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Aulas de tecnologia ganham espaço e importância nas escolas

Maria Laura Albuquerque Do UOL, em São Paulo Link: http://mulher.uol.com.br/gravidez-e-filhos/noticias/redacao/2014/08/25/aulas-de-tecnologia-ganham-espaco-e-importancia-nas-escolas.htm 25/08/2014 07h15 Cada vez mais instituições de ensino têm demonstrado abertura para a inserção, em sua grade de aulas, de matérias ligadas à tecnologia. Usar a tecnologia a favor do ensino é uma excelente saída. Já comentamos em outras ocasiões o Leia mais…

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Professora de BH cria plataforma para aulas de música

Reportagem saiu no canal UAI – www.uai.com.br – e fala sobre o desenvolvimento de uma plataforma pioneira para o ensino musical. Leia alguns trechos da reportagem. … Reportagem EM Ailton Magioli – EM Cultura Link da reportagem: http://www.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_19/2012/06/03/ficha_musica/id_sessao=19&id_noticia=53877/ficha_musica.shtml … Professora de BH cria plataforma para aulas de música Ensino de música Leia mais…

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Jogos devem ser implementados nas escolas, diz professor da USP

Objetivo é implementar jogos nas escolas e focar em criatividade, cultura, política, economia e cidadania. Reportagem foi veiculada em maio deste ano e re-publicada em outubro. Ou seja, muita coisa já rolou de lá pra cá. E a tendência é que continue rolando mais e mais...
... Arquivo Arena, Henrique Sampaio 18/10/2011 20:08 Matéria originalmente publicada em 03/05/2011 Link da reportagem: http://arena.ig.com.br/jogos-devem-ser-implementados-nas-escolas-diz-professor-da-usp/n1597292758632.html ...

Jogos devem ser implementados nas escolas, diz professor da USP

Games for Change promove jogos como catalizadores sociais

O nome já diz tudo: Games for Change (ou Jogos pela Mudança) é um movimento que desde 2004 propõe a criação de jogos que abordem problemas sociais, políticos e econômicos do mundo contemporâneo, com o objetivo de conscientizar, informar e educar tanto quanto entreter. Desde a primeira edição do evento, em 2004, o Games for Change vem conquistando o apoio de desenvolvedores, acadêmicos, fundações e ONGs, principalmente nos EUA. O projeto deu origem a dezenas de jogos baseados em problemas do mundo moderno, como o premiado Global Conflict (Conflitos Globais, na edição em português), que faz o jogador refletir sobre temas como democracia e meio ambiente, ou ICED – I Can End Deportation, que aborda o drama da imigração ilegal e questões de direitos humanos. Todos os jogos produzidos com o apoio do Games for Change, incluindo o puzzle brasileiro sobre sustentabilidade City Rain, ficam disponíveis nosite oficial do movimento. [caption id="" align="alignright" width="316" caption="Gilson Schwartz, professor da USP, é o curador do Games for Change no Brasil"][/caption] A partir deste ano o Games for Change assume um caráter internacional, e ganha edição brasileira em parceria com o SBGames, com curadoria de Gilson Schwartz, professor do Departamento de Cinema, Rádio e TV da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo e criador do grupo de pesquisa Cidade do Conhecimento, que deu ao Arena mais detalhes sobre o projeto e falou sobre a importância da utilização de games no ambiente escolar. Parte do Games for Change consiste no evento, que acontecerá simultaneamente ao SBGames, entre os dias 7 e 9 de novembro, em Salvador, na Bahia. No entanto, ao longo do ano, o projeto prevê uma série de cursos, oficinas e concursos em diversas cidades brasileiras. “Vamos seguir de perto a edição americana”, disse Schwartz, que acontecerá entre os dias 20 e 22 de junho, em Nova York, trazendo como um dos conferencistas o ex-Vice Presidente dos EUA, Al Gore. “Queremos o mesmo nível de importância e impacto político no Brasil. O mercado de games passa por uma transformação qualitativa, fala-se cada vez mais em 'gamificação' do mundo, da educação, do trabalho e da cultura. O Games for Change reflete essa importância e representa uma oportunidade para os brasileiros participarem ativamente dessa nova convergência cultural.” Leia a entrevista completa: (mais…)

