey em uma aventura inédita, onde ele vai lutar contra os inimigos usando tinta.

“É muito fácil jogar. Basta usar o controle como um pincel e as imagens são muito bonitas”, entusiasmou-se Cyril, 7 anos, sob o olhar de seus pais.

“Tentamos vigiar o que ele joga para evitar os games muito violentos”, declarou sua mãe, Mathilde, elogiando as opções escolhidas para o evento.

Uma parte reservada para os jogos adultos esteve também em exposição na Paris Games Week. Os pequenos tentavam, sem sucesso, dar uma espiadinha em títulos como “Call of Duty: Black Ops” da Activision.

“Podemos impedir alguém de jogar. Nós temos funcionários que estão lá para filtrar e pedir a identidade para evitar qualquer tipo de problema”, explicou Guillaume Lairan, diretor de marketing da Activision.

“A norma PEGI indica a classificação de público para cada jogo. Em último caso, nós contamos com a responsabilidade dos pais para verificar o que seus filhos andam jogando”, insistiu Georges Fornay, Diretor-executivo da Sony Computer Entertainment France e presidente do Sindicato de Desenvolvedores de Programas de Entretenimento que organiza a Paris Games Week.

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  • 10 de agosto de 2010Desde:
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