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Novas Tecnologias na Educação

Hoje é possível encontrarmos alta tecnologia aplicada diretamente no ensino. Escolas públicas e particulares estão aderindo, cada vez mais aos recursos que a tecnologia nos oferece. Abaixo uma notícia veiculada no site Portal do Professor, do MEC, retratando essa nova realidade da educação brasileira. Uma curiosidade: eles utilizam um sistema Leia mais…

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Sala de aula diferenciada

A tecnologia é uma grande aliada quando bem aproveitada. Confira a reportagem abaixo (Revista Sentidos)  sobre o uso da tecnologia na educação, no aprendizado e no processo de inclusão social de crianças com deficiência. … Por Priscila Sampaio Fotos Divulgação Revista Sentidos Link da reportagem: http://revistasentidos.uol.com.br/inclusao-social/65/artigo224408-1.asp …  Sala de aula Leia mais…

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Software Educativo

extraído do link: http://www.rieoei.org/experiencias41.htm ... Software Educativo (Recursos utilizados nas aulas de informática educativa no período de educação infanftil) Regina Lucia Napolitano Felício Felix Batista(1) 14-1-03 “Em um futuro não muito remoto, o professor que não souber avaliar e escolher um Software educativo será considerado analfabeto”. Alberto Jorge Filho Analisar os critérios tecnológicos e pedagógicos utilizados e a teoria escolhida para o trabalho com software educativo por crianças no período de Educação Infantil. Destacar as teorias tecnológicas e as filosofias educacionais para a montagem da proposta para o trabalho da informática educativa e aplicação do software educativo correta. Incluir a tecnologia e a informática na educação infantil é um reflexo das mudanças sociais. Esta inclusão é o reflexo da invasão eletrônica. Desenvolver um trabalho educacional através dos recursos da informática dando ênfase ao software educativo é o que a maioria das propostas cogita, porém trabalhar os princípios da tecnologia educacional voltado para o desenvolvimento, desafios e raciocínio é o que não se está conseguindo por haver uma interpretação errada das bases axiológicas da informática e da tecnologia educacional. Esta pesquisa se propõe a desenvolver o tema do uso do software educativo por crianças no período de educação infantil, porém observa o contexto das bases axiológicas da informática educativa e da tecnologia educacional, não esquecendo dos conceitos e fundamentos dos softwares educativos deverão ser estudados. (mais…)

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Jogos de aprendizagem no Brasil

extraído do link: http://www.universia.com.br/ead/materia.jsp?materia=5950 ... Professores, empresas de EAD, produtoras de software e escolas mudam a cara do aprendizado tradicional. Com muita criatividade e um pouco de tecnologia, os games invadem o cotidiano da aprendizagem e mudam o conceito de pedagogia. Saiba a opinião dos especialistas, leia teses e divirta-se testando jogos educativos. Publicado em 17/12/2004 Por Renata Aquino O mercado de games no Brasil só tem o que comemorar. O apoio definitivo de grandes instituições, como o Ministério da Cultura, fez com que ano de 2004 fosse bastante positivo no balanço geral. Além de promover um concurso de jogos que atraiu propostas de todo o Brasil, o Ministério também esteve presente na EGS (Electronic Game Show), a feira de videogames que mobilizou o mercado brasileiro. Além do MinC, entidades como Abragames (Associação Brasileira das Empresas de Games) unem os estúdios, centros de pesquisa e outras instituições do mercado buscando incentivar os jogos eletrônicos no país. Mercado para educação Os jogos educativos brasileiros não tiveram iniciativas de incentivo direto como a dirigida pelo MinC para desenvolvimento. Ainda assim, os produtos são muito consumidos por escolas brasileiras. "As escolas são nosso melhor cliente", diz Paulo Roque, da Divertire Games, responsável pelo best-seller Coelho Sabido. No varejo, a situação é diferente. Após a saída de uma das maiores empresas de software educacional do mercado, a Brasoftware, a presença de títulos educativos nas prateleiras do supermercado decaiu. Outra grande produtora, a Positivo Informática, concentra seus esforços também em distribuição de produtos localizados (traduzidos), como a série Disney. Por outro lado, empresas de outras áreas da educação estão cada vez mais investindo em jogos eletrônicos e podem reestabelecer a calmaria no mercado. Dentre elas, está o Objetivo, rede de colégios e IES que passou a produzir softwares educacionais. Para os especialistas no mercado, o uso de jogos educativos só tende a crescer. "O ensino atual é totalmente passivo. Há um professor transmitindo conhecimentos e uma pessoa que está recebendo esses conhecimentos passivamente. Quando é criado um jogo, o aluno sai da passividade", afirma André Battaiola, professor da UFPR. A professora Sônia Pucci Medina da UVA, especializada em Educação Corporativa, não vê novidade na chegada dos jogos nas empresas. "Tudo que seja usado para contextualizar o cotidiano de forma simples e natural é um instrumento válido na aprendizagem", afirma a professora. "Os jogos são muito antigos, o processo educacional é que precisa olhar com mais cuidado como tratar estes instrumentos de forma eficaz". Marcos Magalhães, diretor do Anima Mundi e coordenador de pós-graduação na PUC-Rio, diz que a linguagem da animação nos jogos eletrônicos é o grande diferencial. "Os jogos têm um potencial enorme, quando você cria uma animação para um jogo, há várias possibilidades de desdobramento da ação, o que cria uma situação muito propícia para aplicar conteúdo didático e usar em experiências de treinamento", diz o professor. (mais…)

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Nem só o educativo “educa”

extraído do link: http://revistaeducacao.uol.com.br/textos.asp?codigo=11736 ... Discurso escolar baseado em livros ignora os jogos eletrônicos, cotidianamente presentes na cultura audiovisual de crianças e jovens Fabiano Curi Nos últimos anos, um novo vilão tem assustado pais e educadores: o videogame. Considerados responsáveis por comportamentos violentos dos jovens e transmissores de valores pouco abonadores para as crianças, os jogos eletrônicos recebem as mesmas análises acusatórias que sofreram no passado mídias e formas de entretenimento como os quadrinhos, o rock, o cinema e a televisão. O despreparo dos professores para lidar com as tecnologias de comunicação e lazer que fazem parte da rotina de seus alunos e o desconhecimento que os pais têm dos hábitos de seus filhos já ganharam respaldo da mídia e de grupos políticos na demonização dos jogos. Nos EUA, a proliferação de videogames levou políticos de projeção como a senadora democrata e ex-primeira-dama Hillary Clinton a culpar os jogos por "roubar a inocência de nossas crianças". Contudo, os ataques aos jogos vão contra interesses de uma indústria do entretenimento que movimentou mais de US$ 7 bilhões com games em 2004 apenas nos EUA. A PriceWaterhouse apresentou em seu relatório Global Entertainment and Media Outlook - 2004-2008 uma previsão de crescimento global da indústria de mídia e entretenimento de 6,3% ao ano até 2008. Nesse mesmo período, os videogames crescerão 20,1% ao ano, chegando a girar US$ 55,6 bilhões no mundo todo em 2008. Tal crescimento já atraiu o interesse de grandes conglomerados de comunicação, como SEGA, Nintendo, Microsoft, Sony, Nokia e Disney, que inserem os videogames em grandes pacotes de produtos culturais para consumo global, envolvendo livros, músicas, filmes e programas televisivos. Dessa forma, obras como Harry Potter saem dos livros para as telas, trilhas sonoras, brinquedos e, invariavelmente, para a frente do joystick. (mais…)

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Links de notícias voltadas para educação em jogos digitais: Notícias: Escola de Salvador usa jogos para ensinar matemática: http://g1.globo.com/vestibular-e-educacao/noticia/2010/08/escola-de-salvador-usa-jogos-para-ensinar-matematica.html UNINOVE lança curso de graduação de Tecnologia em Jogos Digitais: http://idgnow.uol.com.br/carreira/2007/10/05/idgnoticia.2007-10-05.2310312728/ Jogos Digitais – Terra: http://noticias.terra.com.br/vestibular/interna/0,,OI3323786-EI11807,00-Jogos+Digitais.html Curso Técnico de Jogos Digitais Gratuito: http://www.grzero.com.br/curso-tecnico-de-jogos-digitais-gratuito/ Curso Tecnologia Jogos Digitais em São Paulo SENAC: Leia mais…

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